Facebook Home: a evolução do Outdoor tradicional?

O mundo capitalista gira em torno do ato de comprar e vender produtos e serviços, onde o comerciante tem a preocupação em vender o seu produto/serviço e no outro lado a figura do consumidor, que deseja algo para consumir (se tratando de serviço) ou para ter (quando falamos de produto).

A preocupação do empresário é conseguir com que as pessoas saibam o que ele está comercializando pois nada mais frustrante que chegar ao final do dia e o estoque nem saiu do lugar ou aquele estabelecimento comercial que aluga quartos para uma noite tranquila, fique vazio e cheirando a mofo.

O consumidor precisa também conhecer o que há no mercado para satisfazer a sua vontade. Imagina em um determinada situação em que você precisa viajar para uma cidade e não sabe quais são os hotéis existentes na cidade em que ficará hospedado por alguns dias e não deu tempo de pesquisar na internet a relação de hotéis da cidade. O jeito é pesquisar quando chegar no destino, de alguma forma ou outra vai ser possível encontra um quarto para dormir.

Uma forma de se fazer propaganda e que tem sido usada há muito tempo é o chamado Outdoor. Quem nunca passou por uma local e uma propaganda está lá toda estampada em uma placa enorme de madeira ao lado da rua, avenida ou estrada, com o anúncio da propaganda (mesmo que seja propaganda política) de tamanho considerável que dificilmente alguém vai passar e não vai ler.

Geralmente, o comerciante aluga o espaço para ter o seu anúncio mostrado por um determinado tempo e após esse prazo, outra propaganda toma conta do espaço e assim por diante, em que no mesmo local pode ao longo do ano, existir centenas de propagandas diferentes.

Atualmente, o Facebook inovou e lançou o Facebook Home, uma espécie de interação da rede social que pode ser acomodado na área de trabalho inicial do seu celular, permitindo que você fique atualizado com o que passa na grande rede social e assim, não poderá ter mais a desculpa que não tem tempo para ler o que acontece por lá.

Entretanto, a análise dessa inovação não pode ser tão superficial a ponto de acreditar que o objetivo do Facebook Home é só manter o usuário da rede social atualizado com os feeds de notícias dos amigos. Percebo que no futuro, como forma de angariar lucro e visibilidade, o Facebook pode incentivar que patrocinadores comecem a utilizar esse meio para fazer as suas propagandas, encontrando um público farto e gigantesco de possíveis consumidores.

Afinal, estamos quase alcançando a taxa de um celular para cada habitante no Brasil. Imagina a situação: uma grande empresa automobilística coloca um anúncio de lançamento de um novo carro no mercado brasileiro e utiliza o Facebook home para isso. No momento que você desbloquear a tela do seu celular, como o Facebook home estará na sua página inicial, a primeira mensagem que você irá ler será a propaganda paga. Somente depois conseguirá ler as mensagens dos amigos.

Grande sacada? Pode ser, afinal, o anúncio do outdoor tradicional, aquele fixo no chão só tem visibilidade para quem passa no local. Se eu não costumo passar na mesma localidade do outdoor, nunca saberei do anúncio. Agora, com o Facebook Home, aonde você estiver, receberá um anúncio de um determinado produto ou serviço. Isso que eu chamo ( e estou inventando) de “mobildoor”.

Até a próxima!

Você já deu bom dia ao siri hoje?

Smartphones, tablet, netbook, ultrabook… aparelhos modernos e característicos dos dias atuais onde a tecnologia avança sem parar e traz vários benefícios que facilitam as nossas tarefas do cotidiano, mesmo tendo que pagar um preço alto para usufruir desses benefícios.

Antigamente, a telefonia fixa do país era tão primitiva que para se completar uma ligação de uma cidade para outra, era necessária a intervenção de uma telefonista na central da operadora de telefonia que com os seus longos e complexos fios, fazia a comutação da ligação, um tira e coloca de fio nos conectores de um painel grande para fazer completar a ligação.

Nos dias atuais, ninguém que não seja daquela geração ou pelo menos teve alguma avô contando a história de como se completava as ligações, não tem a menor ideia de como era difícil naquele tempo a vida de telefonista e como era a qualidade das ligações telefônicas.

As crianças já nascem na onda da tecnologia, alguns filhos já dominam muito mais a tecnologia que os próprios pais. Existem ainda uma dificuldade muito grande para os adultos em digerir a tecnologia e os pequeninos acabam ensinando com facilidade os mais velhos pela facilidade em adquirir o conhecimento digital, consequência do desenvolvimento da tecnologia nos dias de hoje.

A indústria de telefonia a cada ano tenta inovar e inventa facilidades para que os consumidores tenham o menor trabalho possível, deixando-os felizes e satisfeitos, mesmo que seja necessário desembolsar um valor alto para ter o aparelho da moda. Inicialmente, o aparelho de celular, especificamente, foi inventado para permitir realizar e receber chamadas fora de uma localidade fixa, ou seja, fora de casa.

Mas ao longo do tempo, o aparelho não ficou restrito somente a fazer e receber ligações. Agora podemos navegar na internet, tirar fotos, fazer vídeos, brincar com jogos, instalar programas, etc. Os smartphones agora viraram um tipo de computador que faz de tudo um pouco.

O grande empresário, inventor e mentor no setor americano de informática, Steve Jobs – da Apple, conseguiu criar um aplicativo no celular que consegue “conversar” com o usuário do celular, tornando a interação mais agradável entre homem e máquina, revolucionando a área de tecnologia: o siri.

Embora já exista aplicativos que reconhecem comando de voz para executar determinadas tarefas, o grande diferencial do Siri está não só na possibilidade do software responder a uma ação sua mas também entendê-la e apresentar ao usuário a melhor alternativa possível dentro de um contexto.

Por exemplo, a ideia do aplicativo siri é que quando o usuário falar no celular “eu gostaria de comer uma maça”, o aparelho (iphone) identifique que se trata de comida e o aplicativo mostraria uma lista de locais onde você possa comer maça. Tarefa mais simples ainda se você utilizar a geolocalização, que as opções de lugares seriam os mais perto de onde se encontra naquele momento o usuário.

Imaginemos agora o Siri como um assistente pessoal, que anota os seus recados a medida que vai falando, envia os e-mails quando solicitado e procura uma determinada informação na lista de contatos para realizar uma ligação, tudo isso enquanto você está no trânsito e dirigindo o seu carro, mantendo as duas mão no volante.

Realmente, a tecnologia veio para nos ajudar e aumentar a produtividade, já que não podemos aumentar o números de horas do dia, que continua com 24 horas. O jeito é apelar para essa tecnologia e além de ficar em dia com os recursos mais atuais no mundo da informática, você terá alguém perto de você para “conversar”.

Então, você já deu bom dia ao siri hoje?

Até a próxima!

Táxi com Wi-Fi: uma nova tendência para ganhar novos clientes?

A cada dia que passa, milhares de pessoas buscam oportunidades de trabalho para garantir o seu sustento e conseguir uma posição social. Uma classe de trabalhadores que trabalham o dia todo, faça chuva ou faça sol, são os taxistas.

Essa classe de trabalhadores precisa dirigir o tempo todo para receber o valor das corridas e assim, pagar as contas no final do mês. Entretanto, muitos motoristas de táxi não são necessariamente os proprietários das permissões de exploração do serviço, delegado pelo poder público. São os chamados Defensores, pessoas que dirigem para o proprietário da placa de táxi e dividem com o dono do táxi o valor das corridas recebidas.

Logicamente que o controle do valor recebido está atrelado a quilometragem percorrida pelo carro e o uso do taxímetro, aparelho obrigatório nesse tipo de serviço. Não irei abordar aqui se o dono da placa de táxi deveria ou não ser o proprietário, se já tem outro emprego formal, se é deputado… essa visão pode no futuro, ser objeto de outro post.

A questão é como conseguir fidelizar um cliente que utiliza o serviço de táxi ou pelo menos ter um diferencial para que em uma nova oportunidade, o cliente volte a procurar esse mesmo profissional pelo bom atendimento ou por alguma facilidade que cativou o cliente a procurá-lo.

Antigamente, o táxi com destaque era aquele em que o carro tinha aparelho de som e que não tivesse os pneus carecas, assim como a existências de itens de segurança, como por exemplo o cinto de segurança.

De lá para cá, a concorrência é tão grande que o que era luxo no passado, como carro com ar condicionado, hoje é quase uma obrigação. Com o aquecimento global, parece que temos somente um tempo predominante: o verão 40 graus!

Não é a toa que os primeiros serviços de táxis executivos, principalmente para atender os funcionários de empresas, tinham carros novos, geralmente zero quilômetros e ar condicionados. Atualmente, nas novas permissões de exploração de placa de táxi, já faz parte do edital na concorrência de novas ofertas de placas vermelhas (táxi) além de outras exigências.

Já flagrou taxistas de outros municípios atuando no município vizinho? Estamos entrando em uma “guerra’ por passageiros pois a vida está muito cara e difícil, não se pode o proprietário ou defensor de táxi ficar parado em um determinado ponto esperando pelos passageiros, exceção dos pontos movimentados como um aeroporto que é certo a existência de clientes todos os dias.

Mas o diferencial para conquistar o cliente não está mais diretamente ligado ao carro em si e sim em algo agregado ao serviço de transporte. Imagine um executivo que está chegando na cidade e precisa responder a um e-mail com urgência e possui um tablet com Wi-fi (não comprou um com 3G pois era mais barato e sempre usou somente em casa e no trabalho a rede sem fio, não previu esses momento de necessidade da internet) que poderia ser utilizado para garantir um fechamento de negócio milionário ou evitar uma demissão desnecessária.

Para atrair o passageiro a utilizar novamente o seu serviço ou pelo menos fazer a propaganda positiva, o taxista oferece ao cliente uma internet Wi-Fi, dentro do táxi, permitindo que ele resolva o problema do envio de e-mail e possibilite a navegação na internet. É um procedimento simples que gera um enorme resultado positivo.

As dúvidas agora crescem para saber como ter uma internet dentro do táxi, um roteador wireless, sinal de satélite? Nada disso. O compartilhamento da internet é muito simples de ser oferecido ao cliente: compartilhe a internet de seu celular com o passageiro. Ofereça esse benefício e verá que uma atitude simples assim, você conquistará novos clientes. Pelo menos receberá um twitter ou um post no Facebook avisando desse benefício em seu táxi.

Quem sabe o post não ganhe um milhão de curtidas e isso se converta em novos clientes?

Até a próxima!

Home Office: Qual o maior beneficiário, o Patrão ou o Funcionário?

Desde os primórdios da humanidade, o homem sempre teve que batalhar para conseguir manter o seu sustento. Na idade da pedra, caçava animais, bebia a água dos rios, construía abrigos nas cavernas mas sempre era necessário uma atividade para manter as tarefas cotidianas e poder se alimentar.

Não é mistério que até os dias de hoje continuamos a exercer essa atividade de trabalho, necessidade pelo alimento, o cuidado pelo bem da família e, diferente de nossos antepassados, permitir alguns luxos que a modernidade nos proporciona como carros mais confortáveis, roupas de marca, comidas sofisticadas, enfim, fazer o que bem entender com o dinheiro ganho no fim do mês resultado de muito trabalho.

Logicamente que não podemos garantir todos esses benefícios para aqueles que estão desempregados mas com certeza o objetivo dessas pessoas é trabalhar, seja de carteira assinada ou na informalidade, cada um com seus lado positivo e negativo.

Todavia, hoje vamos analisar uma situação que é fruto de uma consequência do desenvolvimento tecnológico que estamos vivendo: a mobilidade. Muitas pessoas nesse momento estão trabalhando dentro de uma sala com ar condicionado na empresa, atendendo a ligações, conversando com funcionários, com o público em geral, realizando as suas tarefas diárias e objetivando alcançar algumas metas estabelecidas para o dia.

Entretanto, olhando no prisma de trabalho na empresa, temos que considerar para o funcionário uma necessidade de deslocamento da casa ao trabalho, que pode ser na condução da própria empresa, no carro do funcionário, pegando um táxi, etc. Ou seja, nessa situação teremos um custo associado aos trabalhadores que precisam ir para a empresa e assim, desenvolver a sua atividade laboral.

Estamos falando de gastos financeiros e de saúde. Financeiro pois tem o custo pela empresa da condução dos funcionários ou pelo funcionário com o combustível de seu carro, o manutenção do veículo, eventuais despesas de furo de pneu, alguns arranhões em pequenas batidas, pagar aquele café da manhã na padaria da esquina por ter acordado atrasado e teve que sair de casa correndo para não levar uma bronca do chefe e por aí vai.

Gasto em saúde quando se trata do stress do trânsito, seja na impaciência no centro urbano de guiar o carro em uma via que ninguém sai do lugar, levando horas para chegar ao trabalho, a paciência que tem que ter dentro do ônibus (transporte público) lotado nas primeiras horas do dia, quando consegue pegar a condução e fora nos casos que na condução coletiva você nem sempre consegue ir sentado, resultando em cansaço físico antes mesmo de iniciar a jornada de trabalho.

No mundo moderno, algumas empresas inovaram e permitem ao funcionário realizar as tarefas da empresa em sua própria casa, ficando conhecido com Home Office. Alguns patrões liberam seus funcionários para trabalhar em determinados dias na semana em casa, outros liberam todos os dias, depende da atividade e do resultado alcançado de cada um. Logicamente que não são todos os beneficiados, muita das vezes esse benefício é concedido aos funcionários com mais tempo de casa.

A questão é o benefício que isso trás para ambos os lados. Com o funcionário trabalhando em casa, não tem como negar que a qualidade de vida será bem melhor. Entretanto, será necessário uma disciplina rigorosa para não confundir as tarefas de casa com o do trabalho e vice-versa.

Trabalhar em casa é mais prazeroso, está perto da família, não tendo o stress do trânsito, as fofocas do trabalho e tudo aquilo que a gente não gosta de ter contato no ambiente de trabalho. Contudo, temos que lembrar que quando o patrão desloca o funcionário para trabalhar em casa, alguns gastos terão que ser assumidos pelo funcionário: o almoço será em casa, aquele telefonema para o chefe será realizado de casa, o fax necessário com a pauta da reunião da empresa, a internet para realizar as tarefas do trabalho será usado o da família, enfim, nem sempre são flores o trabalho em casa.

Algumas empresas estão abolindo o trabalho em casa devido ao baixo rendimento de seus funcionários que não conseguem comprovar a eficiência do Home Office em detrimento ao trabalho “in loco”, dentro da empresa. Assim, por mais custoso que seja para o patrão, é melhor manter por perto o funcionário em que se pode vigiar as suas ações e controlar a meta a ser alcançada.

E você, já foi solicitar ao seu patrão para trabalhar de Home Office?

Até a próxima!

Facebook: Aproximando as pessoas que estão longe e distanciando as que estão perto

A internet surgiu e conquistou a humanidade, trouxe progresso, abriu as portas do conhecimento, gerou negócios, diminuiu as distâncias, aumentou o campo da pesquisa e muitos outros benefícios que olhando para trás, só temos a agradecer esse momento histórico no desenvolvimento de nossas vidas.

Junto com a internet, mesmo que um tempo depois, após um certo amadurecimento das pessoas no uso da grande rede e vislumbrando um horizonte de vínculo de amizades sociais virtuais, nasceu as mídias sociais, um deles especificamente o mais conhecido e utilizado no momento: o Facebook.

Em um primeiro momento, como toda novidade, foi uma explosão de novos usuários se cadastrando na rede social com o objetivo de realizar um círculo de amizades onde cada vez mais o usuário vai encontrando velhos e antigos amigos, aqueles da época da infância e até os mais distantes, aqueles familiares que raramente a gente se fala, normalmente os encontramos somente em dias especiais, como num enterro, por exemplo.

Atualmente, estamos vivendo uma realidade estranha no Facebook (diga-se de passagem que estou fazendo um comparativo com o uso do Facebook pelos vários amigos que tenho e percebo como eles sem comportam nessa rede social pelo simples motivo que eu mesmo não tenho conta no Facebook) onde de um lado, o Facebook realiza o seu principal objetivo: aproximar as pessoas que estão longe.

Realmente isso tem acontecido cada vez mais. Quantas vezes não encontramos um amigo distante, que estudamos na mesma escola há vários anos ou aquela pessoa do seu primeiro emprego e ela está te solicitando adicionar no círculo de amigos dela no Facebook. Pronto, a rede social diminuiu a distância entre vocês e que coisa prática, agora podemos trocar mensagens e saber o que a pessoa anda fazendo, mesmo sem ter o contato real com ela, que em muitos casos, vocês podem está à quilômetros de distância.

Entretanto, existe um outro problema: ao mesmo tempo que o Facebook está diminuindo a distância das pessoas que estão longe, está distanciando as que estão perto. Reflita essa máxima com muito observação e verá que é a nossa realidade, mesmo para os críticos dessa teoria.

Em um bar, você está com seus amigos e todos tem smartphone e lógico, também possuem conta no Facebook. Chegou a cerveja estupidamente gelada, todos correm para “sacar” o seu celular, tirar uma foto daquela garrafa bem gelada com crosta de gelo e … todos acabam de postar na rede social como é que a cerveja está gelada! Até então ninguém disse nenhuma palavra na mesa, incrível! A conversa parece mais animada nas trocas de chat pelo Facebook no celular que na própria conversa na mesa.

Outro exemplo claro em que o Facebook afasta as pessoas é em casa mesmo. O marido chega do trabalho, a mulher acabou de fazer a janta e as crianças (os filhos do casal) estão no quarto imagina fazendo o quê? Lendo os posts do Facebook, cada um no seu computador ou celular. A mãe posta no Facebook ou usa o chat da rede social avisando que o jantar está na mesa e é para eles irem comer senão a comida vai esfriar.

Ainda não está acreditando na teoria do afastamento das pessoas que estão perto? Última tentativa, agora no ambiente de trabalho. Quantas vezes não utilizamos a rede social para mandar uma mensagem para o amigo que se encontra na sala ao lado da sua para colocar as novidades em dia? Fazer uma ligação no telefone da empresa para contar novidades? Melhor usar o Facebook, os dois são amigos na rede social e é mais prático, é mais legal. Ninguém mais levanta da cadeira, sai da sala, desce a escada e vai de encontro com o amigo para dar um simples “Bom dia!”. Não, agora a moda é: “Bom dia Faceteiros”.

Até a próxima!

Google Glass: Uma invasão de privacidade?

Foi notícia em todo o Mundo sobre a entrega dos primeiros Googles Glass aos felizardos detentores que irão se satisfazer com mais esse “mimo” tecnológico tão requisitado e esperado em obter um aparelho para si, pelo resto da Humanidade que não foi contemplada nesse primeiro momento.

O Google Glass é um dispositivo semelhante a um óculos, que fixados em um dos olhos, disponibiliza uma pequena tela acima do campo de visão. A pequena tela apresenta ao seu utilizador mapas, opções de música, previsão do tempo, rotas de mapas, e além disso, também é possível efetuar chamadas de vídeo ou tirar fotos de algo que se esteja a ver e compartilhar imediatamente através da Internet.

Em vídeo publicado no YouTube, o desenvolvedor de softwares Dan McLaughlin dá suas primeiras impressões sobre o aparelho. Ele diz que todas as informações que acompanham o Glass são bem intuitivas, assim como o funcionamento. Para tirar uma foto, basta clicar uma vez no botão da câmera e, para filmar, clicar e segurar.

O display do Google Glass é equivalente a uma tela de 25 polegadas de alta definição visualizada a uma distância de 2,5 metros. A câmera tem 5 megapixels e grava vídeos com resolução de 720p. O áudio, em vez dos tradicionais fones de ouvido, é transmitido por condução óssea.

O produto tem conexão Wi-Fi e Bluetooth. Para armazenamento, 16Gb de memória Flash, sendo 12Gb livres para uso. O Glass também pode ser sincronizado com o Google Drive.

Mas o que nos chama mesmo a atenção é a expectativa legal quanto ao seu uso em locais privados. Recentemente, alguns parques aquáticos e restaurantes dos EUA já decretaram que vão proibir o uso desse equipamento em seus estabelecimentos para garantir a privacidade de seus clientes.

Realmente, pensando em um parque aquático, tudo fica mais fácil entender o por quê de se proibir o uso do Google Glass no local mas não creio que seja um problema legal de privacidade, e sim na possibilidade de uma enxurrada de processos contra danos morais que seriam movidos contra o parque se os visitantes forem filmados pelo equipamento e suas silhuetas corporais (muitos, diga-se de passagem, vão conseguir a dura realidade de ver como o seu corpo realmente se apresenta para o mundo e que o dono tende a negar mesmo se olhando no espelho) e tendo as suas curvas sendo exibidas no youtube para o mundo se esbaldar, achando tudo uma graça. Seu patrão ou patroa será que vai gostar de te ver nos momentos de lazer?

Imagine em um filme que está passando no cinema e tem a sua estreia totalmente filmada com um óculos desse. Para os amantes do cinema, uma maravilha! Filmes cada vez mais recentes sendo postados na grande rede em menor tempo possível. Tragédia para os empresários do ramo do cinema. Se hoje já é difícil conter a invasão de máquinas digitais nas sessões de pré-lançamento, imagina com o uso do Google Glass agora.

Contudo, o que mais me interessa por esse assunto parece ser o momento mais comum possível: um bate papo entre amigos, pode ser na rua ou na casa de um deles. Já imaginou que toda a conversa pode está sendo gravada pelo equipamento e os envolvidos nem saberem disso?

Pense um pouco mais além, em um ponto de ônibus, as pessoas comentando sobre o chefe, a vizinha e os assuntos mais diversos possíveis. Tudo isso, acabando parar na grande rede da internet. Seria uma invasão de privacidade? Será que temos que pressupor que todos que estiverem usando o Google Glass estarão gravando o tempo todo nossas conversas?

Claro que muita coisa ainda será discutida, mas como a tecnologia anda muito rápida, não podemos perder tempo. Precisamos analisar logo as consequências do uso de uma nova tecnologia antes que ela engula as nossas próprias ações cotidianas e passemos de uma vida social amigável para uma vida totalmente virtual em guerra.

Até a próxima!

Walmart testa recurso ‘Scan & Go’ com iPhone

BENTONVILLE, Arkansas – A Wal-Mart Stores está testando um sistema “Scan & Go” que permitirá que compradores digitalizem itens usando seus iPhones e em seguida, paguem suas compras em um balcão de autoatendimento — uma inovação que se propõe a diminuir o tempo de atendimento e cortar custos para os varejistas.

Se o teste feito pela maior varejista do mundo tiver êxito, a novidade poderá mudar a forma como as pessoas compram e pagam pelo que adquirem, tornando o processo mais pessoal e potencialmente mais rápido.

No início desta semana, a Walmart convidou funcionários com iPhone a participar de um teste em um Walmart supercenter na cidade de Rogers, no estado de Arkansas, perto da sede da empresa, de acordo com uma nota no site “Survey Monkey”.

“Todo o esforço é para acelerar o procedimento de check-out, de modo que possamos reduzir os custos e melhorar a experiência de compra”, disse Paul Weitzel, sócio-gerente da empresa de consultoria de varejo Willard Bispo, que disse não ter visto o teste da Walmart. “Com smartphones e tecnologias mais eficientes veremos cada vez mais ideias assim”.

O teste vem meses depois da Walmart declarar que gostaria de acrescentar mais estações de autoatendimento em suas lojas Walmart e Sam’s Club, em sua busca por reduzir custos e preços para seus clientes.

Dar elementos para que os clientes digitalizem seus próprios itens e façam pagamentos sem a ajuda de um caixa poderia economizar milhões de dólares, disse Holley Charles, diretor financeiro da Walmart, em 7 de março. Para cada 1 segundo no tempo de transação média na rede americana Walmart, a empresa afirmou que gasta cerca de US$ 12 milhões em salários de seus caixas.

Os clientes queixam-se frequentemente no Twitter e em outros fóruns de que leva muito tempo para pagar na Walmart, onde às vezes apenas algumas das várias alas de check-out estão abertas e guarnecidas por caixas. Enquanto alguns varejistas empregam empacotadores para acelerar o processo de despacho dos clientes, no Walmart um mesmo funcionário escaneia de empacota os itens nas bolsas.

“Estamos continuamente testando novas e inovadoras formas de servir os clientes e melhorar a experiência de compra em nossas lojas”, disse o porta-voz da Walmart, David Tovar.

O atual app Walmart para iPhone já inclui funções tais como criar listas de compras e ver quais itens estão em estoque.

O teste vem num momento em que varejistas e restaurantes estão tentando descobrir maneiras de acelerar o processo de pagamento, permitindo que os clientes paguem com apenas um toque de seus smartphones.

Fonte: O Globo

Programa espião FinFisher é acusado de infectar iPhone e BlackBerry

Segundo universidade de Toronto e empresa Rapid7, variantes moveis do spyware do Gamma Group também teria como alvos aparelhos Android e Windows Phone

Em meio a muitos lançamentos de aparelhos na feira de tecnologia IFA, em Berlim, uma notícia sobre segurança conseguiu roubar as manchetes nesta quarta-feira, 29/8. Ela diz respeito ao spyware (programa espião) FinFisher, da empresa Gamma Group, que agora virou mobile para infectar smartphones. O malware de vigilância tem como alvos iPhone, iPad, aparelhos Android, BlackBerry, Windows Phone e Symbian.

O laboratório Citzen Lab, da Universidade de Toronto, publicou uma pesquisa em que afirma ter “identificado vários aparentes Trojans móveis para as plataformas iOS, Android, BlackBerry, Windows Mobile e Symbian. Com base em nossa análise, descobrimos que essas ferramentas são consistentes em termos de funcionalidade com as alegações feitas na documentação para o produto FinSpy Mobile, um componente do kit de ferramentas FinFisher.”

O spyware FinFisher pode, de maneira secreta, monitorar computadores, interceptar ligações por Skype, acionar câmeras web e registrar cada apertar de tecla. O projeto Spy Files do Wikileaks já havia revelado a sujeira do FinFisher, incluindo o Gamma FinFisher Trojan FinSpy para “monitoramento remoto e soluções para infecções”.

Essa vigilância sorrateira tem sido usada para monitorar ativistas. Após o FinFisher ter sido descoberto e caído “em domínio público”, o presidente da empresa de segurança Security Forensics, Dennis Portney, disse que “todo governo do mundo deveria presumir que as pessoas com intenções de buscar e destruir ou roubar e manipular vão estudar  mecânica de como esse aplicativo foi desenvolvido e sem dúvidas desenvolverão mais produtos desse tipo.”

O Citzen Lab, da Universidade de Toronto, tem uma ótima análise sobre como o FinFisher tornou-se móvel assim sobre como o Trojan infecta cada sistema para aparelhos mobile. A instituição “notificou as fabricantes, assim como membros da comunidade AV, mas alertou:

“Essas ferramentas fornecem funcionalidades de vigilância substanciais. No entanto, gostaríamos de destacar que, sem a exploração das plataformas subjacentes, todas as amostrar que descrevemos exigem alguma forma de interação para serem instaladas. Assim como com a ferramenta FinSpy previamente analisada, isso pode envolver algum tipo de e-mail ou outra forma de entrega com engenharia social, fazendo com que os usuários executem o programa sem suspeitar do perigo. Ou, pode envolver instalação física oculta ou coerciva da ferramenta, ou uso das credenciais de acesso do usuário para realizar uma instalação de terceiros.

Recomendamos que todos os usuários rodem programas anti-vírus, prontamente aplicar atualizações (legítimas) quando elas tornarem-se disponíveis, usarem bloqueios de tela, senhas e criptografia dos aparelhos (quando disponíveis). Não rodem aplicativos não-confiáveis e não permitam que outras pessoa

O pesquisador da Rapid7, Claudio Guarnieri, afirmou que o software FinSpy feito para Windows não deveria conseguir infectar o sistema Windows Phone mais recente que foi lançado em 2010. A Microsoft afirmou que “seu software anti-malware bloqueia o trojan FinSpy, e que o Windows Phone não permite a instalação de programas  desconhecidos, de terceiros.” Em entrevista para a Bloomberg, a empresa disse que encoraja “fortemente os donos de aparelhos Windows Mobile a evitarem clicar ou a baixarem softwares ou links de fontes desconhecidas, incluindo mensagens de texto.” A Nokia abandonou o sistema Symbian no ano passado e não registrou nenhum alegação sobre o programa espião desde a mudança para o Windows Phone.

A RIM liberou o seguinte comunicado sobre o assunto: “Os smartphones BlackBerry dão aos usuários controle sobre o que pode ser instalado no aparelho além de pedir a eles que deem permissões para aplicativos de terceiros. Recomendamos aos consumidores que só baixem aplicativos de fontes confiáveis para ajudar na proteção contra programas potencialmente maliciosos.”

Segundo a Bloomberg, Apple e Google não quiseram comentar o assunto.

Após o Rapid7 analisar e identificar servidores do FinFisher Command and Control em pelo menos 10 países e cinco continentes, incluindo no serviço na nuvem E2C da Amazon nos EUA, o diretor de gerenciamento do Gamma Group, Martin Muench, negou essa informação ao The New York Times. “Os servidores do FinFisher não responderiam de tal maneira e não poderiam ser rastreados com uma técnica desse tipo”, explicou Muench. “Nenhum dos nossos componentes de servidores envia sequências como ‘Hallo Steffi’. Os principais servidores do FinSpy são protegidos com firewalls que permitem apenas conexões vindas dos proxies configurados, e assim um escaneamento global de empresas de terceiros não revelaria nenhum servidor real do FinSpy.”

A Rapid7 distribui o amplamente popular e gratuito Metasploit. “Por que ninguém está fazendo barulho sobre o malware gratuito disponível por meio do site deles que é completamente irrestrito e pode e vai a qualquer local? A Rapid7 pode afirmar que nunca forneceu direta ou indiretamente malwares pelo mundo?”Foi o que questionou Muench.

Essa não é a primeira vez que a indústria de vigilância se opôs quando segredos de espionagem em monitoramento de massa são tornados públicos. Caso você não saiba, o Metasploit, da Rapid7, “fornece para a indústria de segurança uma maneira de testar suas defesas contra exploits que já estão sendo usados, e nivela o campo de atuação com invasores maliciosos.”

A Rapid7 chegou a emitir uma declaração sobre o caso Gamma/FinFisher, e afirmou que o “Metasploit não é um malware”.

s tenham acesso aos aparelhos móveis.”

O pesquisador da Rapid7, Claudio Guarnieri, afirmou que o software FinSpy feito para Windows não deveria conseguir infectar o sistema Windows Phone mais recente que foi lançado em 2010. A Microsoft afirmou que “seu software anti-malware bloqueia o trojan FinSpy, e que o Windows Phone não permite a instalação de programas  desconhecidos, de terceiros.” Em entrevista para a Bloomberg, a empresa disse que encoraja “fortemente os donos de aparelhos Windows Mobile a evitarem clicar ou a baixarem softwares ou links de fontes desconhecidas, incluindo mensagens de texto.” A Nokia abandonou o sistema Symbian no ano passado e não registrou nenhum alegação sobre o programa espião desde a mudança para o Windows Phone.

A RIM liberou o seguinte comunicado sobre o assunto: “Os smartphones BlackBerry dão aos usuários controle sobre o que pode ser instalado no aparelho além de pedir a eles que deem permissões para aplicativos de terceiros. Recomendamos aos consumidores que só baixem aplicativos de fontes confiáveis para ajudar na proteção contra programas potencialmente maliciosos.”

Segundo a Bloomberg, Apple e Google não quiseram comentar o assunto.

Após o Rapid7 analisar e identificar servidores do FinFisher Command and Control em pelo menos 10 países e cinco continentes, incluindo no serviço na nuvem E2C da Amazon nos EUA, o diretor de gerenciamento do Gamma Group, Martin Muench, negou essa informação ao The New York Times. “Os servidores do FinFisher não responderiam de tal maneira e não poderiam ser rastreados com uma técnica desse tipo”, explicou Muench. “Nenhum dos nossos componentes de servidores envia sequências como ‘Hallo Steffi’. Os principais servidores do FinSpy são protegidos com firewalls que permitem apenas conexões vindas dos proxies configurados, e assim um escaneamento global de empresas de terceiros não revelaria nenhum servidor real do FinSpy.”

A Rapid7 distribui o amplamente popular e gratuito Metasploit. “Por que ninguém está fazendo barulho sobre o malware gratuito disponível por meio do site deles que é completamente irrestrito e pode e vai a qualquer local? A Rapid7 pode afirmar que nunca forneceu direta ou indiretamente malwares pelo mundo?”Foi o que questionou Muench.

Essa não é a primeira vez que a indústria de vigilância se opôs quando segredos de espionagem em monitoramento de massa são tornados públicos. Caso você não saiba, o Metasploit, da Rapid7, “fornece para a indústria de segurança uma maneira de testar suas defesas contra exploits que já estão sendo usados, e nivela o campo de atuação com invasores maliciosos.”

A Rapid7 chegou a emitir uma declaração sobre o caso Gamma/FinFisher, e afirmou que o “Metasploit não é um malware”.

Fonte: IDGNow

Site que desbloqueia iPhone e iPad volta a funcionar com nova brecha

Quando visitado por um dispositivo com iOS, site oferece desbloqueio de um clique (Foto: Reprodução)
Quando visitado por um dispositivo com iOS, site oferece desbloqueio on-line (Foto: Reprodução)

O site Jailbreakme, que permite desbloquear iPad, iPhone e iPod Touch, voltou a funcionar. O chamado “jailbreak” quebra restrições impostas pela Apple para a instalação de apps e também permite o desbloqueio de operadora. O processo pode ser feito por meio do site com um único clique, sem nenhuma complicação para o usuário.

Para realizar o desbloqueio, porém, o site precisa utilizar uma falha do iOS ainda não corrigida pela Apple. O G1 ouviu o responsável pelo site, que se identifica como Comex. Ele afirmou que a falha foi publicada no final de semana. A única maneira de corrigi-la, no momento, é através do próprio jailbreak. O erro está localizado no leitor de PDFs do iOS.

Criminosos poderiam usar a mesma falha para infectar dispositivos que visitarem sites maliciosos ou contaminados. Até agora, no entanto, não existem relatos de ataques tirando proveito do problema.

Nos EUA, o desbloqueio é permitido aos usuários. O entendimento legal é que o aparelho pertencente ao indivíduo e que a empresa não pode determinar como ele será usado. No Brasil, não há entendimento legal estabelecido para o caso.

Fonte: G1

 

Anatel publica Resolução 564/2011 sobre mensagens de texto para serviços de emergência

A Anatel publicou, no Diário Oficial da União, a Resolução n.º 564, de 20 de abril de 2011, que trata do encaminhamento de mensagens de texto dos usuários do Serviço Móvel Pessoal (SMP) aos serviços públicos de emergência. A Resolução determina que não haverá remuneração às prestadoras envolvidas nas chamadas ou nas mensagens destinadas aos serviços públicos de emergência.

A Resolução estabelece que a prestadora deve, após solicitação dos responsáveis pelos serviços públicos de emergência, encaminhar, respeitadas as limitações tecnológicas, as mensagens de texto de seus usuários destinadas ao respectivo serviço público de emergência.

Define ainda que os aspectos técnicos e operacionais relacionados ao envio das mensagens serão propostos e revistos periodicamente por Grupo de Trabalho, sob a coordenação da Agência, com participação dos prestadores de SMP e dos responsáveis pelos serviços públicos de emergência que manifestarem interesse. Caberá à Anatel aprovar tais aspectos por meio de ato do Superintendente de Serviços Privados.

Entre os aspectos técnicos e operacionais, poderão constar, entre outros, prazos para implementação, topologia de rede, formas de conexão, requisitos mínimos de qualidade da entrega destas mensagens e parâmetros de localização do aparelho do usuário remetente da respectiva mensagem, definidos em conjunto com o responsável pelo serviço público de emergência.

Fonte: Anatel