Palestra sobre Tecnologia da Informação aliada ao Comércio Exterior dada no Cet-Faesa

Tecnologia da Informação é tema de palestra para alunos do CET-FAESA

Fonte: Cet-Faesa (www.cetfaesa.com.br)

Wanessa Eustachio

Os universitários das turmas dos 3° e 4° períodos dos Cursos Superiores de Tecnologia em Comércio Exterior, Gestão Comercial e Logística aprofundaram seus conhecimentos a respeito da Tecnologia da Informação através da palestra com o coordenador de TI da empresa Hiper Export, Roney Medice.

A palestra foi coordenada pelo professor Leonardo Quintas Rocha e faz parte do plano de ensino da disciplina do docente. O evento ocorreu na última quarta-feira (17), no auditório da Faculdade.

Medice apresentou a palestra com o tema “A tecnologia da informação e suas soluções para logística do comércio exterior” e explicou como a tecnologia de sistemas de informação pode apoiar e otimizar os processos de logística no contexto do comércio exterior além de métodos e ferramentas, como por exemplo, o software Sistema de Armazenamento para Recintos Alfandegários (SARA). Uma ferramenta que faz gestão de controle processual de recebimento, armazenamento, desembarque aduaneiro e exportação de mercadoria. Ao final da apresentação de Medice os alunos puderam realizar perguntas ao convidado.

 

Totvs_Cet_Faesa_Roney_Medice_Hiper_Export_01Totvs_Cet_Faesa_Roney_Medice_Hiper_Export_02Totvs_Cet_Faesa_Roney_Medice_Hiper_Export_04

3º Worshop TISaúde – Segurança Digital

No dia 30 de maio, a partir das 8h da manhã, a Emescam sediará o 3º Workshop TIsaúde, com tema central “Segurança Digital”.

Segue abaixo o banner do evento e faça a sua inscrição, é GRATUITO!

Fazer Inscrição

Roney_medice_emescam_ITSAUDE

O evento RoadSec passou por mais uma cidade – Vitória-ES

Nesse sábado, dia 16 de agosto de 2014, o RoadSec aconteceu na cidade de Vitória-ES com o apoio da UVV – Universidade de Vila Velha que disponibilizou as suas dependências para a realização desse evento tão importante sobre Segurança da Informação.

Anderson Ramos

Anderson Ramos

A abertura do evento foi oficializado em Vitória-ES pelo coordenador do RoadSec, Anderson Ramos, salientando a importância do Estado do Espírito Santo fomentar o assunto sobre Segurança da Informação e a necessidade dos profissionais de informática em participar mais ativamente dos eventos nessa área.

Agradeceu a presença de todos e deu início aos trabalhos apresentando o primeiro palestrante do evento.

Carolina Bozza

Carolina Bozza

A primeira palestra do RoadSec foi comandada por Carolina Bozza, da CyberArk onde comentou sobre dispositivos de segurança, dentre eles o “cofre” de senhas para os ativos de rede.

A palestrante abordou a dificuldade de se criar uma senha segura e ao mesmo tempo, que não seja tão difícil ao ponto do usuário esquecê-la.

Exemplificou casos de usuários de informática que tem por hábito, anotar a senha em diversos locais como monitor, embaixo do teclado e outros lugares inapropriados.

Com um auditório lotado, os participantes puderam observar atentamente como estão as novidades do mercado de tecnologia, absorvendo conhecimento técnico e de gestão, ampliando o networking e fazendo novas amizades durante a realização das oficinas de desafios.

Participantes no auditório.

Participantes no auditório.

Um ponto que chamou bastante a atenção foi a grande participação efetiva dos presentes ao evento que não economizaram nas perguntas, sugestões ou críticas nos diversos assuntos abordados nas palestras durante o RoadSec em Vitória-ES.

Participação dos presentes durante o evento.

Participação dos presentes durante o evento.

Alan Castro

Alan Castro

O segundo palestrante do dia foi Alan Castro, da Symantec, o qual relatou uma pesquisa da Symantec referente aos tipos de riscos corporativos e as necessidades das pessoas em proteger os ativos de rede.

No ranking de riscos, estão os problemas com “hackers”, vírus, pessoas mal intencionadas e as vulnerabilidades de softwares.

Após um rápido coffe-break, o evento continuou com o palestrante da Actantes, Rodolfo Avelino que trouxe para o RoadSec assuntos como o cenário dos malwares no Brasil e os desafios para a privacidade e o anonimato na internet.

Um bate-papo descontraído e que gerou várias risadas ao público presente com exemplos e situações que vivemos em nosso cotidiano.

Rodolfo Avelino

Rodolfo Avelino

Fechando a programação da parte da manhã no RoadSec em Vitória-ES, foi a vez de falar sobre um tema bem interessante e empolgante que é a Rede Tor e a Deep Web, os palestrantes Gilberto Sudré, Gustavo Martinelli e Gustavo Roberto.

Gilberto Sudré

Gilberto Sudré

Gustavo Martinelli e Gustavo Roberto

Gustavo Martinelli e Gustavo Roberto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Após o intervalo de almoço, ocorreram as oficinas de desafios e as demais palestras conforme a programação do evento.

Fotos do evento:

Ulysses  Monteiro

Ulysses Monteiro

Leomar Viegas

Leomar Viegas

Ganhador do desafio  H4c4FL4G

Ganhador do desafio H4ck4FL4G

Oficina de Robótica - Lego

Oficina de Robótica – Lego

Oficina - Lock Picking

Oficina – Lock Picking

Oficina - Lock Picking - Ferramentas

Oficina – Lock Picking – Ferramentas

Notícias Tecnológicas agora também no Flipboard!

A informação é fundamental para gerar o conhecimento. Com essa premissa, eu sei muito bem como é difícil mantermos atualizados com as notícias que são geradas a cada minuto em nosso mundo.

Pensando nisso, resolvi ajudar os navegantes desse grande navio que é a Internet e a partir de agora, está criado mais um canal de informação para que você possa se manter atualizado com as notícias tecnológicas e do cotidiano, de uma forma centralizada e modernas, onde os artigos podem ser lidos em smartphones, tablet e no próprio computador.

Aproveita e assine a revista, é gratuita. Basta clicar dentro da revista na opção “Seguir” e pronto.

Clique no link abaixo para já começar a ler a revista Notícias Tecnológicas no Flipboard agora mesmo ou se preferir, baixe o app do Flipboard em seu smartphone, nas versões IOS e Android.

Confira Notícias Tecnológicas por Roney Medice em http://flip.it/9Vlji

Revista – Notícias Tecnológicas – Flipboard


Available on the App Store

Android app on Google Play
Available on the Windows Store
Available on BlackBerry

Ladrões usam pen drives para assaltar caixas eletrônicos

Eu li uma matéria na BBC Brasil que me chamou muito a atenção e precisamos ficar atentos para que esse tipo de ataque não seja “importado” pelos criminosos Brasileiros.

Os detalhes dos ataques, realizados contra caixas de um banco europeu cujo nome não foi divulgado, foram apresentados no congresso Chaos Computing, em Hamburgo, na Alemanha, que debateu crimes cibernéticos.

Os dois pesquisadores que detalharam os ataques pediram que seus nomes tampouco fossem divulgados.

Segundo eles, esse tipo de ataque começou a ser aplicado em julho, depois de o banco notar que vários de seus caixas eletrônicos estavam sendo esvaziados apesar do uso de cofres para proteger o dinheiro dentro das máquinas.

Depois de um aumento na vigilância, o banco descobriu que os criminosos estavam vandalizando as máquinas para usar os pen drives infectados com o malware (software destinado a se infiltrar em um computador).

Uma vez que o malware fosse transferido para a máquina, eles fechavam o buraco aberto para a entrada do pen drive. Desta forma, um mesmo caixa eletrônico poderia ser atacado várias vezes.

Códigos

Para ativar o código na hora em que quisessem, os criminosos digitavam uma série de 12 dígitos que lançava uma interface especial.

Análises do software instalado em quatro caixas eletrônicos atacados demonstraram que as máquinas infectadas mostravam não apenas a quantidade de dinheiro disponível em seu cofre, mas também quais as notas disponíveis e um menu com as opções de escolha das notas.

Segundo os pesquisadores, isso permitia que os criminosos pedissem a liberação das notas de valor mais alto para minimizar o tempo em que eles ficavam no caixa eletrônico, se arriscando a serem flagrados.

Os pesquisadores que revelaram esse novo tipo de crime cibernético também notaram outro aspecto: os criminosos que usam esse tipo de malware pareciam temer que membros da própria gangue agissem por conta própria.

Por isso, para a liberação do dinheiro no caixa eletrônico, o criminoso precisa digitar um segundo código, que varia a cada vez que o software é usado.

O criminoso só pode obter esse segundo código ligando para outro membro do grupo e descrevendo a ele os números que são mostrados na tela do caixa eletrônico no momento do crime.

Sem isso, o caixa eletrônico volta ao normal depois de três minutos, como se não tivesse sido atacado.

Os pesquisadores afirmaram que o código do malware usado nos caixas eletrônicos é muito difícil de analisar.

Fonte: BBC Brasil

A busca pelo culpado de um projeto fracassado e o Dilema do Prisioneiro

O caminho contemporâneo para se colocar uma ideia em prática dentro de uma empresa é a criação de um projeto, cujo objetivo é levantar as atividades necessárias e relevantes para que um objetivo final seja alcançado. Esse processo desde a concepção da ideia e a entrega do produto final é realizado através de um planejamento estratégico que conhecemos como projeto.

Não é meu intuito fazer definições ou trazer conceitos do PMBOK (Project Management Body of Knowledge – que é um conjunto de práticas em gerência de projetos) e sim, debater uma visão gestora sobre a consequência de um projeto fracassado no que diz respeito a “apontar” um ou vários culpados, fazendo um paralelo com o dilema do prisioneiro.

As melhores práticas de gerenciamento de projeto são fundamentais para que o administrador da empresa ou o responsável pelo projeto consiga trilhar um caminho padrão em sua atividade mas que acima de tudo, as melhores práticas não vão ditar se o caminho a ser seguido é correto ou não. Apenas, vão ajudar a diminuir os problemas do dia a dia na execução do projeto e aumentar as chances de sucesso da execução do pleito.

Entretanto, sabemos que nem sempre os projetos criados dentro de uma empresa tem um final feliz ou pelo menos com um resultado esperado. Diversos fatores podem influenciar no desenvolvimento de um projeto e dependendo da equipe que estiver a frente dessa empreitada, pode não conseguir alterar o resultado negativo de um projeto.

Quanto temos um resultado negativo de um projeto, que ao final não atendeu as expectativas geradas na fase de planejamento ou por sua execução conter diversas falhas operacionais que inviabilizam a execução do projeto, é normal procurar os responsáveis pelo resultado negativo para que algumas soluções possam ser levantadas ou simplesmente para realizar as temidas “punições” aos responsáveis.

Claro que cada projeto deve está vinculado um Gerente de Projeto, que é o gestor líder do projeto em andamento e sem sombra de dúvida, eu diria que ele tem uma “responsabilidade objetiva” quanto ao resultado final. Todavia, podemos ter autores diretos que influenciaram para o fracasso de um projeto e não necessariamente o líder do projeto teria a culpa unilateralmente.

Por exemplo, em um projeto de desenvolvimento de sistema, pode ser que o gerente do projeto não saiba nada sobre programação e que confia na equipe de programadores para que o sistema final tenha sucesso em sua implementação e assim, o projeto tenha um sucesso esperado.

Contudo, ao final da programação e passada a fase de homologação, só foi detectado um problema gravíssimo de vulnerabilidade ou problema de integração entre alguns módulos a partir do momento que o sistema passou a ser utilizado pelo cliente final. A princípio, o projeto foi concluído com sucesso mas com a descoberta do problema, dependendo das circunstâncias, o sistema tem que ser abortado o seu uso para evitar prejuízos futuros. Isso que eu chamo de um projeto fracassado, quando inviabiliza o produto com a descoberta de um problema.

E nesse momento, quem é o culpado pelo fracasso desse projeto? O gestor do projeto que não conseguiu mensurar essa possibilidade de erro na integração entre os módulos? Os programadores que não testaram a contento conforme as melhores práticas de desenvolvimento de software? Os analistas de sistemas do projeto que não souberam realizar corretamente o diagrama de fluxo de dados? A quem culpar?

Essa busca pelo culpado eu faço uma comparação com o dilema do prisioneiro, um problema clássico da teoria dos jogos (em que cada jogador, de modo independentemente, quer aumentar ao máximo a sua própria vantagem sem lhe importar com o resultado do outro) e pode ser comparado em que dois suspeitos são presos por um crime mas não existe uma prova fundamental para que possa incriminar um deles. Com isso, é oferecido vantagens pessoais para cada um deles, de forma separado, e sem saber que a mesma vantagem está sendo oferecido ao outro, para que o mesmo atribua o crime ao outro e assim, conseguir o benefício com a exclusão da culpa.

Será que ao invés de cada um tentar colocar a culpa no outro, não é melhor realizar uma cooperação e achar uma melhor saída para evitar apontar determinados culpados e o prejuízo final ser ainda maior?

No primeiro momento, atribuir a culpa ao outro poderia trazer uma vantagem pessoal mas ainda acredito que se todos cooperassem, o resultado final seria melhor. Mas como no dilema do prisioneiro, que o ponto chave é incentivar individualmente que cada um delate o outro, mesmo prometido colaborar, existem diversos projetos fracassados que vivemos um dilema de prisioneiro nas equipes: ninguém quer aceitar para si o fracasso do projeto. Sempre há necessidade de se culpar o outro.

Até a próxima!