Zappiens.br disponibiliza acervo multimídia da UNICAMP

Colaboração: Márcio Martins

Data de Publicação: 12 de junho de 2011

O Zappiens.br, serviço gratuito de distribuição de vídeos com conteúdo científico, educativo, artístico e cultural em língua portuguesa, passa a disponibilizar o material multimídia produzido pela UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas. Atualmente, são 1140 vídeos que abordam desde temas culturais, como um passeio pelo Teatro Nô, através de ilustrações, fotos e performances apresentadas pelo performer japonês Toshi Tanaka, até conteúdos didáticos do corpo docente da universidade.

O conteúdo do portal CameraWeb, da UNICAMP, vem enriquecer o acervo já disponível no Zappiens.br, composto originalmente por vídeos do Arquivo Nacional, da Universidade de São Paulo, de universidades atendidas pela RNP, do portal Zappiens.pt, da FCCN de Portugal, e do próprio NIC.br, ultrapassando a marca de 10.000 títulos.

Outras instituições que possuam acervos multimídia também podem integrá-los e compartilhá-los no Zappiens.br. aumentando sua visibilidade na rede; e aquelas que têm arquivos digitalizados (mas ainda não disponíveis na Web) podem utilizar o Portal como repositório, ao solicitar espaço para armazenamento ao CGI.br.

O Zappiens.br é uma iniciativa do CGI.br, executada pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologias de Redes e Operações do NIC.br (CEPTRO.br) em parceria com o Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (LARC/EPUSP), a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e a Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN), de Portugal.

Fonte: Dicas-L

Ubuntu 10.4 suporta driver video Intel gma 500

Fazendo a atualização de meu Ubuntu para a versão 10.4, fiquei novamente sem a resolução de 1024×700 de meu netbook e tive que pesquisar no “Santo Google” a procura de respostas.

Não demorou muito para a resposta vir. Achei o script que atualiza os drivers e pacotes linux para conseguir a alta resolução de vídeo novamente.

Para isso, digite o seguinte comando no terminal:

wget http://dl.dropbox.com/u/1338581/Gma500/scripts/poulsbo_lucid.sh

E depois o seguinte comando:

chmod +x poulsbo_lucid.sh

E execute o script como root:

sudo ./poulsbo_lucid.sh

Boa sorte! Basta reiniciar o micro para ver o resultado.

Driver GMA500 Intel no Ubuntu 9.10

Após comprar o meu netbook Mini Inspiron Dell 10.1, resolvi instalar logo o linux para usufruir de todos os recursos dessa máquina. Entretanto, como sempre, me deparei com uma dificuldade em fazer com que a resolução atingisse a sua plenitude máxima suportada pelo netbook: 1024 x 600.

Garimpei na internet diversas soluções “milagrosas” mas nenhuma delas eu tive sucesso. Até encontrar um script já pronto que baixa automaticamente todos os pacotes necessários para que linux pudesse reconhecer a placa e assim, ter a resolução desejada.

A distribuição que no momento melhor se adequou as minhas necessidades foi o Ubuntu 9.10, portanto, segue abaixo um tutorial bem simples mas que faz um enorme resultado, com o Kernel 2.6.31-14:

1 – Baixe o script e execute conforme o comado abaixo:

wget http://dl.dropbox.com/u/1338581/Gma500/scripts/poulsbo.sh && sh ./poulsbo.sh

2 – Reinicie o computador e pronto!!!

Sua placa de vídeo GMA500 Intel já será reconhecida pelo linux e a resolução estará no máximo,

Variante do Conficker cria mofo virtual em MP3

Pesquisadores de universidades norte-americanas revelaram o resultado de um estudo conjunto que confirma a existência de um novo tipo de praga virtual, que não pode ser classificada de vírus nem de cavalo de Troia.

Professores de ciência da computação na Universidade Livre do Oeste da Califórnia batizaram a descoberta de “fungo de computador“, e ela pode estar associada ao vírus Conficker, que deve atacar milhões de computadores nesta quarta-feira (01).

De uma maneira análoga ao que acontecia com os fungos, mofos e bolores que atacavam as fotos em filme e fitas cassete no século passado, o fungo virtual degrada os arquivos de imagem, som e vídeo armazenados no computador. “O problema acontece até mesmo com arquivos de backup que nunca são acessados”, alerta Antonio de Marco, pesquisador adjunto da Universidade Presbiteriana de Michigan, o descobridor da ameaça. “Ninguém pode ficar tranquilo só por ter tudo copiado em DVDs.”

Os cientistas apuraram uma perda média de qualidade de 7% por ano para imagens JPEG, 15% para arquivos TIFF e 4% para áudio MP3. Quanto mais baixo o bitrate do MP3, mais rápida é a deterioração. Outros arquivos atingidos são os vídeos QuickTime MOV, com 14%, seguidos dos AVI em DiVX, com 9%.

Arjun Radhakrishnan, doutor em Ciência da Computação em Stanford, explica que o fungo virtual não tinha sido claramente detectado até agora porque seus efeitos são graduais e insidiosos. “O usuário típico de computador nunca pensou muito sobre esses fenômenos, porque a perda de desempenho do próprio sistema operacional é considerada um fato trivial.” Segundo ele, as pessoas acham normal e compreensível que a música pirateada do Napster em 2000 tenha vocais abafados e percussão indistinta, assim como as imagens pornográficas baixadas da Internet ficam visivelmente menores e mais sujas com o tempo. Arquivos de

Photoshop abrem com as cores inexplicavelmente erradas, escurecem e desbotam. Outros tipos de arquivos perdem seus ícones característicos. Até textos podem se deteriorar, abrindo com os caracteres acentuados trocados. Tudo isso seria uma variedade de sintomas do fungo digital.

O problema pode ser confirmado ao comparar arquivos com cópias salvas em outros computadores há alguns anos, assim como fotos digitais com cópias impressas da época em que elas eram novas, ou gravações de áudio digitais com seus correspondentes em fitas analógicas. “Houve uma degradação notável e progressiva de quase todos esses materiais, e muitos deles poderão não resistir em forma aproveitável até a próxima década”, alerta Bogus McCall, professor de filosofia cibernética da Universidade Cornell.

Ainda não se descobriu uma causa clara para a doença virtual atingir mais alguns computadores e arquivos do que outros, nem o método de transmissão do mal, que parece não ser causado por crackers ou hackers. Aparentemente, existem fatores ambientais.

O que fazer para evitar o fungo eletrônico? Segundo os cientistas, enquanto não surge uma solução comercial em software, a recomendação é fazer pelo menos três cópias diárias de todos seus arquivos e guardá-los em mídias mais antigas e duráveis, como CD-R ou disquete; transcrever todos os vídeos ripados de DVD para a boa e velha fita VHS; enviar todas as suas fotografias para o laboratório para serem copiadas em papel. “É a única maneira garantida de assegurar maior longevidade para os seus dados digitais”, afirma Rockwell.

É, claro, se você leu tudo isso e acreditou, parabéns, você caiu na nossa pegadinha de primeiro de abril.

Roney Médice

Analista de Sistemas e Bacharel em Direito

Empresa lança robô-espião do “BBB” por R$ 499

O robô Robbb, inspirado na máquina que figura no reality-show “Big Brother Brasil”, foi lançado para vendas nesta semana. O androide escuta e transmite imagens ao vivo e também se movimenta –via controle remoto– para todos os lados. O alcance do controle é de até 30 metros.

Robbb, o robô espião do "Big Brother", chega às lojas do Brasil a partir desta semana

O pescoço e os braços do Robbb são articulados, e há dois motores, nas esteiras do robô, que possibilitam manobras para escolher os melhores ângulos de espionagem.

O controle remoto permite ver as imagens em cores, por meio de monitor de 2 polegadas e ouvir os sons dos ambientes nos quais o espião se movimenta.

Fabricado pela Yellow e licenciado pela Rede Globo, o robô tem três versões. A mais completa é equipada com câmera de vídeo e microfone integrados (R$ 499). O segundo tipo conta apenas com transmissão de áudio (R$ 199). O mais simples tem esteiras livres e, diferentemente dos outros modelos, não possui equipamentos acoplados e engrenagens mecânicas –custa R$ 9,90.

Fonte: Folha OnLine (http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u501723.shtml)

Roney Médice

Analista de Sistemas e Bacharel em Direito

Diferença entre MP3, MP4, MP5 e até MP10


Os fabricantes não param de inovar. A cada dia temos novos equipamentos com características diferentes. Um bom exemplo disso são os dispositivos de reprodução de música, como o MP3. Hoje temos vários tipos dispositivos e modelos que vão do MP3 ao MP10. Você, sabe diferencia-los?

Pois então vamos acabar de vez com essa confusão. Anote: o MP3 é um aparelho já conhecido. Sua função é a de reproduzir arquivos de músicas no formato digital de mesmo nome. Alguns também incluem funções de pendrive, gravador de áudio e rádio FM.

O MP4 é uma evolução do modelo anterior, que inclui a reprodução de arquivos de vídeo no formato MPEG-4 ou abreviadamente MP4. Alguns modelos também podem exibir outros formatos de vídeo, como WMV ou AVI.

Apesar de não termos nenhum arquivo digital do tipo MP5, os fabricantes utilizaram essa sigla para diferenciar seus produtos. Esses dispositivos fazem tudo que o MP4 faz e também servem como câmera digital, webcam, filmadora e são jogos eletrônicos.

Os MP6 são equipamentos MP5 que também funcionam como celular, com recursos como acesso à internet e a comunicação sem fio via Bluetooth ou Wi-fi. Um bom exemplo de um equipamento MP6 é o iPhone da Apple.

A sigla MP7 foi utilizada para indicar que temos novas funções no dispositivo. O aparelho nada mais é do que um MP6 com a função de recepção de TV convencional.

Finalmente os equipamentos MP8, MP9 e MP10. Agora temos uma verdadeira confusão. Para esses dispositivos não existe um padrão seguido pelos fabricantes. Assim cada um opta por características que acha mais interessante e nem sempre iguais.

Essas diferenças podem ser o sistema operacional utilizado, possuir ou não tela sensível ao toque (touch screen), GPS ou a compatibilidade com a TV digital.

Na hora da compra você deve analisar com cuidado a configuração dos equipamentos para escolher aquele que melhor atenda a suas necessidades.

Fonte: Gazeta On Line

Roney Médice

Analista de Sistemas e Bacharel em Direito