O desafio do profissional de TI em gerar conhecimento

Após anos de estudos e de especialização, muitos profissionais de TI continuam a estudar e a aprender sobre determinados assuntos que são de pouco conhecimento entre eles. E isso não poderia ser diferente até porque na informática, a tecnologia fica obsoleta rapidamente.

Logicamente que ainda persiste algumas tecnologias que foram novidades no passado que ainda não ficaram obsoleta mas a questão é até quando eles continuarão a ser utilizados.

Com o crescimento tanto em volume quanto em qualidade, obriga ao profissional de TI vasculhar zilhões de dados, transformando em informação e tentando gerar conhecimento na velocidade que se consegue entender e aprender as novidades dessa área tão concorrida e desleal.

Algumas empresas contratam estagiários, engenheiros, administradores para gerir o parque tecnológico corporativo. O salário muita das vezes fica a desejar devido a essa promiscuidade das pessoas em aceitar por qualquer salário uma responsabilidade que deveria ser de profissionais formados em sua base educacional, com tecnologia.

O profissional de TI formado em outras áreas como Direito, Administração, Contabilidade, vai ter uma visão mais abrangente e interdisciplinar que outros profissionais que meramente são formados em tecnologia.

É comum ocorrer algumas “perseguições” virtuais de profissionais mal qualificados ou com pouca experiência na área tecnológica para tentar induzir que você não é um bom profissional. Como todos, uma vez ou outra, na vontade de passar conhecimento para as demais pessoas da área, cometemos algumas gafes como não informar de quem é o verdadeiro proprietário do conhecimento.

Diga-se de passagem que mesmo após uma centenas de publicações em sites e em várias revistas de renome (incluindo Revista Espírito Livre e ISSA Brasil) e participação em podcast (Como o StaySafe Poscast – http://www.staysafepodcast.com.br/edicoes/24-StaySafe-02-2011.mp3 , o que poucos tem esse privilégio de serem convidados para demonstrar o seu conhecimento) basta um pequeno descuido e pronto, tem alguém no seu calcanhar para tentar de derrubar.

Normal, esse é o nosso mundo. Principalmente quando as pessoas aceitam seus cargos e muitas responsabilidades em troca de um “pão”, mas não contribuem com nada na sociedade acadêmica com nenhum artigo, aula, podcast e vídeos.

O profissional de TI gosta de gerar conteúdo e também repassar outros, mas geralmente não se preocupa (mas deveria) em informar de onde o seu conhecimento está sendo repassado, quando não é gerado por si.

Diante do exposto, acredito que é um grande desafio para nós de TI gerar conhecimento e replicar para aqueles que vão aprender algo ou que querem aprender, e não para aqueles que estão dispostos a “derrubar” outros profissionais.

ATÉ A PRÓXIMA!

Deep Web: a navegação underground na internet

Os livros tradicionais são utilizados em muitas escolas para transmitir o conteúdo aos seus alunos. Em algumas situações, como o vestibular e o Enem, é importante saber o que está lendo e interpretar as ideias. A internet revolucionou os métodos de pesquisa e agilizou bastante o tempo em busca da informação.

O problema é que durante a busca de informação, os livros tradicionais não possuem o grande perigo existente na internet, cujo o conteúdo pode ser diferente a cada resultado de uma pesquisa, o que não ocorre nos livros (sejam eles impressos ou digitais) pois o assunto está delimitado pela obra propriamente dita. Não tem o perigo de se abrir um livro que trata sobre voz sobre ip e se deparar com fotos de pedofilia, por mais que você procure entre os capítulos.

Na internet, cada pesquisa é uma aventura, principalmente se a pesquisa não for realizada na forma “tradicional” da web, utilizando os sites de buscas no navegador padrão. O que as pessoas não sabem é que existe uma navegação mais obscura da internet onde poucos tem o conhecimento da sua existência e que muita das vezes, conteúdos ilegais e imorais são propagadas nesse lado negro da internet, que pode corresponder a 90% do conteúdo existente na internet.

A chamada Deep Web é uma navegação mais profunda da internet onde são utilizados navegadores apropriados para permitir abrir sites criptografados e criados com o objetivo de propagar conteúdo ofensivo e criminoso. Podemos citar o projeto TOR, que tem a finalidade de permitir uma pesquisa na internet de forma “anônima” e também compartilhar informações entre criminosos, como fotos de pedofilia, nazismo e muitos outros assuntos que nem imaginamos de forma mais privativa e oculta.

Esse artigo não tem o intuito de ensinar a navegar nesse “mundo underground” da internet mas de informar que existe uma rede totalmente desconhecida pela grande maioria dos internautas. Eu tive a oportunidade de participar no evento do ICCYBER em Brasília-DF e percebi como essa rede negra da internet está em profunda atividade.

A rede em si é bem planejada, com sites trabalhando em cima de criptografia e em camadas. Fazendo uma referência com a cebola, para você chegar ao núcleo dela, tem que passar por varias camadas. Nessa rede, normalmente os sites possuem a extensão .onion, referindo-se a tradução para cebola. Dentro da Deep Web, existem sites de buscas específicos para essa rede, cujos links tem a sua extensão grande e que pode a cada momento mudar de nome para tornar o rastreamento mais difícil pelas autoridades policiais. A medida que você vai passando pelas camadas, ou seja, vai passando de site em site, vai descendo cada vez mais no fundo dessa internet misteriosa e deparando com conteúdos repugnantes.

Existem relatos que o grupo do Wikleak consegue diversos documentos confidenciais através da Deep Web, onde vários internautas integrantes dos órgãos governamentais compartilham entre si o material, chegando em algum momento ao conhecimento do Wikleak. As vezes, até devido o descuido nas permissões de acesso dos computadores envolvidos para que se torne possível o funcionamento dessa navegação negra da internet é que o material acaba sendo vazado.

Contudo, esse artigo serve mais para divulgar o ambiente hostil da internet que existe e que nem temos ciência. Não tenho o proposito de indicar o caminho a ser feito para ter acesso aos conteúdos que trafegam na Deep Web. Primeiro que não me sentiria confortável em saber que mais pessoas teriam contato com os conteúdos mais perversos existentes na internet por minha iniciativa, o que infelizmente tive que ter em alguns sites para percorrer o caminho e comprovar a existência desse lado negro da internet, que prefiro não retornar a navegar por esses sites pois as imagens cruéis compartilhadas nesse meio e que a nossa mente vê, é difícil de se esquecer com facilidade.

E segundo, não quero me tornar parte desse submundo.

Então, quer uma dica? Fique com a navegação da internet que você conhece pois não está perdendo nada…

Até a próxima !

Google: a arte de aprender ou simplesmente “Copiar, Colar”?

O mundo gira em torno de dados que após devidamente interpretados vão gerar uma informação. A questão é como essa informação é utilizada ou absorvida pelas pessoas, que pode virar um conhecimento ou simplesmente continuar sendo uma informação que será replicada sem ocasionar em nenhum benefício para o portador da informação.

Os nossos antepassados devem está se remoendo nos túmulos quando falamos que não pesquisamos mais informação em bibliotecas, livros ou outro meio de pesquisa mais concreto e palpável. Pode ser que algumas pessoas prefiram realmente realizar o seu estudo lendo bons livros ou visitando uma boa biblioteca mas podemos afirmar que é uma minoria.

Nas próprias bibliotecas é muito difícil manter um acervo atualizado, com dados recentes ou uma pesquisa que foi realizada no mês passado pelo IBGE, por exemplo. A velocidade de atualização dos livros de uma biblioteca fica muito além da velocidade de hoje onde as informações são transmitidas na internet.

Hoje, você já encontra coleções e enciclopédias sendo ofertadas no comércio eletrônico assim que saem das editoras ao passo que nas bibliotecas tradicionais, normalmente a atualização é realizada a cada ano, até porque é necessário realizar uma pesquisa para saber quais os livros são necessários atualizar com urgência e temos o fator custo, que impede que uma biblioteca seja atualizada o seu acervo mensalmente.

A necessidade pelo conhecimento nos faz partir em busca da informação e nos dias atuais, a melhor fonte que temos e conhecemos é a Internet, mais precisamente o Google, por muitos chamados de “Santo Google”.

A questão é: como utilizar o conhecimento adquirido como fonte primária da informação o Google? Quando falo do conhecimento adquirido é a pesquisa realizada nesse site de busca e após a leitura de uma determinada informação, ocorreu uma absorção do conteúdo e assim, a utilização do conhecimento é válido para replicar o conhecimento ou simplesmente sintetizar em um trabalhoO mundo gira em torno de dados que após devidamente interpretados vão gerar uma informação. A questão é como essa informação é utilizada ou absorvida pelas pessoas, que pode virar um conhecimento ou simplesmente continuar sendo uma informação que será replicada sem ocasionar em nenhum benefício para o portador da informação.

Os nossos antepassados devem está se remoendo nos túmulos quando falamos que não pesquisamos mais informação em bibliotecas, livros ou outro meio de pesquisa mais concreto e palpável. Pode ser que algumas pessoas prefiram realmente realizar o seu estudo lendo bons livros ou visitando uma boa biblioteca mas podemos afirmar que é uma minoria.

Nas próprias bibliotecas é muito difícil manter um acervo atualizado, com dados recentes ou uma pesquisa que foi realizada no mês passado pelo IBGE, por exemplo. A velocidade de atualização dos livros de uma biblioteca fica muito além da velocidade de hoje onde as informações são transmitidas na internet.

Hoje, você já encontra coleções e enciclopédias sendo ofertadas no comércio eletrônico assim que saem das editoras ao passo que nas bibliotecas tradicionais, normalmente a atualização é realizada a cada ano, até porque é necessário realizar uma pesquisa para saber quais os livros são necessários atualizar com urgência e temos o fator custo, que impede que uma biblioteca seja atualizada o seu acervo mensalmente.

O que normalmente ocorre quando a maioria das pessoas fazem as suas pesquisas no Google para encontrar um assunto e depois repassar para alguém, seja ao professor um trabalho escolar ou ao chefe para demonstrar a solução de um problema, raramente é mencionado a fonte da solução. Em melhores palavras, o nome do autor!

Logicamente existem pessoas que pesquisam no “Santo Google” e após encontrar o que procuram, conseguem sintetizar a ideia ou simplesmente aprender o conteúdo realizando uma síntese do material encontrado, uma espécie de resumo que pode ser através de registro de tópicos, para aqueles que tem maior habilidade em memorização.

Os professores recebem a cada dia, trabalhos de pesquisa realizados pelos seus alunos que dão uma demonstração certa do ato “Copiar, Colar”. Eles nem dão ao trabalho de mudar as palavras, acrescentar conteúdo e alguns, menos atenciosos, esquecem de remover o nome do autor no fim do trabalho ou não sabem remover o nome de quem fez o trabalho que se encontra no rodapé da página.

A internet trouxe muita agilidade em nossa vida, proporcionando uma forma de aprender conteúdos novos e muita das vezes sem precisar pagar pela informação. Logicamente que devemos nos preocupar com a fonte da informação que estamos tendo acesso pois o que nem sempre o que circula na internet tem a sua veracidade confirmada.

Pode-se separar o processo de aprendizagem em dois momentos: antes do Google e depois do Google. Após a criação do Google, a indexação dos sites na internet possibilitou economizar tempo na busca da informação mas não necessariamente trouxe aprendizado. Quem copia e cola, sem nem ter o trabalho de ler o que está fazendo, não vai ter contato com a arte de aprender com o Google.

E você, conhece quem foi Stan Laurel e Oliver Hardy?

Vai pesquisar para aprender ou simplesmente “Copiar, Colar”?

Até a próxima!

Facebook Home: a evolução do Outdoor tradicional?

O mundo capitalista gira em torno do ato de comprar e vender produtos e serviços, onde o comerciante tem a preocupação em vender o seu produto/serviço e no outro lado a figura do consumidor, que deseja algo para consumir (se tratando de serviço) ou para ter (quando falamos de produto).

A preocupação do empresário é conseguir com que as pessoas saibam o que ele está comercializando pois nada mais frustrante que chegar ao final do dia e o estoque nem saiu do lugar ou aquele estabelecimento comercial que aluga quartos para uma noite tranquila, fique vazio e cheirando a mofo.

O consumidor precisa também conhecer o que há no mercado para satisfazer a sua vontade. Imagina em um determinada situação em que você precisa viajar para uma cidade e não sabe quais são os hotéis existentes na cidade em que ficará hospedado por alguns dias e não deu tempo de pesquisar na internet a relação de hotéis da cidade. O jeito é pesquisar quando chegar no destino, de alguma forma ou outra vai ser possível encontra um quarto para dormir.

Uma forma de se fazer propaganda e que tem sido usada há muito tempo é o chamado Outdoor. Quem nunca passou por uma local e uma propaganda está lá toda estampada em uma placa enorme de madeira ao lado da rua, avenida ou estrada, com o anúncio da propaganda (mesmo que seja propaganda política) de tamanho considerável que dificilmente alguém vai passar e não vai ler.

Geralmente, o comerciante aluga o espaço para ter o seu anúncio mostrado por um determinado tempo e após esse prazo, outra propaganda toma conta do espaço e assim por diante, em que no mesmo local pode ao longo do ano, existir centenas de propagandas diferentes.

Atualmente, o Facebook inovou e lançou o Facebook Home, uma espécie de interação da rede social que pode ser acomodado na área de trabalho inicial do seu celular, permitindo que você fique atualizado com o que passa na grande rede social e assim, não poderá ter mais a desculpa que não tem tempo para ler o que acontece por lá.

Entretanto, a análise dessa inovação não pode ser tão superficial a ponto de acreditar que o objetivo do Facebook Home é só manter o usuário da rede social atualizado com os feeds de notícias dos amigos. Percebo que no futuro, como forma de angariar lucro e visibilidade, o Facebook pode incentivar que patrocinadores comecem a utilizar esse meio para fazer as suas propagandas, encontrando um público farto e gigantesco de possíveis consumidores.

Afinal, estamos quase alcançando a taxa de um celular para cada habitante no Brasil. Imagina a situação: uma grande empresa automobilística coloca um anúncio de lançamento de um novo carro no mercado brasileiro e utiliza o Facebook home para isso. No momento que você desbloquear a tela do seu celular, como o Facebook home estará na sua página inicial, a primeira mensagem que você irá ler será a propaganda paga. Somente depois conseguirá ler as mensagens dos amigos.

Grande sacada? Pode ser, afinal, o anúncio do outdoor tradicional, aquele fixo no chão só tem visibilidade para quem passa no local. Se eu não costumo passar na mesma localidade do outdoor, nunca saberei do anúncio. Agora, com o Facebook Home, aonde você estiver, receberá um anúncio de um determinado produto ou serviço. Isso que eu chamo ( e estou inventando) de “mobildoor”.

Até a próxima!

Twitter: um tweet tem poder para gerar uma Guerra Mundial?

Os tempos modernos nos trazem ferramentas e soluções tecnológicas que podem facilitar o nosso dia a dia, tornando mais prazeroso as atividades de pesquisa e no desenvolvimento de alguma ideia para se colocar em prática. Por exemplo, se você vai receber uma visita e não sabe como fazer um bolo, não tem problema, a internet te ajuda a encontrar a melhor receita.

Nessa onda de evolução e criação tecnológica, surgiram as redes sociais com o intuito de aproximar as pessoas e trocarem mensagens do cotidiano, tornando a internet mais amigável e proporcionando novas amizades no mundo virtual. É uma tendência que veio e que ficou, apesar de algumas redes sociais estarem diminuindo a presença de seus seguidores.

Logicamente que com o passar dos anos, a rede social pode ficar sem novidades e consequentemente, desmotiva o seu uso por parte dos seus usuários que estão cada vez mais exigentes e buscam sempre novidades, para continuar a usar o serviço virtual.

Vamos falar especificamente da rede social Twitter, que particularmente eu tenho usado para me manter informado e atualizado com as notícias do meu país e do Mundo. Pode parecer um inconveniente o limite de 140 caracteres imposto pela rede social para mandar uma mensagem (tweet) a todos os seus seguidores mas por outro lado, tem um certo sentido. Essa limitação nos faz enviar uma mensagem mais objetiva, com a ideia central do sentimento ou da informação em si, evitando textos longos e chatos que com certeza iriam desmotivar os seus seguidores a ler o post.

Entretanto, o que temos visto ultimamente, são consequências na vida real de determinados tweet enviados no Twitter. Um caso bem divulgado foi a da estudante de Direito em um escritório de advocacia que disparou uma mensagem falando que todo nordestino que mora em São Paulo deveria morrer. Tragédia total. Uma simples mensagem virtual ocasionou uma revolta real sem controle.

As consequências foram inevitáveis: a estudante perdeu o estágio, ganhou uma inimizade na internet e pior, foi processada pelo crime de racismo. Exagero isso ter acontecido com ela? Acredito que não pois o que estamos transmitindo pela internet nada mais é que o nosso próprio pensamento real. A internet, o computador e o twitter são meras ferramentas que utilizamos para externar o pensamento humano.

Outro caso com grande repercussão foi a de um funcionário de uma determinada empresa que acabou se dando mal também com a postagem de mensagens virtuais na internet. Torcedor fanático pelo seu time, vendo um determinado clássico dentro do estádio de futebol, ao final do jogo, mandou um tweet com palavras ofensivas a todos os torcedores do time adversário que acabou perdendo a partida. O detalhe é que a empresa que paga o salário do funcionário é a empresa patrocinadora do time adversário que perder a partida de futebol. Não restou outra alternativa a não ser a demissão do funcionário e a retratação pública da empresa se desculpando aos torcedores ofendidos.

Casos como esses são comuns em nossa sociedade que acaba utilizando as mídias sociais para expressar o sentimento do momento, sem pensar momentaneamente das possíveis consequências do seu comentário.

Um fato inusitado e quase provocou o início de uma guerra mundial aconteceu com um tweet enviado no japão, na cidade de Yokohama, que era uma mensagem que estava pronta para ser enviada somente no caso de um míssil fosse lançado entre os conflitos da Coreia do Norte e Coreia do Sul.

A cidade de Yokohama postou em seu perfil oficial da cidade que a Coreia do Norte havia iniciado uma ataque, disparando um míssil contra o Japão. Tudo não passou de um engano. O Tweet ficou no ar cerca de 20 minutos, tempo bastante para ser visualizado por mais de 42.000 seguidores do perfil. Logo em seguida ele foi removido e veio um pedido de desculpas. A justificativa era que o texto estava pronto para ser lançado o mais rápido possível, caso fosse necessário, e um imprevisto fez com que ele fosse postado antes da hora.

Contudo, fico imaginando o que passou na cabeça dos seguidores durante a permanência do post no ar nos longos 20 minutos sobre o ataque do míssil ao japão. Será que muitos replicaram aos seus próprios seguidores e instalou-se um caos na cidade ou somente fizeram o último pedido antes de “morrer”? Como, por exemplo, comer um sushi!

Até a próxima!

Walmart testa recurso ‘Scan & Go’ com iPhone

BENTONVILLE, Arkansas – A Wal-Mart Stores está testando um sistema “Scan & Go” que permitirá que compradores digitalizem itens usando seus iPhones e em seguida, paguem suas compras em um balcão de autoatendimento — uma inovação que se propõe a diminuir o tempo de atendimento e cortar custos para os varejistas.

Se o teste feito pela maior varejista do mundo tiver êxito, a novidade poderá mudar a forma como as pessoas compram e pagam pelo que adquirem, tornando o processo mais pessoal e potencialmente mais rápido.

No início desta semana, a Walmart convidou funcionários com iPhone a participar de um teste em um Walmart supercenter na cidade de Rogers, no estado de Arkansas, perto da sede da empresa, de acordo com uma nota no site “Survey Monkey”.

“Todo o esforço é para acelerar o procedimento de check-out, de modo que possamos reduzir os custos e melhorar a experiência de compra”, disse Paul Weitzel, sócio-gerente da empresa de consultoria de varejo Willard Bispo, que disse não ter visto o teste da Walmart. “Com smartphones e tecnologias mais eficientes veremos cada vez mais ideias assim”.

O teste vem meses depois da Walmart declarar que gostaria de acrescentar mais estações de autoatendimento em suas lojas Walmart e Sam’s Club, em sua busca por reduzir custos e preços para seus clientes.

Dar elementos para que os clientes digitalizem seus próprios itens e façam pagamentos sem a ajuda de um caixa poderia economizar milhões de dólares, disse Holley Charles, diretor financeiro da Walmart, em 7 de março. Para cada 1 segundo no tempo de transação média na rede americana Walmart, a empresa afirmou que gasta cerca de US$ 12 milhões em salários de seus caixas.

Os clientes queixam-se frequentemente no Twitter e em outros fóruns de que leva muito tempo para pagar na Walmart, onde às vezes apenas algumas das várias alas de check-out estão abertas e guarnecidas por caixas. Enquanto alguns varejistas empregam empacotadores para acelerar o processo de despacho dos clientes, no Walmart um mesmo funcionário escaneia de empacota os itens nas bolsas.

“Estamos continuamente testando novas e inovadoras formas de servir os clientes e melhorar a experiência de compra em nossas lojas”, disse o porta-voz da Walmart, David Tovar.

O atual app Walmart para iPhone já inclui funções tais como criar listas de compras e ver quais itens estão em estoque.

O teste vem num momento em que varejistas e restaurantes estão tentando descobrir maneiras de acelerar o processo de pagamento, permitindo que os clientes paguem com apenas um toque de seus smartphones.

Fonte: O Globo

Aberto o primeiro Chapter do ISRA no Brasil

No dia 12 de maio de 2012, foi anunciado a abertura oficial do primeiro Chapter no Brasil do ISRA – Information Security Research Association, que engloba as atividades do Espirito Santo e Rio de Janeiro na área de segurança. Até o fim do ano, o ISRA – Chapter Brazil estará presente com atividades em São Paulo – SP.

O ISRA é uma associação não-governamental focada em pesquisas na área de segurança da informação, incluindo segurança de atividades cibernéticas.

Até então, o chapter da associação mais próxima do Brasil em funcionamento, era o da Argentina. Agora, podemos contar com um chapter do ISRA no Brasil, fundado no Espírito Santo – ES.

No site internacional da ISRA, consta a notícia da abertura do chapter no Brasil – http://www.is-ra.org/

Na área dos chapter, é possível ver na relação, o chapter Brasil – http://www.is-ra.org/chapters.html

Para mais informações e contatos, envie um e-mail para brazil@is-ra.org

 

 

Quer ingressar em Harvard ou MIT sem sair do Brasil?

Ingressar nas famosas universidades de Harvard ou Massachusetts Institute of Technology (MIT) é um sonho de muitos profissionais para dar um upgrade no currículo. Agora será possível estudar nessas instituições sem ter que viajar para os Estados Unidos, onde as duas entidades estão localizadas. Ambas anunciaram uma parceria para oferecer cursos por e-learning a alunos que estejam em qualquer lugar, desde que tenham acesso banda larga. As aulas serão ministradas gratuitamente.

 As duas instituições criaram uma plataforma de e-learning baseada em código aberto para oferecer cursos pela internet. Elas investiram 60 milhões de dólares no projeto batizado edX. Os cursos começam ainda este ano durante o outono nos Estados Unidos.

 A edX vai funcionar como uma organização sem fins lucrativos para entregar conteúdo pela web. O empreendimento será controlado por Harvard e MIT. A tecnologia que vai suportar edX é baseada em uma plataforma de e-learning criada pela MIT e que foi lançada em dezembro do ano passada chamada MITx.

 A edX oferecerá inicialmente cursos específicos ministrados por Harvard e MIT. Com o tempo, a organização espera incluir cursos de outras universidades, permitindo que outras instituições adicionem recursos à plataforma, já que se trata de uma tecnologia aberta.

“Vamos abrir a fonte de todos os nossos software para o mundo de modo que todos poderão usar a plataforma em qualquer lugar que quiser”, disse Anant Agarwal, presidente da edX e diretor de Ciência da Computação do MIT.  O time da nova organização vai ajudar escolas que quiserem oferecer conteúdo pela edX.


Interatividade

A edX pretende se diferenciar de outras arquiteturas de ensino a distancia, informaram os representantes de Harvard e MIT durante entrevista à imprensa na semana passada. Eles informaram que a plataforma é bastante interativa e vai além de instruções em vídeo. Enquanto vídeos serão oferecidos, os alunos poderão fazer testes, participar de laboratórios on-line, se comunicar com outros estudantes e professores, entre outros recursos, disse Agarwal.

 A edX será “verdadeiramente uma experiência diferenciada,” garante Susan Hockfield presidente do MIT. Ela observou que existe um forte interesse na educação pela web. Um piloto do curso foi oferecido pelo MITx na primavera passada e atraiu uma quantidade de inscritos quase igual a de cursos tradicionais.

 A educação on-line pode ser vista como uma ameaça ao sitema tradicional, mas Suzan ressalta que a edX quer ser uma aliada dos cursos convencionais. A plataforma vem com a missão de complementar o aprendizado nas salas de aula.

 A edX oferece “uma oportunidade sem precedentes para compreender como aprendemos”, disse reitor de Harvard Alan Garber, que vai levar para web os cursos on-line ministrados pela HarvardX. “Trata-se de aprender a usar a sala de aula de forma mais eficaz.”

 Ao final do curso, as pessoas receberão um certificado de conclusão da edX. Porém, o diploma não leva o selo de Harvard nem do MIT. As duas ainda vão definir quais cursos serão oferecidos pela edX. Harvard prevê faculdade de saúde pública, direito, artes e de ciências, entre outras.

Fonte: ComputerWorld

Novo algoritmo do Google já pune sites que abusam do SEO

 

O novo algoritmo do Google já começou a punir sites que, embora não possuam um conteúdo bom, costumam aparecer entre os primeiros resultados de pesquisas por conta de artifícios de otimização para motores de busca.

O site Searchmetrics fez uma análise rápida dos sites que já foram punidos ou beneficiados pela mudança. O estudo considerou 50 mil palavras-chave, em 5 milhões de domínios, e comparou os 100 primeiros resultados com os encontrados na semana passada.

Entre os sites punidos estão:

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Curiosamente, alguns deles são redes sociais populares.

Já entre os que foram beneficiados estão:

winners

A mudança promovida pelo Google para prevenir Webspam fez o software GoogleBot, responsável pela coleta e organização de portais, ficar mais inteligente, a fim de aumentar a relevância dos resultados.

“Estamos indo atrás daqueles que enchem a página de palavras-chave, trocam muitos links ou vão além do que normalmente esperamos”, comentou o engenheiro da Google Matt Cutts, em março, durante o evento de cultura digital SXSW, realizado em Austin, nos Estados Unidos.

A Google não forneceu detalhes sobre como o algoritmo irá diferenciar conteúdo útil do Webspam, dizendo que isso iria “dar às pessoas uma forma de voltar a manipular os resultados de pesquisa e piorar a experiência dos usuários.”

A empresa diz que as mudanças afetarão cerca de 3% das consultas de pesquisa.

Memória: Em janeiro a Google já havia informado que também puniria páginas com publicidade excessiva. “Se o portal dedica grande parte da tela inicial a anúncios, ele não oferece uma boa experiência de usuário. No mesmo mês, a empresa chegou a rebaixar o próprio navegador, o Chrome, em seu motor de busca.

Fonte: IDGNow

Falha de segurança no Twitter atinge milhões de usuários

Uma nova falha de segurança no Twitter tem sido largamente explorada em milhões de contas do microblog. O bug redireciona os usuários a sites de terceiros sem o seu consentimento.

O problema é bastante perigoso, já que basta passar o mouse sobre um pop-up ou um link malicioso para que eles sejam abertos.

Até o momento, o melhor a se fazer é utilizar apenas aplicativos de terceiros para acessar o Twitter, como o TweetDeck, já que o bug parece apenas afetar a interface web do serviço. Além disso, uma solução é usar a versão móvel do serviço no navegador.

Abaixo, um exemplo de tweet que lança um pop-up apenas passando o mouse sobre o link:

Fonte: http://imasters.uol.com.br