Notícias Tecnológicas agora também no Flipboard!

A informação é fundamental para gerar o conhecimento. Com essa premissa, eu sei muito bem como é difícil mantermos atualizados com as notícias que são geradas a cada minuto em nosso mundo.

Pensando nisso, resolvi ajudar os navegantes desse grande navio que é a Internet e a partir de agora, está criado mais um canal de informação para que você possa se manter atualizado com as notícias tecnológicas e do cotidiano, de uma forma centralizada e modernas, onde os artigos podem ser lidos em smartphones, tablet e no próprio computador.

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Câmera Panono tira fotos panorâmicas no estilo “Google Street View”

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Desenvolvida por alemães, a câmera Panono tira fotos panorâmicas no estilo “Google Street View”. Ela consiste em uma esfera com 11 cm de diâmetro que é acionada quando jogada para o alto. O dispositivo, então, tira 36 imagens, as reúne e envia para o aplicativo da câmera em um smartphone via Bluetooth. O projeto está sendo desenvolvido por pesquisadores da Universidade Técnica de Berlim, na Alemanha, desde 2011 e atualmente a Panono está à venda na plataforma de financiamento coletivo Indiegogo por US$ 499 (cerca de R$ 1.200).

Fonte: UOL Tecnologia

Espionagem na Tecnologia: a sua vida está sendo “monitorada” há muitos anos

As revelações bombásticas de ex-analista contratado pela NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA), Edward Snowden, que deixou o EUA e foi-se refugiar na Rússia trouxe a discussão em todo o mundo a respeito do tema: Espionagem.

Já sabemos que o conhecimento é o ativo mais importante de uma empresa, assim como as pessoas que trabalham dentro dela. Uma informação sigilosa mal guardada, é passível de levar a quebra de uma empresa. Basta que um determinado projeto revolucionário seja de conhecimento do concorrente que pronto, o estrago já está feito.

Imagina então quando informações sigilosas de uma sociedade inteira está disponível para um determinado Governo? E pior, sem o consentimento e nem de conhecimento dos coitados cidadãos que acreditam que possuem algum tipo de privacidade nos dias de hoje, que tanto nos esbarramos nos verdadeiros “Big Brothers” nas ruas e nos estabelecimentos comerciais.

Não é a toa que diversos países e autoridades mundiais ficaram em uma saia justa quando determinados documentos oficiais foram divulgados para o mundo, principalmente através da organização, sem fins lucrativos, WikiLeaks. Diversos problemas diplomáticos surgiram com a divulgação de informações secretas. Espionagem?!

Vamos nos remeter ao nosso cotidiano e verificar se também não estamos passíveis de espionagem tecnológica sem ao menos termos noção desse “monitoramento” diário. Antes de tudo, posso afirmar com total convicção: se você usa a tecnologia no seu cotidiano, nem que seja para receber ou realizar ligações de celular, desculpe mas… você está sendo monitorado.

A telefonia de celular, pelo próprio nome que caracteriza a forma de funcionamento do serviço móvel de telecomunicação, que se utiliza de antenas transmissoras de sinal de celular (as chamadas ERB – Estações Rádio Base) para levar o sinal da telefonia ao seu aparelho telefônico.

É a comunicação do seu celular com as várias antenas de celular em sua cidade que permite você se deslocar entre os bairros e municípios, falando no celular sem que a ligação seja interrompida (conhecido como Roaming). Quando isso acontece (a queda de sinal e é um gerador de reclamação nos Procons Estaduais) é porque uma determinada região está fora da área de cobertura de uma dessas antenas.

Mas o que tem a ver o sistema de telefonia celular com a espionagem tecnológica? Vou explicar: o seu celular enquanto passa de antena a antena para garantir que tenha sinal eu seu aparelho, existe uma comunicação entre as antenas ERB e o seu celular. Com isso, todo os seu percurso e trajeto dentro da cidade, fica registrado no sistema informatizado da operadora de telefonia por onde você passar, por onde passou e onde você está nesse momento. Em qual antena ERB, qual latitude e longitude (geolocalização).

Ou seja, se você tiver inimigos dentro da operadora de celular e alguém, mesmo que de forma ilícita, quiser saber onde você se encontra, basta acessar o sistema interno da operadora e te localizar em qual antena seu celular está “conectado”, ou melhor, recebendo o sinal de celular. Isso não é espionagem?

Não vamos muito longe. A navegação na internet é rica em rastros deixados no computador para indicar quando você acessou determinados sites, quais assuntos você frequentemente pesquisa no Google e assim, as empresas conseguem traçar o seu Perfil Econômico para divulgar produtos e serviços que tendem a se encaixar nas suas preferências.

Alguns vão falar que basta não aceitar os “cookies”, realizar a navegação privativa e outros recursos que dificultam essa “espionagem eletrônica”. Certíssimos! Mas convenhamos, esse procedimento de navegação é o padrão de todos internauta conectado na internet?

Claro que não! Você usa o gmail, hotmail, ou outro webmail gratuito? Já percebeu que os anúncios que aparecem em sua caixa postal ou dentro da plataforma do webmail, em forma de banners, são de produtos ou serviços que encaixam nas suas preferências pessoais ou profissionais?

Por exemplo, no gmail recebo anúncios de softwares, equipamentos de informática, ferramentas, etc. Como o gmail sabe disso? Bola de cristal? Nada, nesse caso, basta um algorítmico no webmail do gmail para percorrer os meus e-mails recebido e enviados e realizar uma indexação das palavras mais trocadas nos e-mails para se montar um perfil meu e assim, oferecer os produtos que mais tenho falado em meus e-mails.

O caso que mais chamou a atenção na mídia é os EUA gravarem todas as suas conversas que um dia você teve no Skype, MSN e outros meios. O servidor principal dessas plataformas ficam onde mesmo? Quando você loga, a sua base de dados com o seu cadastro na rede social está aonde? Em um servidor no Brasil? Claro que não. Está lá, na terra do Tio Sam.

Basta o Governo americano suspeitar de uma mensagem sua para você ser monitorado 24h. Se tiver conteúdo de terrorismo então, nem pense nas consequências. Aí que a espionagem acontecerá mesmo.

Ainda no Gmail, você pode perceber que as informações de quem acessa a sua conta e de qual IP você conectou o seu gmail, está tudo disponível para eles. Quer ver? Entre na sua conta do Gmail e ao final da página da caixa de entrada, no canto direito inferior da tela, procure por “Details” (“detalhes” para quem usa o tema em português – Brasil). Ficou surpreso? Olha a lista dos IP’s de onde você estava para entrar na sua conta, a data, a hora, a versão no navegador… Se você tem a informação é porque eles também tem. E pior, desde de quando você criou a sua conta.

Poderia dar inúmeros exemplos aqui mas eu só quero levar ao debate que não podemos nos surpreender quando alguém falar que estamos sendo espionados na internet. Já abrimos há muito tempo mão da privacidade em nome da comodidade (no casos de ter uma conta de e-mail sem pagar em troca do servidor saber o que eu gosto e o que eu ando fazendo).

Tem gente que se inscreve para determinados programas de televisão para expor toda a sua intimidade em troca de dinheiro. O que esperar então da tecnologia?

Só nos resta uma coisa: ter cuidado com aquilo que ainda temos controle porque de resto, o que você achava que era só seu, já faz parte da internet (e de todos) há muito tempo.

Até a próxima!

Na era da tecnologia, alguém ainda está “desconectado” da modernidade?

Computadores, tablets, smartphones, notebooks… equipamentos que conhecemos e utilizamos em nosso dia a dia como ferramentas de trabalho ou lazer. A tecnologia nos proporciona algumas mobilidades que nem sonhávamos algumas décadas atrás. Uma das grandes revoluções que percebemos é a telefonia móvel, que a cada ano aumenta o números de pessoas aderindo aos aparelhos celulares. Algumas pessoas possuem mais de um aparelho celular.

A geração que nasceu da década de 90 para frente, tem mais facilidade em assimilar as tecnologias novas que surgem no mercado pois são jovens que já nasceram na era da internet, do computador, enfim, na era da tecnologia.

Entretanto, os pais desses jovens, uma geração dos anos 50, 60, viveram em um período sem essa tecnologia modernas dos tempos atuais. Não existia a internet para eles, nem computador era acessível no Brasil. Quanto mais a telefonia celular, coisa para filmes futurísticos para a época.

A tecnologia da época era retratada nas máquinas de escrever manual, aquelas que a cada “enter” a máquina pulava uma linha mas você, manualmente, tinha que puxar uma alavanca para a esquerda para trazer a parte de cima da máquina de escrever para o início da folha no lado esquerdo, e assim, começar a escrever na folha de papel.

Nessa época, usavam-se os velhos discos de vinil para escutar uma boa música em que a cada quebra da agulha da cabeça de leitura do aparelho de reprodução de disco de vinil era um sacrifício trocar e custava muito caro.

Contudo, hoje é muito difícil alguém ficar “desconectado” da tecnologia atual e não querer participar da modernidade tecnológica, acreditando que o que temos hoje é uma coisa supérflua e sem necessidade. Será?!

Creio que não deve ser tão simples assim. É certo que a tecnologia nos trouxe avanços no desenvolvimento na sociedade, simplificou determinas tarefas e agilizou algumas ações, diminuindo a distância entre as pessoas e lugares.

Entretanto, temos que levar em conta as pessoas de mais idade que não ligam para a tecnologia por achar muito difícil de operá-la. Elas conviveram décadas com luz de lampião, escutando rádio de pilha e vendo televisão preto e branco. Essa pessoas argumentam que o que tinha que ser aprendido já passou, não estão interessadas no novo, as vezes até tentam entender a tecnologia mas devido a tradição, basta uma primeira dificuldade com a tecnologia para que a barreira esteja posta.

Lembro de alguns momentos em que netos tentam ensinar aos seus avós a mexer em um mouse no computador. Fracasso total, os jovens de hoje não tem a paciência necessária para ensinar. E os mais velhos tem vergonha de querer aprender algo com a idade avançada.

Todavia, não podemos também deixar de comentar que o Brasil é um país em desenvolvimento. Muitos estão fora do contato da tecnologia por falta de oportunidade mesmo. Não possuem condições financeiras para comprar um computador, ter acesso a internet ou comprar um celular. Isso afasta naturalmente as pessoas da tecnologia e com isso, são potenciais cidadãos excluídos das oportunidades de emprego que exigem cada vez mais que as pessoas tenham conhecimento em informática.

Algumas pessoas escolhem esse afastamento da tecnologia por decisão pessoal, são aquelas que preferem ler um bom livro impresso a um livro digital. Querem falar com os amigos olhando nos olhos, dando um belo aperto de mão. Querem sentir o “calor” humano e não a frieza dos relacionamentos das máquinas com o homem.

Contudo, vamos ter pessoas altamente conectadas que nas primeiras horas do dia correm para o celular para ver as notícias, e-mails e SMS antes mesmo de tomar o seu café da manhã. E outras pessoas que acordam, fazem o seu bom e cotidiano café coado no filtro de algodão, escutando uma rádio AM no rádio de pilha.

Cada um escolhe a forma de de viver e como interagir com a modernidade. Se é bom ou ruim, não podemos julgar, apenas concordar.

E você, conhece alguém ainda “desconectado” da tecnologia?!

Até a próxima!

Por quê o BYOD assusta muito gestor de TI nas empresas?

Cada vez mais as pessoas utilizam a tecnologia para auxiliar em suas tarefas diárias, desde o simples ato de acordar com o alarme de um celular que muita das vezes é utilizado como despertador até responder os e-mails corporativos dentro do ônibus ou aeroporto, através do tablet ou smartphone.

A facilidade com que a tecnologia proporciona nos dias de hoje traz uma série de benefícios para os usuários e frequentadores assíduos desses equipamentos eletrônicos que para muita gente é difícil viver sem eles. Logicamente, tem o próprio mercado que “dita” o que devemos usar e nos ilude com situações que nos força a acreditar que precisamos adquirir determinados equipamentos para resolver problemas mais facilmente ou problemas que ainda nem temos mas que poderemos ter.

As empresas estão observando nos seus funcionários a utilização de várias tecnologias como o Windows, Linux, Mac no ambiente corporativo e em algumas delas, os empregados já fazem o uso de dispositivos móveis para trabalhar no horário do expediente, dentro da corporação e fora dela.

Esse comportamento é caracterizado pelo BYOD (Bring Your Own Device) que traz a concepção do funcionário levar o seu dispositivo eletrônico pessoal para dentro do ambiente de trabalho sem que haja a necessidade da empresa adquirir o equipamento eletrônico. Nessa situação, a permissão da companhia em deixar o empregado usar o próprio dispositivo reflete na redução de custos operacionais para comprar o equipamento e permitir ao funcionário para que ele continue a trabalhar fora da empresa.

Entretanto, um dos fatores que assusta muito gestor de TI nas empresas com a prática do BYOD é a segurança da informação. Para o empresário, é muito cômodo permitir que o funcionário dele leve para o trabalho o tablet pessoal para utilizar no ambiente corporativo como uma ferramenta de trabalho, onde os e-mails de reuniões e de clientes serão respondidos no próprio equipamento eletrônico. Afinal, qual empresa que não gostaria que o seu parque tecnológico fosse todo dos próprios funcionários? Assim, não teria o custo de aquisição de computadores e afins.

Todavia, o bom gestor de TI que tem a visão da segurança da informação vai indagar algumas variáveis com a chefia para mediar essa prática do BYOD dentro da companhia. Quando o funcionário leva de casa o smartphone para o trabalho, por exemplo, ele está usando o celular dentro da empresa para realizar algumas tarefas corporativas e ao mesmo tempo, esse equipamento possui informações pessoais do colaborador como fotos de eventos, e-mails particulares e todas as contas das redes sociais cadastradas no aparelho.

O contrário também é verdadeiro. Ao deixar a empresa após o término da jornada de trabalho, a conta do e-mail corporativo assim como todos os e-mails vão junto com o funcionário para a casa. Desse modo, caso o funcionário perca esse celular ou seja assaltado, vai existir um grande problema para a empresa pois existem dados confidenciais dentro do aparelho que nas mãos erradas, podem falir uma empresa.

Existem milhares de funcionários que não criam nem ao menos uma senha de bloqueio de tela do celular. Imagine esse equipamento nas mãos erradas? É uma mina de ouro de informações confidenciais corporativas que só existem ali devido a prática do BYOD. Não sou contra o uso, até porque eu mesmo faço parte das pessoas que permito o BYOD, desde que com as devidas orientações aos funcionários e algumas medidas simples para preservar as informações contidas nos equipamentos móveis.

O gestor de TI é na verdade um gestor da informação. Ele sabe onde estão as informações, para onde vão e como encontrar. E na perda delas, qual atitude a ser tomada para minimizar o impacto e as consequências para a empresa. Não se pode engessar uma empresa por conta do tradicionalismo ou por não acreditar na mobilidade. Já faz parte do nosso cotidiano e o nosso papel é fazer acontecer em nossas empresas de uma forma organizada e segura.

Da próxima vez que o seu chefe sugerir a utilização do BYOD na empresa, não seja contrário de imediato. Até porque, as vezes, o gestor de TI nega o uso por simplesmente desconhecer o que é BYOD!

Até a próxima!

Descobrir a senha de bloqueio da tela do celular: uma questão de tempo

As pessoas estão gerando cada vez mais informação e precisam armazenar esse vasto conteúdo em algum local para consultar posteriormente, como um contato pessoal ou um registro fotográfico de algum lugar. A facilidade que a tecnologia nos proporciona está fazendo com que cada vez mais utilizemos os nossos celulares (principalmente os smartphones) como se fossem computadores.

São realizadas diversas operações com o celular como: pagar conta no Home Bank, enviar e-mail, fazer check in no aeroporto, criar documentos corporativos, guardar as enormes senhas em algum arquivo no celular… Enfim, as vezes nem percebemos mas chega um momento em que o celular está com tanta informação importante que já ficamos preocupados na possibilidade de se perder o equipamento.

Para evitar pelo menos um prejuízo menor, as pessoas estão começando a levar a sério a tal da Segurança da Informação. Algumas aprenderam da pior maneira possível quando tiveram o celular roubado ou furtado, onde as informações contidas no celular acabaram parando na internet. Principalmente as fotos armazenadas no aparelho e os vídeos que acabam parando no Youtube.

O problema é que nem todos absorveram ainda a importância de se proteger o celular através de um simples ato: bloquear a tela do celular com uma senha. Desse modo, caso você perca o celular ou seja assaltado, terceiros não terão acesso às suas informações de uma forma tão fácil. Pode até dar um pouco de trabalho mas já ajuda. Apesar que na maioria das situações em que ocorrem perda do aparelho, o interesse maior nem sempre é no conteúdo do smartphone e sim no aparelho em si. O equipamento eletrônico vira moeda de troca na boca de fumo e faz girar a “economia informal” entre os criminosos.

Entretanto, nada adianta bloquear a tela do celular com senhas fáceis do tipo 1111,1234, 4321 e outras similares. Algumas pessoas ao invés de digitar os números como senha, preferem a opção de travar a tela do celular com o recursos de ligação entre pontos, que é aquela senha que você vai arrastando o dedo pela tela percorrendo um caminho, lingando os pontos e pronto, a senha está definida e não leva senha.

Os usuários acham esse tipo de senha mais complexa pois quem vai conseguir decorar aquele caminho grande e tortuoso que os olhos humanos não conseguem memorizar se o usuário destravar a tela de forma rápida?. Parece que chegamos em uma senha segura: parece!

Eu digo que essa senha é a mais fácil de se decifrar e utilizando um método muito simples e eficiente. Não estou aqui favorecendo a descoberta de senhas de celulares, apenas demonstrando o que muitos criminosos já sabem e alguns espertinhos que futucam o celular do parceiro ou da parceira sem que o outro tenha a noção que o seu celular está sendo vasculhado em busca de alguma informação importante ou valiosa.

O tempo que se leva para descobrir a senha de desbloqueio da tela do celular da forma de ligação de pontos é apenas uma questão de tempo. E vou demonstrar que é muito fácil chegar a senha sem ter que colocar uma arma na cabeça do proprietário de celular e nem realizar nenhuma chantagem financeira, apenas temos que colocar a cabeça para pensar e ter o conhecimento de como as coisa funcionam.

A tela do celular é feita de vidro e que lhe permite, através de sensores nas laterais do celular, que suas ações no equipamento sejam registradas e executadas conforme a posição do seu dedo na tela do aparelho. Para descobrir a senha da tela do celular é muito simples: como estamos falando de uma tela de vidro, simplesmente limpe a tela com um pano ou passe na blusa ou camisa para que toda a sujeira na tela seja retirada, ficando o vidro totalmente limpo.

Agora, solicite que o usuário do celular digite a senha que ele usa, aquela de ligar os pontos. Após ele desbloquear a tela, aguarde alguns segundos até que o celular apague e pronto, a senha está a caminho de ser descoberta. Com o celular em mãos, após o desbloqueio da tela por parte do dono e que você não viu ele tracejando o dedo pela tela do celular, leve o celular perto da luz ou incline em uma posição o aparelho de forma que você consiga ver a gordura do dedo na tela do celular.

Bingo! Olha a senha lá, toda tracejada e indicando o caminho por onde o dedo passou. A senha está desmascarada. Agora qualquer pessoa pode ter acesso ao conteúdo do celular. Logicamente que você não vai tentar realizar esse procedimento ao final de um dia inteiro de uso do celular. Afinal, vai ter tanta gordura na tela que não será possível descobrir o caminho mas com um pouco de experiência e jogo de cintura, você conseguirá criar situações e momentos que solicitará a pessoa a desbloquear o aparelho e imediatamente conseguirá descobrir a senha.

Mas antes, não esqueça de limpar a tela!

Até a próxima!

Precisa monitorar alguém? Dê como presente um smartphone e seja feliz!

A sociedade busca por tecnologia para atender as suas necessidades diárias e realizar tarefas com o menor esforço possível. Essa é uma consequência do mundo moderno em que vivemos, muita tecnologia que agrega muito custo para manter e ter esse tipo de benefício tecnológico.

Alguns segmentos da economia conseguem desfrutar desse momento de evolução dos equipamentos eletrônicos para ganhar dinheiro. Os empresários gostam de tecnologia e estão sempre pensando em um jeito de ganhar dinheiro com ela. Muitos se especializam e conseguem a satisfação profissional com ideias boas e eficientes.

A população nem sempre pensa em ganhar dinheiro com a tecnologia e sim, como utilizá-la a seu favor. Escutamos amigos reclamarem que não sabem se estão sendo traídos pois a parceira chega tarde em casa, fica desanimada, não liga mais para eles… enfim, a preocupação e o medo tomam conta do sujeito que ele só enxerga uma solução: contratar um especialista (detetive particular) para monitorar e confirmar as possíveis suspeitas que nem sempre são verdadeiras.

Resultado desse investimento desnecessário e com um alto custo financeiro: fica com cara de bobo e pior, sem dinheiro no bolso. Situações essa que milhares de pessoas recorrem para ter a certeza se tem algo estranho no ar e querem descobrir de alguma forma o que está acontecendo. A mente humana é cruel, perversa e se não tiver controle, os pensamentos tomam um rumo inesperado e determinadas ações poderão ter um fim trágico, mesmo sem nenhum tipo de prova existir a respeito do possível fato da traição.

Mas nem tudo está perdido e também não necessariamente você precisa monitorar uma pessoa por supor uma traição. As vezes a mãe ou o pai preocupado com a mudança repentina dos filhos, quer saber se eles estão usando algum tipo de entorpecente, se estão frequentando boca de fumo ou simplesmente verificar se o adolescente foi mesmo realizar o trabalho escolar na casa do amigo na localidade informada aos pais antes de sair de casa.

Com a chegada dos smartphones no mercado, tornou-se possível monitorar os passos da pessoa querida através desses celulares modernos. E não só para isso. Quantos casos na televisão e no jornal que são noticiados de sequestro relâmpago ou até mesmo de roubo de carro mediante violência aos seus ocupantes, que precisam entregar todos os seus pertences aos criminosos, inclusive o seu moderno aparelho smartphone.

Ficou fácil monitorar as pessoas ou carro com um aparelho desse. Basta instalar um aplicativo no celular e pronto, seu celular já será possível ser rastreado. Se for um Iphone, celular da Apple, é mais fácil ainda. Não precisa instalar app nenhum, basta realizar o login na opção de Cloud no aparelho com a sua conta do App Store e habilitar o uso do iCloud e da opção de localização do celular.

Pronto, qualquer necessidade de se rastrear o aparelho, você pode realizar a busca por um Ipad ou pelo site da Apple. Em instantes, aparecerá em sua tela a localização do aparelho e aí, é só informar as autoridades e aguardar o desfecho final.

As pessoas agora não precisam mais pensar em como monitorar seus entes queridos sem ter que gastar muito. Dê a ela um smartphone! Com o serviço de localização ativado antes da entrega do aparelho, a sua preocupação em desconfiar se tornará em certeza, ou não. A questão que poderemos detalhar em outro momento é quanto a moralidade em realizar esse ato, afinal, a pessoa acredita que está recebendo um presente (e está mesmo) mas não sabe que por trás há uma “troca” não negociada: a divulgação de sua localização para a pessoa que te deu o smartphone.

Não tenha dúvida que é um tipo de controle, como se as pessoas fossem “posse” mas no fundo, é menos custoso que contratar um serviço de detetive particular e no final da investigação descobrir que ela ou ele não está te traindo. Somente estava reformando um apartamento as escondidas para depois te pedir em casamento e morar nesse local! Simples assim.

E mais, pelo menos se não encontrar nada de anormal monitorando a pessoa, poderá utilizar o presente dado realizando uma ligação e declarando em alto e bom tom: EU TE AMO!

Quer ser feliz e com dinheiro no bolso? Dê um smartphone!

Até a próxima!

Existe o aprendizado nas redes sociais?

Revistas, jornais, livros, enciclopédias…. são todas fontes de informação para aqueles que buscam o conhecimento. Existem diversas publicações para os mais variados gostos e áreas de informação especializada, como as revistas médicas que a cada dia demonstram os recentes estudos da medicina e os trabalhos científicos revolucionadores.

Mesmos aqueles que não são médicos, podem ler uma revista desse tipo para ficar por dentro do que se descobre na ciência e tecnologia. A busca pela informação é um fator determinante para destacar as pessoas que gostam de aprender, que tem afinidade pela leitura, pelo aprendizado e pela curiosidade em si.

Desde pequenos somos habituados à leitura pelos nossos professores na escola e dentro de casa, através do incentivo pelos nossos pais. Certamente algumas pessoas não vivenciaram esse momento ou fase da vida, devido algum motivo especial ou simplesmente não tiveram essa oportunidade de aprender a ler no momento certo. Mas nem tudo está perdido, qualquer hora é hora de aprender.

Principalmente com o surgimento da internet, a referência passou a ser o site de busca da Google, que permite encontrar qualquer tipo de assunto em um curto prazo de tempo. Dessa forma, trouxe um ganho no tempo de pesquisa e agilidade na tarefa de pesquisa, com resultados interessantes e focando o objetivo do assunto a ser encontrado.

E com as redes sociais, será que é possível aprender algum assunto e não simplesmente ficar enviando mensagens e bater papo com os amigos? As redes sociais, independentemente de ser o Facebook, Orkut, Twitter, em que cada uma tem as suas próprias características de funcionalidade, no final tem a mesma missão de integrar e realizar uma socialização entre os amigos, criando uma rede de amizades ou seguidores que tem algo em comum.

A ideia em comum nessas redes sociais é permitir ao usuário da rede social explanar para os amigos alguma mensagem ou informação que queira compartilhar com todos. E é nesse contexto que analisamos determinadas pessoas em como utilizam a rede social, se para o objetivo principal de simplesmente reencontrar os velhos amigos ou aproveitar a rede social e enxergar uma oportunidade de transmitir conhecimento e ensinar as pessoas que queiram aprender.

Contudo, verifiquei que certas pessoas tem vocação por ensinar e acabam utilizando a rede social como meio multiplicador de informações. Por exemplo, se você quer aprender Cálculo (matemática da derivada e integral), existem diversos grupos no Orkut que falam a respeito. Já se o assunto for aprender a tocar algum instrumento musical, no Facebook tem diversas páginas que ensinam as pessoas a tocar certos instrumentos.

Particularmente, eu verifico mais essa atividade do aprendizado nas redes sociais no Twitter, em que várias pessoas conseguem escrever em 140 caracteres qualquer conceito sobre uma determinada informação, comandos de sistema operacional e até mesmo um breve resumo de um assunto e colocam o link para continuar os estudos sobre o assunto em um determinado site.

O YouTube, que por muitos não se enquadra no conceito de rede social e sim de um tipo misto entre rede social e mídia social, existe uma infinidade de vídeo aula ensinando os mais diversos assuntos para todos os gostos. Quem não pesquisou sobre um determinado assunto que o professor na escola não conseguiu explicar muito bem ou precisa fazer um exercício e esqueceu a fórmula?

Contudo, o mais interessante é a vontade das pessoas em querer aprender e buscam nas redes sociais um incentivo para buscar conhecimento. Quando alguém posta regularmente um assunto que as pessoas gostam, a tendência é continuar lendo os posts sobre a informação e assim, vai se adquirindo conhecimento e formando o aprendizado, utilizando para isso, as redes sociais.

E você, o que aprendeu hoje na sua rede social?!

Até a próxima!

A Internet mata!

Assaltos, roubos, sequestros…. crimes que acontecem cada vez mais em nossa sociedade e que não aguentamos mais escutar. Todos os dias nos jornais, revistas e na televisão, sempre tem uma notícia que revela a crueldade do ser humano, por mais simples que seja a ação.

As pessoas buscam evitar sair de casa, andar em lugares escuros e tentam não sair de casa por motivos banais, uma situação que na década passada não era concebida essa situação.

Nossa geração de pais e avós eram acostumados a brincar na rua e andar pela cidade nas noites boêmias sem ter a menor preocupação com a violência. Estamos cada vez mais aprisionados em nossos lares em busca de uma segurança que deveria ser de responsabilidade do Estado enquanto estivermos nas vias públicas. Assim, o cidadão que paga os seus impostos fica “preso” em sua casa enquanto que os criminosos ficam soltos andando pelas ruas escolhendo a próxima vítima.

A internet acaba sendo um refúgio para muitas dessas pessoas que preferem ficar em casa a correr o risco de se expor na rua e ser alvo de um “sequestro relâmpago” ou um simples assalto. O temor é pela violência em si, independente do resultado do crime se for patrimonial ou pagar com a sua própria vida.

Entretanto, se você acha que ficar em casa navegando na internet a sua família está segura, cuidado, você está correndo o mesmo risco que um assalto na rua com resultado morte.

Os jovens de hoje buscam adrenalina, gostam de desafiar os seus próprios pais, em muitos casos dão mais ouvidos aos “amigos” que aos próprios pais. É uma consequência da evolução tecnológica em que vivemos. Infelizmente, existem temas na internet que não agradam a todos mas se uma família não estiver estruturada emocionalmente, tudo o que o adolescente ler na internet, achará que é uma verdade.

Ultimamente, tivemos notícias de adolescentes que cometeram suicídio em acreditar em uma seita virtual que banalizava Deus e glorificava o diabo. Percebe-se que nas famílias não há mais o diálogo, aquele ritual de todos sentarem juntos à mesa para almoçar, jantar…. Cada um no seu horário e no seu momento.

Um exemplo é de um adolescente de 16 anos que trocou a escola e os amigos pela internet. Navegava horas e mais horas na grande rede e virava madrugadas pesquisando diversos assuntos até chegar em um que a curiosidade pelo tema virou algo doentio: Satanismo. O menino encontrou uma seita virtual que pregava o pacto com o diabo e a oferenda de sua alma em troca de paz e harmonia após a morte.

O resultado foi uma repentina mudança no seu jeito de agir, da forma como tratava os pais que quase já não se conversavam entre eles dentro de casa, não frequentava a igreja e avisou que tinha feito um pacto com o diabo: não passaria dos 18 anos!

Seus pais, ao voltarem da igreja, encontraram o filho enforcado dentro de casa e viram que o filho deles antecipou o pacto com o diabo. Se enforcou no quarto com 17 anos, deixando uma vida longa pela frente que poderia ter aproveitado e preferiu a escolha de algumas palavras que leu na internet, trazendo para si a verdade “absoluta”.

Normalmente os nosso jovens não possuem senso crítico e estamos perdendo futuros formadores de opinião para a Internet sem fronteiras e sem limite. Só posso confirmar uma situação que venho meditando nesses dias: A internet mata!

Até a próxima!

Ganhou dispositivo do Chefe? Não, não é presente. É mais trabalho!

As inovações tecnológicas estão presentes em nossa vida e a cada dia que passa, mais uma novidade é lançada no mercado para atender as expectativas de um público bem exigente, com gosto pela marca do produto, qualidade, os recursos disponíveis e além disso, por um preço justo que justifique todas essas características.

Quando os pequenos computadores portáteis foram lançados, os notebook, virou um febre. As pessoas queriam comprar a todo custo pois era novidade e na época o marketing foi forte em conquistar o gosto dos consumidores, forçando muita das vezes a venda do equipamento para consumidores que na verdade não precisavam, mas simplesmente achavam prático e bonito, pagando pelo valor.

Muito pai de família teve que fazer horas extras, trabalhar em dois turnos para satisfazer um pedido da esposa ou dos filhos para comprar o tão sonhado notebook. Algumas pessoas chegavam a fazer consórcio. Nem vou mencionar as que se endividavam.

Depois de um tempo, o momento do notebook passou e chegou o netbook, um aparelho mais compacto, mais leve, ideal para aquelas tarefas mais simples como uma palestra e até mesmo substituir o caderno, acabando com o papel e com a mochila pesada com tantos cadernos. Coitados dos professores que não sabiam mais se o aluno estava digitando a matéria da aula ou conversando nas redes sociais.

O momento agora é do smartphone, um aparelho de celular que tem recursos basicamente de um computador, além da simples função de fazer e receber ligações. Ele manda e-mail, acessa a internet, entra nas redes sociais, tira foto, grava filmes, etc. Os mais modernos tem tela de retina, outros gravam em full hd, tela com 6 polegadas de tamanho, processador com vários núcleos, enfim, é o equipamento do momento.

Eu fico vendo que em determinados lançamentos de smartphones, fica uma multidão na fila desde a madrugada para comprar o celular no dia seguinte, nas primeiras horas de funcionamento comercial correndo o risco de ser pisoteado e até mesmo ser agredido fisicamente por consumidores concorrentes que não querem nem pensar na ideia de voltar para a casa sem o aparelho.

Como o seu chefe é bonzinho e sabe dos seus sonhos, ele acaba te fazendo um “favorzinho”. Te presenteia com um belíssimo Smartphpone de última geração, aquele que você andava economizando dinheiro a todo custo para um dia ter condições de pagar e enfim, também ficar na “moda” com a galera que tem um celular desse.

Pronto, você está feliz, agradece ao seu querido chefe e esquece todas aquelas chamadas de atenção que recebeu no passado, aquele pedido de aumento de salário que foi negado e as horas extras que teve que fazer a pedido do chefe, bem naquele dia da festa de aniversário da sua mãe. Nada disso mais importa, o chefe te deu um “presente” dos sonhos….

Leve engano. Após passar o momento de euforia do funcionário, que dependendo do smartphone pode levar até uma semana para passar, voltamos ao nosso cotidiano e ele percebe agora que a sua vida profissional mudou. Antes de ter o aparelho, os e-mails que entravam na sua caixa postal após o expediente só seriam respondidos no dia seguinte ou no próximo dia útil, no caso dos finais de semana.

Agora tudo mudou. O e-mail da empresa está configurado no seu celular e a cada 30 minutos você não consegue mais viver sem ter que dar uma olhadinha no celular para saber se chegou algum e-mail importante. Afinal, agora posso responder aos e-mails no próprio aparelho, não deixando para depois aquilo que você pode fazer agora. Incrível! E sem receber hora extras, afinal, você ganhou o aparelho do chefe e tem aquele sentimento do dever de retribuição.

Na madrugada, o celular toca e alguém do turno na empresa não está conseguindo encontrar um determinado documento no servidor. Mas para você não tem problema pois tem um smartphone na mão e prontamente realiza aquela conexão remota com o servidor da empresa, acha o documento e informa ao funcionário onde está. Pronto, fez o seu dever de bom funcionário e agora está feliz podendo voltar a dormir.

Contudo, o funcionário passa cada dia mais relacionado com a empresa e menos atencioso com a família pois tem um ‘presente” nas mãos que o condicionou a trabalhar em qualquer hora pela facilidade que o celular lhe proporciona. Ele está feliz por ter um smartphone “da hora” e a empresa está feliz por ter um funcionário produtivo que só lhe custa o salário do horário de expediente e trabalhando por 24h.

Podemos concluir que presentinho tecnológico do chefe não é presente, É TRABALHO!

Até a próxima!