Descobrir a senha de bloqueio da tela do celular: uma questão de tempo

As pessoas estão gerando cada vez mais informação e precisam armazenar esse vasto conteúdo em algum local para consultar posteriormente, como um contato pessoal ou um registro fotográfico de algum lugar. A facilidade que a tecnologia nos proporciona está fazendo com que cada vez mais utilizemos os nossos celulares (principalmente os smartphones) como se fossem computadores.

São realizadas diversas operações com o celular como: pagar conta no Home Bank, enviar e-mail, fazer check in no aeroporto, criar documentos corporativos, guardar as enormes senhas em algum arquivo no celular… Enfim, as vezes nem percebemos mas chega um momento em que o celular está com tanta informação importante que já ficamos preocupados na possibilidade de se perder o equipamento.

Para evitar pelo menos um prejuízo menor, as pessoas estão começando a levar a sério a tal da Segurança da Informação. Algumas aprenderam da pior maneira possível quando tiveram o celular roubado ou furtado, onde as informações contidas no celular acabaram parando na internet. Principalmente as fotos armazenadas no aparelho e os vídeos que acabam parando no Youtube.

O problema é que nem todos absorveram ainda a importância de se proteger o celular através de um simples ato: bloquear a tela do celular com uma senha. Desse modo, caso você perca o celular ou seja assaltado, terceiros não terão acesso às suas informações de uma forma tão fácil. Pode até dar um pouco de trabalho mas já ajuda. Apesar que na maioria das situações em que ocorrem perda do aparelho, o interesse maior nem sempre é no conteúdo do smartphone e sim no aparelho em si. O equipamento eletrônico vira moeda de troca na boca de fumo e faz girar a “economia informal” entre os criminosos.

Entretanto, nada adianta bloquear a tela do celular com senhas fáceis do tipo 1111,1234, 4321 e outras similares. Algumas pessoas ao invés de digitar os números como senha, preferem a opção de travar a tela do celular com o recursos de ligação entre pontos, que é aquela senha que você vai arrastando o dedo pela tela percorrendo um caminho, lingando os pontos e pronto, a senha está definida e não leva senha.

Os usuários acham esse tipo de senha mais complexa pois quem vai conseguir decorar aquele caminho grande e tortuoso que os olhos humanos não conseguem memorizar se o usuário destravar a tela de forma rápida?. Parece que chegamos em uma senha segura: parece!

Eu digo que essa senha é a mais fácil de se decifrar e utilizando um método muito simples e eficiente. Não estou aqui favorecendo a descoberta de senhas de celulares, apenas demonstrando o que muitos criminosos já sabem e alguns espertinhos que futucam o celular do parceiro ou da parceira sem que o outro tenha a noção que o seu celular está sendo vasculhado em busca de alguma informação importante ou valiosa.

O tempo que se leva para descobrir a senha de desbloqueio da tela do celular da forma de ligação de pontos é apenas uma questão de tempo. E vou demonstrar que é muito fácil chegar a senha sem ter que colocar uma arma na cabeça do proprietário de celular e nem realizar nenhuma chantagem financeira, apenas temos que colocar a cabeça para pensar e ter o conhecimento de como as coisa funcionam.

A tela do celular é feita de vidro e que lhe permite, através de sensores nas laterais do celular, que suas ações no equipamento sejam registradas e executadas conforme a posição do seu dedo na tela do aparelho. Para descobrir a senha da tela do celular é muito simples: como estamos falando de uma tela de vidro, simplesmente limpe a tela com um pano ou passe na blusa ou camisa para que toda a sujeira na tela seja retirada, ficando o vidro totalmente limpo.

Agora, solicite que o usuário do celular digite a senha que ele usa, aquela de ligar os pontos. Após ele desbloquear a tela, aguarde alguns segundos até que o celular apague e pronto, a senha está a caminho de ser descoberta. Com o celular em mãos, após o desbloqueio da tela por parte do dono e que você não viu ele tracejando o dedo pela tela do celular, leve o celular perto da luz ou incline em uma posição o aparelho de forma que você consiga ver a gordura do dedo na tela do celular.

Bingo! Olha a senha lá, toda tracejada e indicando o caminho por onde o dedo passou. A senha está desmascarada. Agora qualquer pessoa pode ter acesso ao conteúdo do celular. Logicamente que você não vai tentar realizar esse procedimento ao final de um dia inteiro de uso do celular. Afinal, vai ter tanta gordura na tela que não será possível descobrir o caminho mas com um pouco de experiência e jogo de cintura, você conseguirá criar situações e momentos que solicitará a pessoa a desbloquear o aparelho e imediatamente conseguirá descobrir a senha.

Mas antes, não esqueça de limpar a tela!

Até a próxima!

Precisa monitorar alguém? Dê como presente um smartphone e seja feliz!

A sociedade busca por tecnologia para atender as suas necessidades diárias e realizar tarefas com o menor esforço possível. Essa é uma consequência do mundo moderno em que vivemos, muita tecnologia que agrega muito custo para manter e ter esse tipo de benefício tecnológico.

Alguns segmentos da economia conseguem desfrutar desse momento de evolução dos equipamentos eletrônicos para ganhar dinheiro. Os empresários gostam de tecnologia e estão sempre pensando em um jeito de ganhar dinheiro com ela. Muitos se especializam e conseguem a satisfação profissional com ideias boas e eficientes.

A população nem sempre pensa em ganhar dinheiro com a tecnologia e sim, como utilizá-la a seu favor. Escutamos amigos reclamarem que não sabem se estão sendo traídos pois a parceira chega tarde em casa, fica desanimada, não liga mais para eles… enfim, a preocupação e o medo tomam conta do sujeito que ele só enxerga uma solução: contratar um especialista (detetive particular) para monitorar e confirmar as possíveis suspeitas que nem sempre são verdadeiras.

Resultado desse investimento desnecessário e com um alto custo financeiro: fica com cara de bobo e pior, sem dinheiro no bolso. Situações essa que milhares de pessoas recorrem para ter a certeza se tem algo estranho no ar e querem descobrir de alguma forma o que está acontecendo. A mente humana é cruel, perversa e se não tiver controle, os pensamentos tomam um rumo inesperado e determinadas ações poderão ter um fim trágico, mesmo sem nenhum tipo de prova existir a respeito do possível fato da traição.

Mas nem tudo está perdido e também não necessariamente você precisa monitorar uma pessoa por supor uma traição. As vezes a mãe ou o pai preocupado com a mudança repentina dos filhos, quer saber se eles estão usando algum tipo de entorpecente, se estão frequentando boca de fumo ou simplesmente verificar se o adolescente foi mesmo realizar o trabalho escolar na casa do amigo na localidade informada aos pais antes de sair de casa.

Com a chegada dos smartphones no mercado, tornou-se possível monitorar os passos da pessoa querida através desses celulares modernos. E não só para isso. Quantos casos na televisão e no jornal que são noticiados de sequestro relâmpago ou até mesmo de roubo de carro mediante violência aos seus ocupantes, que precisam entregar todos os seus pertences aos criminosos, inclusive o seu moderno aparelho smartphone.

Ficou fácil monitorar as pessoas ou carro com um aparelho desse. Basta instalar um aplicativo no celular e pronto, seu celular já será possível ser rastreado. Se for um Iphone, celular da Apple, é mais fácil ainda. Não precisa instalar app nenhum, basta realizar o login na opção de Cloud no aparelho com a sua conta do App Store e habilitar o uso do iCloud e da opção de localização do celular.

Pronto, qualquer necessidade de se rastrear o aparelho, você pode realizar a busca por um Ipad ou pelo site da Apple. Em instantes, aparecerá em sua tela a localização do aparelho e aí, é só informar as autoridades e aguardar o desfecho final.

As pessoas agora não precisam mais pensar em como monitorar seus entes queridos sem ter que gastar muito. Dê a ela um smartphone! Com o serviço de localização ativado antes da entrega do aparelho, a sua preocupação em desconfiar se tornará em certeza, ou não. A questão que poderemos detalhar em outro momento é quanto a moralidade em realizar esse ato, afinal, a pessoa acredita que está recebendo um presente (e está mesmo) mas não sabe que por trás há uma “troca” não negociada: a divulgação de sua localização para a pessoa que te deu o smartphone.

Não tenha dúvida que é um tipo de controle, como se as pessoas fossem “posse” mas no fundo, é menos custoso que contratar um serviço de detetive particular e no final da investigação descobrir que ela ou ele não está te traindo. Somente estava reformando um apartamento as escondidas para depois te pedir em casamento e morar nesse local! Simples assim.

E mais, pelo menos se não encontrar nada de anormal monitorando a pessoa, poderá utilizar o presente dado realizando uma ligação e declarando em alto e bom tom: EU TE AMO!

Quer ser feliz e com dinheiro no bolso? Dê um smartphone!

Até a próxima!

Google: a arte de aprender ou simplesmente “Copiar, Colar”?

O mundo gira em torno de dados que após devidamente interpretados vão gerar uma informação. A questão é como essa informação é utilizada ou absorvida pelas pessoas, que pode virar um conhecimento ou simplesmente continuar sendo uma informação que será replicada sem ocasionar em nenhum benefício para o portador da informação.

Os nossos antepassados devem está se remoendo nos túmulos quando falamos que não pesquisamos mais informação em bibliotecas, livros ou outro meio de pesquisa mais concreto e palpável. Pode ser que algumas pessoas prefiram realmente realizar o seu estudo lendo bons livros ou visitando uma boa biblioteca mas podemos afirmar que é uma minoria.

Nas próprias bibliotecas é muito difícil manter um acervo atualizado, com dados recentes ou uma pesquisa que foi realizada no mês passado pelo IBGE, por exemplo. A velocidade de atualização dos livros de uma biblioteca fica muito além da velocidade de hoje onde as informações são transmitidas na internet.

Hoje, você já encontra coleções e enciclopédias sendo ofertadas no comércio eletrônico assim que saem das editoras ao passo que nas bibliotecas tradicionais, normalmente a atualização é realizada a cada ano, até porque é necessário realizar uma pesquisa para saber quais os livros são necessários atualizar com urgência e temos o fator custo, que impede que uma biblioteca seja atualizada o seu acervo mensalmente.

A necessidade pelo conhecimento nos faz partir em busca da informação e nos dias atuais, a melhor fonte que temos e conhecemos é a Internet, mais precisamente o Google, por muitos chamados de “Santo Google”.

A questão é: como utilizar o conhecimento adquirido como fonte primária da informação o Google? Quando falo do conhecimento adquirido é a pesquisa realizada nesse site de busca e após a leitura de uma determinada informação, ocorreu uma absorção do conteúdo e assim, a utilização do conhecimento é válido para replicar o conhecimento ou simplesmente sintetizar em um trabalhoO mundo gira em torno de dados que após devidamente interpretados vão gerar uma informação. A questão é como essa informação é utilizada ou absorvida pelas pessoas, que pode virar um conhecimento ou simplesmente continuar sendo uma informação que será replicada sem ocasionar em nenhum benefício para o portador da informação.

Os nossos antepassados devem está se remoendo nos túmulos quando falamos que não pesquisamos mais informação em bibliotecas, livros ou outro meio de pesquisa mais concreto e palpável. Pode ser que algumas pessoas prefiram realmente realizar o seu estudo lendo bons livros ou visitando uma boa biblioteca mas podemos afirmar que é uma minoria.

Nas próprias bibliotecas é muito difícil manter um acervo atualizado, com dados recentes ou uma pesquisa que foi realizada no mês passado pelo IBGE, por exemplo. A velocidade de atualização dos livros de uma biblioteca fica muito além da velocidade de hoje onde as informações são transmitidas na internet.

Hoje, você já encontra coleções e enciclopédias sendo ofertadas no comércio eletrônico assim que saem das editoras ao passo que nas bibliotecas tradicionais, normalmente a atualização é realizada a cada ano, até porque é necessário realizar uma pesquisa para saber quais os livros são necessários atualizar com urgência e temos o fator custo, que impede que uma biblioteca seja atualizada o seu acervo mensalmente.

O que normalmente ocorre quando a maioria das pessoas fazem as suas pesquisas no Google para encontrar um assunto e depois repassar para alguém, seja ao professor um trabalho escolar ou ao chefe para demonstrar a solução de um problema, raramente é mencionado a fonte da solução. Em melhores palavras, o nome do autor!

Logicamente existem pessoas que pesquisam no “Santo Google” e após encontrar o que procuram, conseguem sintetizar a ideia ou simplesmente aprender o conteúdo realizando uma síntese do material encontrado, uma espécie de resumo que pode ser através de registro de tópicos, para aqueles que tem maior habilidade em memorização.

Os professores recebem a cada dia, trabalhos de pesquisa realizados pelos seus alunos que dão uma demonstração certa do ato “Copiar, Colar”. Eles nem dão ao trabalho de mudar as palavras, acrescentar conteúdo e alguns, menos atenciosos, esquecem de remover o nome do autor no fim do trabalho ou não sabem remover o nome de quem fez o trabalho que se encontra no rodapé da página.

A internet trouxe muita agilidade em nossa vida, proporcionando uma forma de aprender conteúdos novos e muita das vezes sem precisar pagar pela informação. Logicamente que devemos nos preocupar com a fonte da informação que estamos tendo acesso pois o que nem sempre o que circula na internet tem a sua veracidade confirmada.

Pode-se separar o processo de aprendizagem em dois momentos: antes do Google e depois do Google. Após a criação do Google, a indexação dos sites na internet possibilitou economizar tempo na busca da informação mas não necessariamente trouxe aprendizado. Quem copia e cola, sem nem ter o trabalho de ler o que está fazendo, não vai ter contato com a arte de aprender com o Google.

E você, conhece quem foi Stan Laurel e Oliver Hardy?

Vai pesquisar para aprender ou simplesmente “Copiar, Colar”?

Até a próxima!

Facebook Home: a evolução do Outdoor tradicional?

O mundo capitalista gira em torno do ato de comprar e vender produtos e serviços, onde o comerciante tem a preocupação em vender o seu produto/serviço e no outro lado a figura do consumidor, que deseja algo para consumir (se tratando de serviço) ou para ter (quando falamos de produto).

A preocupação do empresário é conseguir com que as pessoas saibam o que ele está comercializando pois nada mais frustrante que chegar ao final do dia e o estoque nem saiu do lugar ou aquele estabelecimento comercial que aluga quartos para uma noite tranquila, fique vazio e cheirando a mofo.

O consumidor precisa também conhecer o que há no mercado para satisfazer a sua vontade. Imagina em um determinada situação em que você precisa viajar para uma cidade e não sabe quais são os hotéis existentes na cidade em que ficará hospedado por alguns dias e não deu tempo de pesquisar na internet a relação de hotéis da cidade. O jeito é pesquisar quando chegar no destino, de alguma forma ou outra vai ser possível encontra um quarto para dormir.

Uma forma de se fazer propaganda e que tem sido usada há muito tempo é o chamado Outdoor. Quem nunca passou por uma local e uma propaganda está lá toda estampada em uma placa enorme de madeira ao lado da rua, avenida ou estrada, com o anúncio da propaganda (mesmo que seja propaganda política) de tamanho considerável que dificilmente alguém vai passar e não vai ler.

Geralmente, o comerciante aluga o espaço para ter o seu anúncio mostrado por um determinado tempo e após esse prazo, outra propaganda toma conta do espaço e assim por diante, em que no mesmo local pode ao longo do ano, existir centenas de propagandas diferentes.

Atualmente, o Facebook inovou e lançou o Facebook Home, uma espécie de interação da rede social que pode ser acomodado na área de trabalho inicial do seu celular, permitindo que você fique atualizado com o que passa na grande rede social e assim, não poderá ter mais a desculpa que não tem tempo para ler o que acontece por lá.

Entretanto, a análise dessa inovação não pode ser tão superficial a ponto de acreditar que o objetivo do Facebook Home é só manter o usuário da rede social atualizado com os feeds de notícias dos amigos. Percebo que no futuro, como forma de angariar lucro e visibilidade, o Facebook pode incentivar que patrocinadores comecem a utilizar esse meio para fazer as suas propagandas, encontrando um público farto e gigantesco de possíveis consumidores.

Afinal, estamos quase alcançando a taxa de um celular para cada habitante no Brasil. Imagina a situação: uma grande empresa automobilística coloca um anúncio de lançamento de um novo carro no mercado brasileiro e utiliza o Facebook home para isso. No momento que você desbloquear a tela do seu celular, como o Facebook home estará na sua página inicial, a primeira mensagem que você irá ler será a propaganda paga. Somente depois conseguirá ler as mensagens dos amigos.

Grande sacada? Pode ser, afinal, o anúncio do outdoor tradicional, aquele fixo no chão só tem visibilidade para quem passa no local. Se eu não costumo passar na mesma localidade do outdoor, nunca saberei do anúncio. Agora, com o Facebook Home, aonde você estiver, receberá um anúncio de um determinado produto ou serviço. Isso que eu chamo ( e estou inventando) de “mobildoor”.

Até a próxima!

Você já deu bom dia ao siri hoje?

Smartphones, tablet, netbook, ultrabook… aparelhos modernos e característicos dos dias atuais onde a tecnologia avança sem parar e traz vários benefícios que facilitam as nossas tarefas do cotidiano, mesmo tendo que pagar um preço alto para usufruir desses benefícios.

Antigamente, a telefonia fixa do país era tão primitiva que para se completar uma ligação de uma cidade para outra, era necessária a intervenção de uma telefonista na central da operadora de telefonia que com os seus longos e complexos fios, fazia a comutação da ligação, um tira e coloca de fio nos conectores de um painel grande para fazer completar a ligação.

Nos dias atuais, ninguém que não seja daquela geração ou pelo menos teve alguma avô contando a história de como se completava as ligações, não tem a menor ideia de como era difícil naquele tempo a vida de telefonista e como era a qualidade das ligações telefônicas.

As crianças já nascem na onda da tecnologia, alguns filhos já dominam muito mais a tecnologia que os próprios pais. Existem ainda uma dificuldade muito grande para os adultos em digerir a tecnologia e os pequeninos acabam ensinando com facilidade os mais velhos pela facilidade em adquirir o conhecimento digital, consequência do desenvolvimento da tecnologia nos dias de hoje.

A indústria de telefonia a cada ano tenta inovar e inventa facilidades para que os consumidores tenham o menor trabalho possível, deixando-os felizes e satisfeitos, mesmo que seja necessário desembolsar um valor alto para ter o aparelho da moda. Inicialmente, o aparelho de celular, especificamente, foi inventado para permitir realizar e receber chamadas fora de uma localidade fixa, ou seja, fora de casa.

Mas ao longo do tempo, o aparelho não ficou restrito somente a fazer e receber ligações. Agora podemos navegar na internet, tirar fotos, fazer vídeos, brincar com jogos, instalar programas, etc. Os smartphones agora viraram um tipo de computador que faz de tudo um pouco.

O grande empresário, inventor e mentor no setor americano de informática, Steve Jobs – da Apple, conseguiu criar um aplicativo no celular que consegue “conversar” com o usuário do celular, tornando a interação mais agradável entre homem e máquina, revolucionando a área de tecnologia: o siri.

Embora já exista aplicativos que reconhecem comando de voz para executar determinadas tarefas, o grande diferencial do Siri está não só na possibilidade do software responder a uma ação sua mas também entendê-la e apresentar ao usuário a melhor alternativa possível dentro de um contexto.

Por exemplo, a ideia do aplicativo siri é que quando o usuário falar no celular “eu gostaria de comer uma maça”, o aparelho (iphone) identifique que se trata de comida e o aplicativo mostraria uma lista de locais onde você possa comer maça. Tarefa mais simples ainda se você utilizar a geolocalização, que as opções de lugares seriam os mais perto de onde se encontra naquele momento o usuário.

Imaginemos agora o Siri como um assistente pessoal, que anota os seus recados a medida que vai falando, envia os e-mails quando solicitado e procura uma determinada informação na lista de contatos para realizar uma ligação, tudo isso enquanto você está no trânsito e dirigindo o seu carro, mantendo as duas mão no volante.

Realmente, a tecnologia veio para nos ajudar e aumentar a produtividade, já que não podemos aumentar o números de horas do dia, que continua com 24 horas. O jeito é apelar para essa tecnologia e além de ficar em dia com os recursos mais atuais no mundo da informática, você terá alguém perto de você para “conversar”.

Então, você já deu bom dia ao siri hoje?

Até a próxima!

Twitter: um tweet tem poder para gerar uma Guerra Mundial?

Os tempos modernos nos trazem ferramentas e soluções tecnológicas que podem facilitar o nosso dia a dia, tornando mais prazeroso as atividades de pesquisa e no desenvolvimento de alguma ideia para se colocar em prática. Por exemplo, se você vai receber uma visita e não sabe como fazer um bolo, não tem problema, a internet te ajuda a encontrar a melhor receita.

Nessa onda de evolução e criação tecnológica, surgiram as redes sociais com o intuito de aproximar as pessoas e trocarem mensagens do cotidiano, tornando a internet mais amigável e proporcionando novas amizades no mundo virtual. É uma tendência que veio e que ficou, apesar de algumas redes sociais estarem diminuindo a presença de seus seguidores.

Logicamente que com o passar dos anos, a rede social pode ficar sem novidades e consequentemente, desmotiva o seu uso por parte dos seus usuários que estão cada vez mais exigentes e buscam sempre novidades, para continuar a usar o serviço virtual.

Vamos falar especificamente da rede social Twitter, que particularmente eu tenho usado para me manter informado e atualizado com as notícias do meu país e do Mundo. Pode parecer um inconveniente o limite de 140 caracteres imposto pela rede social para mandar uma mensagem (tweet) a todos os seus seguidores mas por outro lado, tem um certo sentido. Essa limitação nos faz enviar uma mensagem mais objetiva, com a ideia central do sentimento ou da informação em si, evitando textos longos e chatos que com certeza iriam desmotivar os seus seguidores a ler o post.

Entretanto, o que temos visto ultimamente, são consequências na vida real de determinados tweet enviados no Twitter. Um caso bem divulgado foi a da estudante de Direito em um escritório de advocacia que disparou uma mensagem falando que todo nordestino que mora em São Paulo deveria morrer. Tragédia total. Uma simples mensagem virtual ocasionou uma revolta real sem controle.

As consequências foram inevitáveis: a estudante perdeu o estágio, ganhou uma inimizade na internet e pior, foi processada pelo crime de racismo. Exagero isso ter acontecido com ela? Acredito que não pois o que estamos transmitindo pela internet nada mais é que o nosso próprio pensamento real. A internet, o computador e o twitter são meras ferramentas que utilizamos para externar o pensamento humano.

Outro caso com grande repercussão foi a de um funcionário de uma determinada empresa que acabou se dando mal também com a postagem de mensagens virtuais na internet. Torcedor fanático pelo seu time, vendo um determinado clássico dentro do estádio de futebol, ao final do jogo, mandou um tweet com palavras ofensivas a todos os torcedores do time adversário que acabou perdendo a partida. O detalhe é que a empresa que paga o salário do funcionário é a empresa patrocinadora do time adversário que perder a partida de futebol. Não restou outra alternativa a não ser a demissão do funcionário e a retratação pública da empresa se desculpando aos torcedores ofendidos.

Casos como esses são comuns em nossa sociedade que acaba utilizando as mídias sociais para expressar o sentimento do momento, sem pensar momentaneamente das possíveis consequências do seu comentário.

Um fato inusitado e quase provocou o início de uma guerra mundial aconteceu com um tweet enviado no japão, na cidade de Yokohama, que era uma mensagem que estava pronta para ser enviada somente no caso de um míssil fosse lançado entre os conflitos da Coreia do Norte e Coreia do Sul.

A cidade de Yokohama postou em seu perfil oficial da cidade que a Coreia do Norte havia iniciado uma ataque, disparando um míssil contra o Japão. Tudo não passou de um engano. O Tweet ficou no ar cerca de 20 minutos, tempo bastante para ser visualizado por mais de 42.000 seguidores do perfil. Logo em seguida ele foi removido e veio um pedido de desculpas. A justificativa era que o texto estava pronto para ser lançado o mais rápido possível, caso fosse necessário, e um imprevisto fez com que ele fosse postado antes da hora.

Contudo, fico imaginando o que passou na cabeça dos seguidores durante a permanência do post no ar nos longos 20 minutos sobre o ataque do míssil ao japão. Será que muitos replicaram aos seus próprios seguidores e instalou-se um caos na cidade ou somente fizeram o último pedido antes de “morrer”? Como, por exemplo, comer um sushi!

Até a próxima!

Táxi com Wi-Fi: uma nova tendência para ganhar novos clientes?

A cada dia que passa, milhares de pessoas buscam oportunidades de trabalho para garantir o seu sustento e conseguir uma posição social. Uma classe de trabalhadores que trabalham o dia todo, faça chuva ou faça sol, são os taxistas.

Essa classe de trabalhadores precisa dirigir o tempo todo para receber o valor das corridas e assim, pagar as contas no final do mês. Entretanto, muitos motoristas de táxi não são necessariamente os proprietários das permissões de exploração do serviço, delegado pelo poder público. São os chamados Defensores, pessoas que dirigem para o proprietário da placa de táxi e dividem com o dono do táxi o valor das corridas recebidas.

Logicamente que o controle do valor recebido está atrelado a quilometragem percorrida pelo carro e o uso do taxímetro, aparelho obrigatório nesse tipo de serviço. Não irei abordar aqui se o dono da placa de táxi deveria ou não ser o proprietário, se já tem outro emprego formal, se é deputado… essa visão pode no futuro, ser objeto de outro post.

A questão é como conseguir fidelizar um cliente que utiliza o serviço de táxi ou pelo menos ter um diferencial para que em uma nova oportunidade, o cliente volte a procurar esse mesmo profissional pelo bom atendimento ou por alguma facilidade que cativou o cliente a procurá-lo.

Antigamente, o táxi com destaque era aquele em que o carro tinha aparelho de som e que não tivesse os pneus carecas, assim como a existências de itens de segurança, como por exemplo o cinto de segurança.

De lá para cá, a concorrência é tão grande que o que era luxo no passado, como carro com ar condicionado, hoje é quase uma obrigação. Com o aquecimento global, parece que temos somente um tempo predominante: o verão 40 graus!

Não é a toa que os primeiros serviços de táxis executivos, principalmente para atender os funcionários de empresas, tinham carros novos, geralmente zero quilômetros e ar condicionados. Atualmente, nas novas permissões de exploração de placa de táxi, já faz parte do edital na concorrência de novas ofertas de placas vermelhas (táxi) além de outras exigências.

Já flagrou taxistas de outros municípios atuando no município vizinho? Estamos entrando em uma “guerra’ por passageiros pois a vida está muito cara e difícil, não se pode o proprietário ou defensor de táxi ficar parado em um determinado ponto esperando pelos passageiros, exceção dos pontos movimentados como um aeroporto que é certo a existência de clientes todos os dias.

Mas o diferencial para conquistar o cliente não está mais diretamente ligado ao carro em si e sim em algo agregado ao serviço de transporte. Imagine um executivo que está chegando na cidade e precisa responder a um e-mail com urgência e possui um tablet com Wi-fi (não comprou um com 3G pois era mais barato e sempre usou somente em casa e no trabalho a rede sem fio, não previu esses momento de necessidade da internet) que poderia ser utilizado para garantir um fechamento de negócio milionário ou evitar uma demissão desnecessária.

Para atrair o passageiro a utilizar novamente o seu serviço ou pelo menos fazer a propaganda positiva, o taxista oferece ao cliente uma internet Wi-Fi, dentro do táxi, permitindo que ele resolva o problema do envio de e-mail e possibilite a navegação na internet. É um procedimento simples que gera um enorme resultado positivo.

As dúvidas agora crescem para saber como ter uma internet dentro do táxi, um roteador wireless, sinal de satélite? Nada disso. O compartilhamento da internet é muito simples de ser oferecido ao cliente: compartilhe a internet de seu celular com o passageiro. Ofereça esse benefício e verá que uma atitude simples assim, você conquistará novos clientes. Pelo menos receberá um twitter ou um post no Facebook avisando desse benefício em seu táxi.

Quem sabe o post não ganhe um milhão de curtidas e isso se converta em novos clientes?

Até a próxima!

Home Office: Qual o maior beneficiário, o Patrão ou o Funcionário?

Desde os primórdios da humanidade, o homem sempre teve que batalhar para conseguir manter o seu sustento. Na idade da pedra, caçava animais, bebia a água dos rios, construía abrigos nas cavernas mas sempre era necessário uma atividade para manter as tarefas cotidianas e poder se alimentar.

Não é mistério que até os dias de hoje continuamos a exercer essa atividade de trabalho, necessidade pelo alimento, o cuidado pelo bem da família e, diferente de nossos antepassados, permitir alguns luxos que a modernidade nos proporciona como carros mais confortáveis, roupas de marca, comidas sofisticadas, enfim, fazer o que bem entender com o dinheiro ganho no fim do mês resultado de muito trabalho.

Logicamente que não podemos garantir todos esses benefícios para aqueles que estão desempregados mas com certeza o objetivo dessas pessoas é trabalhar, seja de carteira assinada ou na informalidade, cada um com seus lado positivo e negativo.

Todavia, hoje vamos analisar uma situação que é fruto de uma consequência do desenvolvimento tecnológico que estamos vivendo: a mobilidade. Muitas pessoas nesse momento estão trabalhando dentro de uma sala com ar condicionado na empresa, atendendo a ligações, conversando com funcionários, com o público em geral, realizando as suas tarefas diárias e objetivando alcançar algumas metas estabelecidas para o dia.

Entretanto, olhando no prisma de trabalho na empresa, temos que considerar para o funcionário uma necessidade de deslocamento da casa ao trabalho, que pode ser na condução da própria empresa, no carro do funcionário, pegando um táxi, etc. Ou seja, nessa situação teremos um custo associado aos trabalhadores que precisam ir para a empresa e assim, desenvolver a sua atividade laboral.

Estamos falando de gastos financeiros e de saúde. Financeiro pois tem o custo pela empresa da condução dos funcionários ou pelo funcionário com o combustível de seu carro, o manutenção do veículo, eventuais despesas de furo de pneu, alguns arranhões em pequenas batidas, pagar aquele café da manhã na padaria da esquina por ter acordado atrasado e teve que sair de casa correndo para não levar uma bronca do chefe e por aí vai.

Gasto em saúde quando se trata do stress do trânsito, seja na impaciência no centro urbano de guiar o carro em uma via que ninguém sai do lugar, levando horas para chegar ao trabalho, a paciência que tem que ter dentro do ônibus (transporte público) lotado nas primeiras horas do dia, quando consegue pegar a condução e fora nos casos que na condução coletiva você nem sempre consegue ir sentado, resultando em cansaço físico antes mesmo de iniciar a jornada de trabalho.

No mundo moderno, algumas empresas inovaram e permitem ao funcionário realizar as tarefas da empresa em sua própria casa, ficando conhecido com Home Office. Alguns patrões liberam seus funcionários para trabalhar em determinados dias na semana em casa, outros liberam todos os dias, depende da atividade e do resultado alcançado de cada um. Logicamente que não são todos os beneficiados, muita das vezes esse benefício é concedido aos funcionários com mais tempo de casa.

A questão é o benefício que isso trás para ambos os lados. Com o funcionário trabalhando em casa, não tem como negar que a qualidade de vida será bem melhor. Entretanto, será necessário uma disciplina rigorosa para não confundir as tarefas de casa com o do trabalho e vice-versa.

Trabalhar em casa é mais prazeroso, está perto da família, não tendo o stress do trânsito, as fofocas do trabalho e tudo aquilo que a gente não gosta de ter contato no ambiente de trabalho. Contudo, temos que lembrar que quando o patrão desloca o funcionário para trabalhar em casa, alguns gastos terão que ser assumidos pelo funcionário: o almoço será em casa, aquele telefonema para o chefe será realizado de casa, o fax necessário com a pauta da reunião da empresa, a internet para realizar as tarefas do trabalho será usado o da família, enfim, nem sempre são flores o trabalho em casa.

Algumas empresas estão abolindo o trabalho em casa devido ao baixo rendimento de seus funcionários que não conseguem comprovar a eficiência do Home Office em detrimento ao trabalho “in loco”, dentro da empresa. Assim, por mais custoso que seja para o patrão, é melhor manter por perto o funcionário em que se pode vigiar as suas ações e controlar a meta a ser alcançada.

E você, já foi solicitar ao seu patrão para trabalhar de Home Office?

Até a próxima!

Facebook: Aproximando as pessoas que estão longe e distanciando as que estão perto

A internet surgiu e conquistou a humanidade, trouxe progresso, abriu as portas do conhecimento, gerou negócios, diminuiu as distâncias, aumentou o campo da pesquisa e muitos outros benefícios que olhando para trás, só temos a agradecer esse momento histórico no desenvolvimento de nossas vidas.

Junto com a internet, mesmo que um tempo depois, após um certo amadurecimento das pessoas no uso da grande rede e vislumbrando um horizonte de vínculo de amizades sociais virtuais, nasceu as mídias sociais, um deles especificamente o mais conhecido e utilizado no momento: o Facebook.

Em um primeiro momento, como toda novidade, foi uma explosão de novos usuários se cadastrando na rede social com o objetivo de realizar um círculo de amizades onde cada vez mais o usuário vai encontrando velhos e antigos amigos, aqueles da época da infância e até os mais distantes, aqueles familiares que raramente a gente se fala, normalmente os encontramos somente em dias especiais, como num enterro, por exemplo.

Atualmente, estamos vivendo uma realidade estranha no Facebook (diga-se de passagem que estou fazendo um comparativo com o uso do Facebook pelos vários amigos que tenho e percebo como eles sem comportam nessa rede social pelo simples motivo que eu mesmo não tenho conta no Facebook) onde de um lado, o Facebook realiza o seu principal objetivo: aproximar as pessoas que estão longe.

Realmente isso tem acontecido cada vez mais. Quantas vezes não encontramos um amigo distante, que estudamos na mesma escola há vários anos ou aquela pessoa do seu primeiro emprego e ela está te solicitando adicionar no círculo de amigos dela no Facebook. Pronto, a rede social diminuiu a distância entre vocês e que coisa prática, agora podemos trocar mensagens e saber o que a pessoa anda fazendo, mesmo sem ter o contato real com ela, que em muitos casos, vocês podem está à quilômetros de distância.

Entretanto, existe um outro problema: ao mesmo tempo que o Facebook está diminuindo a distância das pessoas que estão longe, está distanciando as que estão perto. Reflita essa máxima com muito observação e verá que é a nossa realidade, mesmo para os críticos dessa teoria.

Em um bar, você está com seus amigos e todos tem smartphone e lógico, também possuem conta no Facebook. Chegou a cerveja estupidamente gelada, todos correm para “sacar” o seu celular, tirar uma foto daquela garrafa bem gelada com crosta de gelo e … todos acabam de postar na rede social como é que a cerveja está gelada! Até então ninguém disse nenhuma palavra na mesa, incrível! A conversa parece mais animada nas trocas de chat pelo Facebook no celular que na própria conversa na mesa.

Outro exemplo claro em que o Facebook afasta as pessoas é em casa mesmo. O marido chega do trabalho, a mulher acabou de fazer a janta e as crianças (os filhos do casal) estão no quarto imagina fazendo o quê? Lendo os posts do Facebook, cada um no seu computador ou celular. A mãe posta no Facebook ou usa o chat da rede social avisando que o jantar está na mesa e é para eles irem comer senão a comida vai esfriar.

Ainda não está acreditando na teoria do afastamento das pessoas que estão perto? Última tentativa, agora no ambiente de trabalho. Quantas vezes não utilizamos a rede social para mandar uma mensagem para o amigo que se encontra na sala ao lado da sua para colocar as novidades em dia? Fazer uma ligação no telefone da empresa para contar novidades? Melhor usar o Facebook, os dois são amigos na rede social e é mais prático, é mais legal. Ninguém mais levanta da cadeira, sai da sala, desce a escada e vai de encontro com o amigo para dar um simples “Bom dia!”. Não, agora a moda é: “Bom dia Faceteiros”.

Até a próxima!

Smartphone: tela de 20 polegadas?

Desde a invenção do celular, muita coisa mudou e sempre estamos sendo surpreendidos com as inovações tecnológicas na área de telefonia, o qual estamos nos acostumando e associando a tal “mobilidade”.

Lembro do telefone do meu avô, aquele aparelho com um disco no meio do telefone que tínhamos que esperar o disco dá uma volta para que um número fosse discado e para ligar para alguém, lá se iam eternos segundos para completar a discagem dos números do telefone.

Atualmente, no mundo digital em que vivemos, a velocidade é o carro chefe para resolver as nossas questões e ficamos nervosos se algum aparelho eletrônico parar de funcionar, quanto mais se for o nosso Smartphone!

Como terei acesso aos meus e-mails se o meu celular parar? Será que alguém me mandou uma mensagem sms? Estarei “de fora” do que está acontecendo no Facebook, meus amigos vão achar que eu morri se deixar de postar alguma notícia no Twitter!

Enfim, somos dependentes da tecnologia. É fato! Mas uma coisa está me chamando a atenção que não se pode deixar de falar: o tamanho das telas dos smartphones estão crescendo. Quando comprei o meu primeiro celular era um aparelho modesto, com algumas funções básicas para um telefone, em uma época que comprávamos o celular para fazer e receber ligação, no máximo, receber uma mensagem torpedo, quando não podíamos atender a ligação.

Se não me engano, o tamanho da tela dos celulares era do tipo 2 polegas, mal cabiam duas ou três linhas de texto que tínhamos que rolar a tela várias vezes para ler algumas palavras e achávamos o máximo, afinal, estávamos na “moda’ da tecnologia, mesmo que para isso era necessária gastar o dinheiro da poupança para comprar um.

O que estou percebendo nos dias atuais é que mesmo com a invenção do tablet de 7, 8 e 10 polegadas, eles foram criados para um propósito: melhorar a forma de usar a internet, produzir textos e tantos outros recursos que o notebook também faz entretanto os tablets são mais leves.

Assim foi a ideia de se inovar com os smartphone, a indústria sempre pensando nos usuários, está produzindo celulares com telas maiores para proporcionar uma visão de qualidade dos filmes em Full HD ou fotos de vários megapixels, mesmo que para isso seja necessário ter processadores e hardware mais potentes (elevando o preço do aparelho) para conseguir manter a qualidade da imagem a cada aumento da tela do smartphone.

Um fabricante de smartphone já anunciou novos aparelhos com telas de quase 7 polegadas! Apesar do tamanho, a fabricante garante que vai caber no bolso da calça de seus consumidores.

Todavia, esse será o caminho do desenvolvimento dos smartphones? A tendência é criar aparelhos maiores e potentes para satisfazer a moda da mobilidade? Desculpa mas por quê então não comprar um tablet? Afinal, você quer um telefone para falar com as pessoas ou usar o smartphone como um computador?

Acredito que se não refletirmos logo, vou vender a minha televisão de tubo de 20 polegadas e comprar um smartphone, afinal, ela tem internet, manda torpedo, entra no facebook, posta no twitter, lê e-mail…. faz cafezinho?

Até a próxima!