Precisa monitorar alguém? Dê como presente um smartphone e seja feliz!

A sociedade busca por tecnologia para atender as suas necessidades diárias e realizar tarefas com o menor esforço possível. Essa é uma consequência do mundo moderno em que vivemos, muita tecnologia que agrega muito custo para manter e ter esse tipo de benefício tecnológico.

Alguns segmentos da economia conseguem desfrutar desse momento de evolução dos equipamentos eletrônicos para ganhar dinheiro. Os empresários gostam de tecnologia e estão sempre pensando em um jeito de ganhar dinheiro com ela. Muitos se especializam e conseguem a satisfação profissional com ideias boas e eficientes.

A população nem sempre pensa em ganhar dinheiro com a tecnologia e sim, como utilizá-la a seu favor. Escutamos amigos reclamarem que não sabem se estão sendo traídos pois a parceira chega tarde em casa, fica desanimada, não liga mais para eles… enfim, a preocupação e o medo tomam conta do sujeito que ele só enxerga uma solução: contratar um especialista (detetive particular) para monitorar e confirmar as possíveis suspeitas que nem sempre são verdadeiras.

Resultado desse investimento desnecessário e com um alto custo financeiro: fica com cara de bobo e pior, sem dinheiro no bolso. Situações essa que milhares de pessoas recorrem para ter a certeza se tem algo estranho no ar e querem descobrir de alguma forma o que está acontecendo. A mente humana é cruel, perversa e se não tiver controle, os pensamentos tomam um rumo inesperado e determinadas ações poderão ter um fim trágico, mesmo sem nenhum tipo de prova existir a respeito do possível fato da traição.

Mas nem tudo está perdido e também não necessariamente você precisa monitorar uma pessoa por supor uma traição. As vezes a mãe ou o pai preocupado com a mudança repentina dos filhos, quer saber se eles estão usando algum tipo de entorpecente, se estão frequentando boca de fumo ou simplesmente verificar se o adolescente foi mesmo realizar o trabalho escolar na casa do amigo na localidade informada aos pais antes de sair de casa.

Com a chegada dos smartphones no mercado, tornou-se possível monitorar os passos da pessoa querida através desses celulares modernos. E não só para isso. Quantos casos na televisão e no jornal que são noticiados de sequestro relâmpago ou até mesmo de roubo de carro mediante violência aos seus ocupantes, que precisam entregar todos os seus pertences aos criminosos, inclusive o seu moderno aparelho smartphone.

Ficou fácil monitorar as pessoas ou carro com um aparelho desse. Basta instalar um aplicativo no celular e pronto, seu celular já será possível ser rastreado. Se for um Iphone, celular da Apple, é mais fácil ainda. Não precisa instalar app nenhum, basta realizar o login na opção de Cloud no aparelho com a sua conta do App Store e habilitar o uso do iCloud e da opção de localização do celular.

Pronto, qualquer necessidade de se rastrear o aparelho, você pode realizar a busca por um Ipad ou pelo site da Apple. Em instantes, aparecerá em sua tela a localização do aparelho e aí, é só informar as autoridades e aguardar o desfecho final.

As pessoas agora não precisam mais pensar em como monitorar seus entes queridos sem ter que gastar muito. Dê a ela um smartphone! Com o serviço de localização ativado antes da entrega do aparelho, a sua preocupação em desconfiar se tornará em certeza, ou não. A questão que poderemos detalhar em outro momento é quanto a moralidade em realizar esse ato, afinal, a pessoa acredita que está recebendo um presente (e está mesmo) mas não sabe que por trás há uma “troca” não negociada: a divulgação de sua localização para a pessoa que te deu o smartphone.

Não tenha dúvida que é um tipo de controle, como se as pessoas fossem “posse” mas no fundo, é menos custoso que contratar um serviço de detetive particular e no final da investigação descobrir que ela ou ele não está te traindo. Somente estava reformando um apartamento as escondidas para depois te pedir em casamento e morar nesse local! Simples assim.

E mais, pelo menos se não encontrar nada de anormal monitorando a pessoa, poderá utilizar o presente dado realizando uma ligação e declarando em alto e bom tom: EU TE AMO!

Quer ser feliz e com dinheiro no bolso? Dê um smartphone!

Até a próxima!

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A Internet mata!

Assaltos, roubos, sequestros…. crimes que acontecem cada vez mais em nossa sociedade e que não aguentamos mais escutar. Todos os dias nos jornais, revistas e na televisão, sempre tem uma notícia que revela a crueldade do ser humano, por mais simples que seja a ação.

As pessoas buscam evitar sair de casa, andar em lugares escuros e tentam não sair de casa por motivos banais, uma situação que na década passada não era concebida essa situação.

Nossa geração de pais e avós eram acostumados a brincar na rua e andar pela cidade nas noites boêmias sem ter a menor preocupação com a violência. Estamos cada vez mais aprisionados em nossos lares em busca de uma segurança que deveria ser de responsabilidade do Estado enquanto estivermos nas vias públicas. Assim, o cidadão que paga os seus impostos fica “preso” em sua casa enquanto que os criminosos ficam soltos andando pelas ruas escolhendo a próxima vítima.

A internet acaba sendo um refúgio para muitas dessas pessoas que preferem ficar em casa a correr o risco de se expor na rua e ser alvo de um “sequestro relâmpago” ou um simples assalto. O temor é pela violência em si, independente do resultado do crime se for patrimonial ou pagar com a sua própria vida.

Entretanto, se você acha que ficar em casa navegando na internet a sua família está segura, cuidado, você está correndo o mesmo risco que um assalto na rua com resultado morte.

Os jovens de hoje buscam adrenalina, gostam de desafiar os seus próprios pais, em muitos casos dão mais ouvidos aos “amigos” que aos próprios pais. É uma consequência da evolução tecnológica em que vivemos. Infelizmente, existem temas na internet que não agradam a todos mas se uma família não estiver estruturada emocionalmente, tudo o que o adolescente ler na internet, achará que é uma verdade.

Ultimamente, tivemos notícias de adolescentes que cometeram suicídio em acreditar em uma seita virtual que banalizava Deus e glorificava o diabo. Percebe-se que nas famílias não há mais o diálogo, aquele ritual de todos sentarem juntos à mesa para almoçar, jantar…. Cada um no seu horário e no seu momento.

Um exemplo é de um adolescente de 16 anos que trocou a escola e os amigos pela internet. Navegava horas e mais horas na grande rede e virava madrugadas pesquisando diversos assuntos até chegar em um que a curiosidade pelo tema virou algo doentio: Satanismo. O menino encontrou uma seita virtual que pregava o pacto com o diabo e a oferenda de sua alma em troca de paz e harmonia após a morte.

O resultado foi uma repentina mudança no seu jeito de agir, da forma como tratava os pais que quase já não se conversavam entre eles dentro de casa, não frequentava a igreja e avisou que tinha feito um pacto com o diabo: não passaria dos 18 anos!

Seus pais, ao voltarem da igreja, encontraram o filho enforcado dentro de casa e viram que o filho deles antecipou o pacto com o diabo. Se enforcou no quarto com 17 anos, deixando uma vida longa pela frente que poderia ter aproveitado e preferiu a escolha de algumas palavras que leu na internet, trazendo para si a verdade “absoluta”.

Normalmente os nosso jovens não possuem senso crítico e estamos perdendo futuros formadores de opinião para a Internet sem fronteiras e sem limite. Só posso confirmar uma situação que venho meditando nesses dias: A internet mata!

Até a próxima!

Ganhou dispositivo do Chefe? Não, não é presente. É mais trabalho!

As inovações tecnológicas estão presentes em nossa vida e a cada dia que passa, mais uma novidade é lançada no mercado para atender as expectativas de um público bem exigente, com gosto pela marca do produto, qualidade, os recursos disponíveis e além disso, por um preço justo que justifique todas essas características.

Quando os pequenos computadores portáteis foram lançados, os notebook, virou um febre. As pessoas queriam comprar a todo custo pois era novidade e na época o marketing foi forte em conquistar o gosto dos consumidores, forçando muita das vezes a venda do equipamento para consumidores que na verdade não precisavam, mas simplesmente achavam prático e bonito, pagando pelo valor.

Muito pai de família teve que fazer horas extras, trabalhar em dois turnos para satisfazer um pedido da esposa ou dos filhos para comprar o tão sonhado notebook. Algumas pessoas chegavam a fazer consórcio. Nem vou mencionar as que se endividavam.

Depois de um tempo, o momento do notebook passou e chegou o netbook, um aparelho mais compacto, mais leve, ideal para aquelas tarefas mais simples como uma palestra e até mesmo substituir o caderno, acabando com o papel e com a mochila pesada com tantos cadernos. Coitados dos professores que não sabiam mais se o aluno estava digitando a matéria da aula ou conversando nas redes sociais.

O momento agora é do smartphone, um aparelho de celular que tem recursos basicamente de um computador, além da simples função de fazer e receber ligações. Ele manda e-mail, acessa a internet, entra nas redes sociais, tira foto, grava filmes, etc. Os mais modernos tem tela de retina, outros gravam em full hd, tela com 6 polegadas de tamanho, processador com vários núcleos, enfim, é o equipamento do momento.

Eu fico vendo que em determinados lançamentos de smartphones, fica uma multidão na fila desde a madrugada para comprar o celular no dia seguinte, nas primeiras horas de funcionamento comercial correndo o risco de ser pisoteado e até mesmo ser agredido fisicamente por consumidores concorrentes que não querem nem pensar na ideia de voltar para a casa sem o aparelho.

Como o seu chefe é bonzinho e sabe dos seus sonhos, ele acaba te fazendo um “favorzinho”. Te presenteia com um belíssimo Smartphpone de última geração, aquele que você andava economizando dinheiro a todo custo para um dia ter condições de pagar e enfim, também ficar na “moda” com a galera que tem um celular desse.

Pronto, você está feliz, agradece ao seu querido chefe e esquece todas aquelas chamadas de atenção que recebeu no passado, aquele pedido de aumento de salário que foi negado e as horas extras que teve que fazer a pedido do chefe, bem naquele dia da festa de aniversário da sua mãe. Nada disso mais importa, o chefe te deu um “presente” dos sonhos….

Leve engano. Após passar o momento de euforia do funcionário, que dependendo do smartphone pode levar até uma semana para passar, voltamos ao nosso cotidiano e ele percebe agora que a sua vida profissional mudou. Antes de ter o aparelho, os e-mails que entravam na sua caixa postal após o expediente só seriam respondidos no dia seguinte ou no próximo dia útil, no caso dos finais de semana.

Agora tudo mudou. O e-mail da empresa está configurado no seu celular e a cada 30 minutos você não consegue mais viver sem ter que dar uma olhadinha no celular para saber se chegou algum e-mail importante. Afinal, agora posso responder aos e-mails no próprio aparelho, não deixando para depois aquilo que você pode fazer agora. Incrível! E sem receber hora extras, afinal, você ganhou o aparelho do chefe e tem aquele sentimento do dever de retribuição.

Na madrugada, o celular toca e alguém do turno na empresa não está conseguindo encontrar um determinado documento no servidor. Mas para você não tem problema pois tem um smartphone na mão e prontamente realiza aquela conexão remota com o servidor da empresa, acha o documento e informa ao funcionário onde está. Pronto, fez o seu dever de bom funcionário e agora está feliz podendo voltar a dormir.

Contudo, o funcionário passa cada dia mais relacionado com a empresa e menos atencioso com a família pois tem um ‘presente” nas mãos que o condicionou a trabalhar em qualquer hora pela facilidade que o celular lhe proporciona. Ele está feliz por ter um smartphone “da hora” e a empresa está feliz por ter um funcionário produtivo que só lhe custa o salário do horário de expediente e trabalhando por 24h.

Podemos concluir que presentinho tecnológico do chefe não é presente, É TRABALHO!

Até a próxima!

Facebook Home: a evolução do Outdoor tradicional?

O mundo capitalista gira em torno do ato de comprar e vender produtos e serviços, onde o comerciante tem a preocupação em vender o seu produto/serviço e no outro lado a figura do consumidor, que deseja algo para consumir (se tratando de serviço) ou para ter (quando falamos de produto).

A preocupação do empresário é conseguir com que as pessoas saibam o que ele está comercializando pois nada mais frustrante que chegar ao final do dia e o estoque nem saiu do lugar ou aquele estabelecimento comercial que aluga quartos para uma noite tranquila, fique vazio e cheirando a mofo.

O consumidor precisa também conhecer o que há no mercado para satisfazer a sua vontade. Imagina em um determinada situação em que você precisa viajar para uma cidade e não sabe quais são os hotéis existentes na cidade em que ficará hospedado por alguns dias e não deu tempo de pesquisar na internet a relação de hotéis da cidade. O jeito é pesquisar quando chegar no destino, de alguma forma ou outra vai ser possível encontra um quarto para dormir.

Uma forma de se fazer propaganda e que tem sido usada há muito tempo é o chamado Outdoor. Quem nunca passou por uma local e uma propaganda está lá toda estampada em uma placa enorme de madeira ao lado da rua, avenida ou estrada, com o anúncio da propaganda (mesmo que seja propaganda política) de tamanho considerável que dificilmente alguém vai passar e não vai ler.

Geralmente, o comerciante aluga o espaço para ter o seu anúncio mostrado por um determinado tempo e após esse prazo, outra propaganda toma conta do espaço e assim por diante, em que no mesmo local pode ao longo do ano, existir centenas de propagandas diferentes.

Atualmente, o Facebook inovou e lançou o Facebook Home, uma espécie de interação da rede social que pode ser acomodado na área de trabalho inicial do seu celular, permitindo que você fique atualizado com o que passa na grande rede social e assim, não poderá ter mais a desculpa que não tem tempo para ler o que acontece por lá.

Entretanto, a análise dessa inovação não pode ser tão superficial a ponto de acreditar que o objetivo do Facebook Home é só manter o usuário da rede social atualizado com os feeds de notícias dos amigos. Percebo que no futuro, como forma de angariar lucro e visibilidade, o Facebook pode incentivar que patrocinadores comecem a utilizar esse meio para fazer as suas propagandas, encontrando um público farto e gigantesco de possíveis consumidores.

Afinal, estamos quase alcançando a taxa de um celular para cada habitante no Brasil. Imagina a situação: uma grande empresa automobilística coloca um anúncio de lançamento de um novo carro no mercado brasileiro e utiliza o Facebook home para isso. No momento que você desbloquear a tela do seu celular, como o Facebook home estará na sua página inicial, a primeira mensagem que você irá ler será a propaganda paga. Somente depois conseguirá ler as mensagens dos amigos.

Grande sacada? Pode ser, afinal, o anúncio do outdoor tradicional, aquele fixo no chão só tem visibilidade para quem passa no local. Se eu não costumo passar na mesma localidade do outdoor, nunca saberei do anúncio. Agora, com o Facebook Home, aonde você estiver, receberá um anúncio de um determinado produto ou serviço. Isso que eu chamo ( e estou inventando) de “mobildoor”.

Até a próxima!

Você já deu bom dia ao siri hoje?

Smartphones, tablet, netbook, ultrabook… aparelhos modernos e característicos dos dias atuais onde a tecnologia avança sem parar e traz vários benefícios que facilitam as nossas tarefas do cotidiano, mesmo tendo que pagar um preço alto para usufruir desses benefícios.

Antigamente, a telefonia fixa do país era tão primitiva que para se completar uma ligação de uma cidade para outra, era necessária a intervenção de uma telefonista na central da operadora de telefonia que com os seus longos e complexos fios, fazia a comutação da ligação, um tira e coloca de fio nos conectores de um painel grande para fazer completar a ligação.

Nos dias atuais, ninguém que não seja daquela geração ou pelo menos teve alguma avô contando a história de como se completava as ligações, não tem a menor ideia de como era difícil naquele tempo a vida de telefonista e como era a qualidade das ligações telefônicas.

As crianças já nascem na onda da tecnologia, alguns filhos já dominam muito mais a tecnologia que os próprios pais. Existem ainda uma dificuldade muito grande para os adultos em digerir a tecnologia e os pequeninos acabam ensinando com facilidade os mais velhos pela facilidade em adquirir o conhecimento digital, consequência do desenvolvimento da tecnologia nos dias de hoje.

A indústria de telefonia a cada ano tenta inovar e inventa facilidades para que os consumidores tenham o menor trabalho possível, deixando-os felizes e satisfeitos, mesmo que seja necessário desembolsar um valor alto para ter o aparelho da moda. Inicialmente, o aparelho de celular, especificamente, foi inventado para permitir realizar e receber chamadas fora de uma localidade fixa, ou seja, fora de casa.

Mas ao longo do tempo, o aparelho não ficou restrito somente a fazer e receber ligações. Agora podemos navegar na internet, tirar fotos, fazer vídeos, brincar com jogos, instalar programas, etc. Os smartphones agora viraram um tipo de computador que faz de tudo um pouco.

O grande empresário, inventor e mentor no setor americano de informática, Steve Jobs – da Apple, conseguiu criar um aplicativo no celular que consegue “conversar” com o usuário do celular, tornando a interação mais agradável entre homem e máquina, revolucionando a área de tecnologia: o siri.

Embora já exista aplicativos que reconhecem comando de voz para executar determinadas tarefas, o grande diferencial do Siri está não só na possibilidade do software responder a uma ação sua mas também entendê-la e apresentar ao usuário a melhor alternativa possível dentro de um contexto.

Por exemplo, a ideia do aplicativo siri é que quando o usuário falar no celular “eu gostaria de comer uma maça”, o aparelho (iphone) identifique que se trata de comida e o aplicativo mostraria uma lista de locais onde você possa comer maça. Tarefa mais simples ainda se você utilizar a geolocalização, que as opções de lugares seriam os mais perto de onde se encontra naquele momento o usuário.

Imaginemos agora o Siri como um assistente pessoal, que anota os seus recados a medida que vai falando, envia os e-mails quando solicitado e procura uma determinada informação na lista de contatos para realizar uma ligação, tudo isso enquanto você está no trânsito e dirigindo o seu carro, mantendo as duas mão no volante.

Realmente, a tecnologia veio para nos ajudar e aumentar a produtividade, já que não podemos aumentar o números de horas do dia, que continua com 24 horas. O jeito é apelar para essa tecnologia e além de ficar em dia com os recursos mais atuais no mundo da informática, você terá alguém perto de você para “conversar”.

Então, você já deu bom dia ao siri hoje?

Até a próxima!

Táxi com Wi-Fi: uma nova tendência para ganhar novos clientes?

A cada dia que passa, milhares de pessoas buscam oportunidades de trabalho para garantir o seu sustento e conseguir uma posição social. Uma classe de trabalhadores que trabalham o dia todo, faça chuva ou faça sol, são os taxistas.

Essa classe de trabalhadores precisa dirigir o tempo todo para receber o valor das corridas e assim, pagar as contas no final do mês. Entretanto, muitos motoristas de táxi não são necessariamente os proprietários das permissões de exploração do serviço, delegado pelo poder público. São os chamados Defensores, pessoas que dirigem para o proprietário da placa de táxi e dividem com o dono do táxi o valor das corridas recebidas.

Logicamente que o controle do valor recebido está atrelado a quilometragem percorrida pelo carro e o uso do taxímetro, aparelho obrigatório nesse tipo de serviço. Não irei abordar aqui se o dono da placa de táxi deveria ou não ser o proprietário, se já tem outro emprego formal, se é deputado… essa visão pode no futuro, ser objeto de outro post.

A questão é como conseguir fidelizar um cliente que utiliza o serviço de táxi ou pelo menos ter um diferencial para que em uma nova oportunidade, o cliente volte a procurar esse mesmo profissional pelo bom atendimento ou por alguma facilidade que cativou o cliente a procurá-lo.

Antigamente, o táxi com destaque era aquele em que o carro tinha aparelho de som e que não tivesse os pneus carecas, assim como a existências de itens de segurança, como por exemplo o cinto de segurança.

De lá para cá, a concorrência é tão grande que o que era luxo no passado, como carro com ar condicionado, hoje é quase uma obrigação. Com o aquecimento global, parece que temos somente um tempo predominante: o verão 40 graus!

Não é a toa que os primeiros serviços de táxis executivos, principalmente para atender os funcionários de empresas, tinham carros novos, geralmente zero quilômetros e ar condicionados. Atualmente, nas novas permissões de exploração de placa de táxi, já faz parte do edital na concorrência de novas ofertas de placas vermelhas (táxi) além de outras exigências.

Já flagrou taxistas de outros municípios atuando no município vizinho? Estamos entrando em uma “guerra’ por passageiros pois a vida está muito cara e difícil, não se pode o proprietário ou defensor de táxi ficar parado em um determinado ponto esperando pelos passageiros, exceção dos pontos movimentados como um aeroporto que é certo a existência de clientes todos os dias.

Mas o diferencial para conquistar o cliente não está mais diretamente ligado ao carro em si e sim em algo agregado ao serviço de transporte. Imagine um executivo que está chegando na cidade e precisa responder a um e-mail com urgência e possui um tablet com Wi-fi (não comprou um com 3G pois era mais barato e sempre usou somente em casa e no trabalho a rede sem fio, não previu esses momento de necessidade da internet) que poderia ser utilizado para garantir um fechamento de negócio milionário ou evitar uma demissão desnecessária.

Para atrair o passageiro a utilizar novamente o seu serviço ou pelo menos fazer a propaganda positiva, o taxista oferece ao cliente uma internet Wi-Fi, dentro do táxi, permitindo que ele resolva o problema do envio de e-mail e possibilite a navegação na internet. É um procedimento simples que gera um enorme resultado positivo.

As dúvidas agora crescem para saber como ter uma internet dentro do táxi, um roteador wireless, sinal de satélite? Nada disso. O compartilhamento da internet é muito simples de ser oferecido ao cliente: compartilhe a internet de seu celular com o passageiro. Ofereça esse benefício e verá que uma atitude simples assim, você conquistará novos clientes. Pelo menos receberá um twitter ou um post no Facebook avisando desse benefício em seu táxi.

Quem sabe o post não ganhe um milhão de curtidas e isso se converta em novos clientes?

Até a próxima!

Home Office: Qual o maior beneficiário, o Patrão ou o Funcionário?

Desde os primórdios da humanidade, o homem sempre teve que batalhar para conseguir manter o seu sustento. Na idade da pedra, caçava animais, bebia a água dos rios, construía abrigos nas cavernas mas sempre era necessário uma atividade para manter as tarefas cotidianas e poder se alimentar.

Não é mistério que até os dias de hoje continuamos a exercer essa atividade de trabalho, necessidade pelo alimento, o cuidado pelo bem da família e, diferente de nossos antepassados, permitir alguns luxos que a modernidade nos proporciona como carros mais confortáveis, roupas de marca, comidas sofisticadas, enfim, fazer o que bem entender com o dinheiro ganho no fim do mês resultado de muito trabalho.

Logicamente que não podemos garantir todos esses benefícios para aqueles que estão desempregados mas com certeza o objetivo dessas pessoas é trabalhar, seja de carteira assinada ou na informalidade, cada um com seus lado positivo e negativo.

Todavia, hoje vamos analisar uma situação que é fruto de uma consequência do desenvolvimento tecnológico que estamos vivendo: a mobilidade. Muitas pessoas nesse momento estão trabalhando dentro de uma sala com ar condicionado na empresa, atendendo a ligações, conversando com funcionários, com o público em geral, realizando as suas tarefas diárias e objetivando alcançar algumas metas estabelecidas para o dia.

Entretanto, olhando no prisma de trabalho na empresa, temos que considerar para o funcionário uma necessidade de deslocamento da casa ao trabalho, que pode ser na condução da própria empresa, no carro do funcionário, pegando um táxi, etc. Ou seja, nessa situação teremos um custo associado aos trabalhadores que precisam ir para a empresa e assim, desenvolver a sua atividade laboral.

Estamos falando de gastos financeiros e de saúde. Financeiro pois tem o custo pela empresa da condução dos funcionários ou pelo funcionário com o combustível de seu carro, o manutenção do veículo, eventuais despesas de furo de pneu, alguns arranhões em pequenas batidas, pagar aquele café da manhã na padaria da esquina por ter acordado atrasado e teve que sair de casa correndo para não levar uma bronca do chefe e por aí vai.

Gasto em saúde quando se trata do stress do trânsito, seja na impaciência no centro urbano de guiar o carro em uma via que ninguém sai do lugar, levando horas para chegar ao trabalho, a paciência que tem que ter dentro do ônibus (transporte público) lotado nas primeiras horas do dia, quando consegue pegar a condução e fora nos casos que na condução coletiva você nem sempre consegue ir sentado, resultando em cansaço físico antes mesmo de iniciar a jornada de trabalho.

No mundo moderno, algumas empresas inovaram e permitem ao funcionário realizar as tarefas da empresa em sua própria casa, ficando conhecido com Home Office. Alguns patrões liberam seus funcionários para trabalhar em determinados dias na semana em casa, outros liberam todos os dias, depende da atividade e do resultado alcançado de cada um. Logicamente que não são todos os beneficiados, muita das vezes esse benefício é concedido aos funcionários com mais tempo de casa.

A questão é o benefício que isso trás para ambos os lados. Com o funcionário trabalhando em casa, não tem como negar que a qualidade de vida será bem melhor. Entretanto, será necessário uma disciplina rigorosa para não confundir as tarefas de casa com o do trabalho e vice-versa.

Trabalhar em casa é mais prazeroso, está perto da família, não tendo o stress do trânsito, as fofocas do trabalho e tudo aquilo que a gente não gosta de ter contato no ambiente de trabalho. Contudo, temos que lembrar que quando o patrão desloca o funcionário para trabalhar em casa, alguns gastos terão que ser assumidos pelo funcionário: o almoço será em casa, aquele telefonema para o chefe será realizado de casa, o fax necessário com a pauta da reunião da empresa, a internet para realizar as tarefas do trabalho será usado o da família, enfim, nem sempre são flores o trabalho em casa.

Algumas empresas estão abolindo o trabalho em casa devido ao baixo rendimento de seus funcionários que não conseguem comprovar a eficiência do Home Office em detrimento ao trabalho “in loco”, dentro da empresa. Assim, por mais custoso que seja para o patrão, é melhor manter por perto o funcionário em que se pode vigiar as suas ações e controlar a meta a ser alcançada.

E você, já foi solicitar ao seu patrão para trabalhar de Home Office?

Até a próxima!