Inaugurado no Espírito Santo um novo portal de reclamação dos consumidores

No dia de hoje, 10/06, foi inaugurado um novo portal de reclamação dos consumidores em que os capixabas poderão registrar suas reclamações entre as 80 empresas cadastradas e atuantes no mercado nacional.

O funcionamento do portal http://www.consumidor.gov.br é o mesmo que outros sites de reclamação de usuários já conhecidos, como por exemplo o site Reclame Aqui. A diferença básica é que no portal governamental, os Procons Estaduais estarão monitorando as reclamações dos consumidores sem intervir nas relações entre o reclamante e o reclamado.

Entretanto, analisando os registros dos consumidores e levando em conta o índice de certas reclamações, o órgão poderá agir em prol da coletividade entrando com ações coletivas com o intuito de resolver o impasse e agilizar pela cobrança de uma solução mais rápida.

Por enquanto, o portal está em fase de teste em alguns Estados da Federação e será levado a outros Estados em breve.

Endereço do portal: http://www.consumidor.gov.br

Novos Conselheiros tomam posse no Conselho de Usuários da Embratel/Claro/NET da Região Sudeste

No dia 23 de maio de 2014, tomaram posse em São Paulo os 12 conselheiros do Conselho de Usuários da Embratel/Claro/NET para o período de 2014-2016. Esse conselho, regulamentado pela Resolução n°623/13 da Anatel, tem como objetivo avaliar os serviços e a qualidade de atendimento, bem como apresentar propostas e sugestões para a melhoria dos serviços. Do mesmo modo, as ações dos Conselhos servem como subsídio para o Comitê de Defesa dos Usuários de Serviços de Telecomunicações (CDUST).

Conforme a Resolução n° 623/13 da Anatel, em seu artigo 16, são atribuições do Conselho de Usuários:

– propor alternativas que possibilitem a melhoria e a adequação dos serviços prestados aos usuários;

– propor atividades e cooperar com o Grupo no desenvolvimento e na disseminação de programas e ações de conscientização destinados à orientação dos usuários sobre a utilização dos serviços de telecomunicações, bem como sobre os seus direitos e deveres;

– conhecer a legislação e a regulamentação relativas ao setor e acompanhar sua evolução;

– realizar até quatro reuniões ordinárias por ano; e,

– aprovar as pautas e as atas das reuniões.

Na parte da manhã, os conselheiros tomaram posse no Conselho de Usuários da Embratel/Claro/NET e foram eleitos o Presidente e o Vice-Presidente do Conselho, iniciando de fato os trabalhos.

Foram empossados os seguintes membros:

Eleitos à vaga do usuário

Roney Roberto Cunha Medice

João Climaco Neto

Enderson Leiva Zambeli

Hélio Nonato de Oliveira

Leandro Chemale “Pirata”

Claudio Ramos da Silva

Eleitos à vaga de Entidade de Interesse de Defesa do Usuário

Ordem dos Advogados do Brasil, Sessão de São Paulo – Dr. Vitor Hugo

Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas Departamento de Minas Gerais – ABEE-MG – Sr. Gilmar Naciso

Federação das Associações de Favelas do Estado do Rio de Janeiro – Sr. Eduardo Novais

Como Secretário do Conselho de Usuários da Embratel/Claro/NET da Região Sudeste, ficou definido o Sr. Felipe Takashi.

 

Conselheiros_Regiao_Sudeste

Novos conselheiros da Embratel/Claro/NET da Região Sudeste

Foram eleitos o Presidente e o Vice-Presidente do Conselho de Usuários:

Presidente: Sr. Vitor Hugo Vice-Presidente: Sr. Roney Medice

Presidente: Sr. Vitor Hugo (à direita)
Vice-Presidente: Sr. Roney Medice (à esquerda)

 

O Conselho de Usuário, após a devida posse de seus membros, começou efetivamente os trabalhos:

Conselho de Usuários da Embratel/Claro/NET da região sudeste em atividade

Conselho de Usuários da Embratel/Claro/NET da região sudeste em atividade.

 

No período da tarde, os conselheiros tiveram uma reunião com o Presidente e a Superintendente de Relações com Consumidores da Anatel, respectivamente, o Sr. João Batista de Rezende e a Sra. Elisa Vieira Leonel:

Conselheiros na reunião com representantes da Anatel

As próximas reuniões do Conselho de Usuários já estão com datas definidas e diversos assuntos na pauta já foram despachados para as devidas providências.

Gestão em TI: O processo em decidir por um estagiário ou um auxiliar de TI

Os computadores foram criados pelo homem e ainda vão levar muito tempo para que sejam totalmente independentes da vontade do ser humano para executar determinadas tarefas. Não estou me referindo à automação industrial onde já percebemos que as máquinas já estão substituindo na linha de produção o trabalho dos funcionários mas sim, aquelas atividades em TI que dependem de uma interação pessoal e emotiva.

Não é difícil de se pensar que a cada dia de um profissional de tecnologia é como se ele nascesse de novo pois os problemas são novos a cada momento que eles aparecem, exigindo uma nova decisão de comando e realizando novas soluções cada vez mais criativas e inovadoras.

Os computadores podem até tentar adivinhar uma possível solução ao problema encontrado com base em estatísticas e probabilidades mas é o funcionário da informática que será o responsável por resolver problemas que a máquina (o computador) ainda não consegue resolver.

Por exemplo, é o profissional de TI que vai abrir o gabinete para trocar um HD queimado, trocar uma fonte de energia com defeito, um teclado quebrado e tantas outras situações que conhecemos como o suporte de primeiro nível, onde todo o atendimento inicial muita das vezes depende do fator humano.

Entretanto, existe um processo de decisão na gestão em TI quando é preciso aumentar os quadros de pessoas envolvidas no Setor de TI. Se depender da empresa (quando estamos falando no ponto de vista do empresário / administrador) a melhor opção para a escolha de um novo ponto de apoio na equipe de TI é decidir por um estagiário.

Diversas são as razões para preferir um estagiário na equipe: custo com salário é menor, menos encargos tributários e trabalhistas (apesar que estagiário tem os mesmo direitos que um funcionário como férias, 13º salário… mas tem uns benefícios fiscais para a empresa), o estagiário começa a sua carreira sem os velhos vícios do mercado de trabalho e tantos outros motivos quando levamos em consideração o ponto de vista do administrador da companhia.

Todavia, no ponto de vista do Gestor de TI, na maioria das vezes a escolha é pelo profissional que já tem uma certa experiência no mercado de trabalho e por isso, optam pelo auxiliar de TI. Até porque, esse profissional terá uma jornada de trabalho completa na empresa ao passo que o estagiário, por lei, tem um carga horária de trabalho máxima que não pode ser ultrapassado.

É muito complicado ter que passar para um estagiário a noção de tudo na informática quando em determinados momentos não há a possibilidade de se parar o Setor de TI para ensinar o básico ao estagiário pois a demanda na empresa é muito grande e alguém acabará sendo prejudicado, que podem ser os usuários solicitantes de atendimento de suporte técnico ou a própria empresa que ficará com um SLA maior para que os problemas possam ser resolvidos.

O que determina a escolha entre o estagiário e o auxiliar de TI é o momento atual que tanto a empresa quanto o Setor de TI estão passando. Tem que ser analisado o perfil necessário do profissional que vai trabalhar com os usuários, os tipos de sistemas que são usados na empresa e outros fatores que dependendo de quem vai ajudar na equipe de TI, pode mais complicar que ajudar.

Contudo, se o momento de aquisição de uma nova pessoa para o Setor de TI for bem planejado e não houver uma intensa necessidade pontual para uma aquisição de pessoas experientes no mercado de trabalho, seria interessante optar por um estagiário e aos poucos, passando os conhecimentos e dependendo do desenvolvimento das atividades laborais no setor, esse estagiário poderá ser um ótimo e futuro auxiliar de TI, já exercendo o seu papel e mais, já iniciando a sua trajetória profissional com uma promoção: de estagiário para Auxiliar de TI.

Até que cargo esse estagiário pode chegar? Bem, o céu é o limite! Depende de cada um…

Até a próxima!

Ps: estava de férias e agora estou revigorado para continuar a me dedicar para transmitir conteúdos com toda força e vigor.

A busca pelo culpado de um projeto fracassado e o Dilema do Prisioneiro

O caminho contemporâneo para se colocar uma ideia em prática dentro de uma empresa é a criação de um projeto, cujo objetivo é levantar as atividades necessárias e relevantes para que um objetivo final seja alcançado. Esse processo desde a concepção da ideia e a entrega do produto final é realizado através de um planejamento estratégico que conhecemos como projeto.

Não é meu intuito fazer definições ou trazer conceitos do PMBOK (Project Management Body of Knowledge – que é um conjunto de práticas em gerência de projetos) e sim, debater uma visão gestora sobre a consequência de um projeto fracassado no que diz respeito a “apontar” um ou vários culpados, fazendo um paralelo com o dilema do prisioneiro.

As melhores práticas de gerenciamento de projeto são fundamentais para que o administrador da empresa ou o responsável pelo projeto consiga trilhar um caminho padrão em sua atividade mas que acima de tudo, as melhores práticas não vão ditar se o caminho a ser seguido é correto ou não. Apenas, vão ajudar a diminuir os problemas do dia a dia na execução do projeto e aumentar as chances de sucesso da execução do pleito.

Entretanto, sabemos que nem sempre os projetos criados dentro de uma empresa tem um final feliz ou pelo menos com um resultado esperado. Diversos fatores podem influenciar no desenvolvimento de um projeto e dependendo da equipe que estiver a frente dessa empreitada, pode não conseguir alterar o resultado negativo de um projeto.

Quanto temos um resultado negativo de um projeto, que ao final não atendeu as expectativas geradas na fase de planejamento ou por sua execução conter diversas falhas operacionais que inviabilizam a execução do projeto, é normal procurar os responsáveis pelo resultado negativo para que algumas soluções possam ser levantadas ou simplesmente para realizar as temidas “punições” aos responsáveis.

Claro que cada projeto deve está vinculado um Gerente de Projeto, que é o gestor líder do projeto em andamento e sem sombra de dúvida, eu diria que ele tem uma “responsabilidade objetiva” quanto ao resultado final. Todavia, podemos ter autores diretos que influenciaram para o fracasso de um projeto e não necessariamente o líder do projeto teria a culpa unilateralmente.

Por exemplo, em um projeto de desenvolvimento de sistema, pode ser que o gerente do projeto não saiba nada sobre programação e que confia na equipe de programadores para que o sistema final tenha sucesso em sua implementação e assim, o projeto tenha um sucesso esperado.

Contudo, ao final da programação e passada a fase de homologação, só foi detectado um problema gravíssimo de vulnerabilidade ou problema de integração entre alguns módulos a partir do momento que o sistema passou a ser utilizado pelo cliente final. A princípio, o projeto foi concluído com sucesso mas com a descoberta do problema, dependendo das circunstâncias, o sistema tem que ser abortado o seu uso para evitar prejuízos futuros. Isso que eu chamo de um projeto fracassado, quando inviabiliza o produto com a descoberta de um problema.

E nesse momento, quem é o culpado pelo fracasso desse projeto? O gestor do projeto que não conseguiu mensurar essa possibilidade de erro na integração entre os módulos? Os programadores que não testaram a contento conforme as melhores práticas de desenvolvimento de software? Os analistas de sistemas do projeto que não souberam realizar corretamente o diagrama de fluxo de dados? A quem culpar?

Essa busca pelo culpado eu faço uma comparação com o dilema do prisioneiro, um problema clássico da teoria dos jogos (em que cada jogador, de modo independentemente, quer aumentar ao máximo a sua própria vantagem sem lhe importar com o resultado do outro) e pode ser comparado em que dois suspeitos são presos por um crime mas não existe uma prova fundamental para que possa incriminar um deles. Com isso, é oferecido vantagens pessoais para cada um deles, de forma separado, e sem saber que a mesma vantagem está sendo oferecido ao outro, para que o mesmo atribua o crime ao outro e assim, conseguir o benefício com a exclusão da culpa.

Será que ao invés de cada um tentar colocar a culpa no outro, não é melhor realizar uma cooperação e achar uma melhor saída para evitar apontar determinados culpados e o prejuízo final ser ainda maior?

No primeiro momento, atribuir a culpa ao outro poderia trazer uma vantagem pessoal mas ainda acredito que se todos cooperassem, o resultado final seria melhor. Mas como no dilema do prisioneiro, que o ponto chave é incentivar individualmente que cada um delate o outro, mesmo prometido colaborar, existem diversos projetos fracassados que vivemos um dilema de prisioneiro nas equipes: ninguém quer aceitar para si o fracasso do projeto. Sempre há necessidade de se culpar o outro.

Até a próxima!

O Risco de usar o e-mail como uma ferramenta única para recebimento e gerenciamento de pedidos na internet

O mercado de E-Commerce (vendas on-line) está crescendo e várias pessoas já visualizaram essa opção de trabalho como uma forma de renda definitiva, deixando para trás o clássico emprego assalariado com carteira assinada.

Entrar nesse ramo pode trazer satisfação pessoal, gerência dos seus próprios horários de trabalho e acreditar que a cada dia, com o esforço próprio, ter um retorno financeiro e pessoal com o resultado do seu trabalho em sua própria empresa.

Algumas pessoas nunca tiveram uma oportunidade de trabalho com carteira assinada, benefícios sociais e tudo o que tem direito um empregado dentro de uma corporação. Mas, independente disso, tiveram o espírito empresarial e colocaram em prática uma ideia, e passaram a utilizar a internet como ponto de partida nessa conquista pela independência econômica.

A internet realmente consegue alavancar e fazer com que muitos negócios sejam levados ao conhecimento de potenciais consumidores, ficando para trás aquela limitação regional do seu negócio, situação essa vivida por quem negocia os seus produtos unicamente em uma loja física, seja em um ponto comercial no centro da cidade ou dentro de um grande Shopping.

A questão é que devemos ter em mente que a internet tanto pode facilitar o comércio dos produtos como pode trazer alguns inconvenientes que se não forem bem planejados, leva o empreendedor ao fracasso e consequentemente, abandonar a utilização da tecnologia para aumentar os seus ganhos.

Um exemplo desse panorama é alguns empreendedores se arriscarem a usar o e-mail como a única ferramenta para recebimento dos pedidos de seus clientes e não possuir um sistema de informática próprio para gerir e tratar esses pedidos, mensurando os atrasos ou a falta de confirmação por parte do cliente em algumas situações.

Algumas pessoas acreditam que o envio do e-mail é equiparado ao envio de uma mensagem instantânea, onde o e-mail após enviado levará alguns segundos para chegar na caixa postal do destinatário. Nem sempre isso acontece, principalmente em dias de grande pico na internet, algumas operadoras de internet com problemas momentâneos ou problemas de roteamento podem fazer com que os e-mails demorem horas, dias e dependendo do problema, nem cheguem a tempo na caixa postal do empreendedor para conseguir atender o pedido do cliente.

O cliente quando entra no site e quer adquirir um produto, principalmente se é comida, é porque naquele determinado momento, existem pessoas com fome e precisam saciar essa vontade em alguns minutos. Caso contrário, não estariam dispostas a entrar em contato com você pelo site para adquirir a comida com entrega domiciliar (Delivery).

A questão é: o cliente faz o pedido pelo site, preenche o formulário com os dados da refeição e ao final, clica em “enviar pedido”. O cliente até recebe um número (protocolo) de seu atendimento e o site informa o prazo considerado para a entrega. Entretanto, se esse pedido é enviado para a caixa postal do empreendedor, pode ser que esse pedido, não chegue aos olhos do atendente responsável pelo atendimento on-line.

Os motivos podem ser os mais variados: naquele momento o atendente não observou o e-mail que entrou e acabou “esquecendo” de mandar o pedido para a cozinha, congestionamento no provedor de internet que gera uma fila enorme de e-mails a serem enviados e outros vários motivos que podem levar ao atraso no recebimento do pedido do cliente enviado unicamente pelo e-mail.

Com certeza, o cliente vai ficar aguardando a entrega do produto que não vai ser enviado dentro do prazo devido à algum problema no recebimento do e-mail por parte da empresa que vendeu o produto. O cliente já deve ter passado o cartão de crédito e por fim, após uma espera considerável do pedido, vai ficar estressado em saber que o pedido dele nem foi processado conforme a informação durante a venda no site.

Além do cliente ficar insatisfeito pela demora, o empreendedor ficará mal visto por esse problema no atraso no recebimento do pedido enviado pelo e-mail, deixando de faturar pois provavelmente esse cliente vai solicitar o estorno do valor pago no cartão e cancelará a compra do produto, visto que a comida não foi entregue e você correrá um sério risco de ter o nome da sua empresa em um site de reclamação on-line pelo mal atendimento, que na verdade foi fruto de um atraso no recebimento do e-mail.

Com isso, é sempre importante trabalhar com vários meios de contato para que o consumidor consiga entrar em contato com a pessoa que está vendendo produtos no site para tirar um dúvida, cobrar a entrega ou até mesmo auxílio no procedimento da compra. Pode ser um telefone, um endereço físico da loja (se tiver) ou até mesmo um contato de mensagens instantâneas (skype, msn, etc).

Até a próxima!

O switch gerenciável e a sua utilidade dentro de um ambiente corporativo

O bom funcionamento de uma rede de computadores está ligado diretamente ao funcionamento dos ativos de redes, como roteadores, switch e modens adsl. Dependendo da criticidade ou do objetivo de uma rede, é necessário uma redundância desses equipamentos e assim, um trabalho dobrado ao gestor de tecnologia para monitorar e gerenciar o funcionamento de cada um deles.

Antigamente, era predominante a utilização de HUB’s nos projetos de rede de computadores que tinham a função de interligar os computadores de uma rede local. Com a evolução da tecnologia e a necessidade de atender a demanda de certas funções, ocasionou no surgimento do switch, que ao longo do tempo, foi o substituidor natural do hub.

A grande diferença do funcionamento de um hub para um switch está na falta da comutação entre as portas de comunicação no hub. Quando um computador quer “conversar” com outro computador, se ambos tiverem conectados por um HUB, o computador origem envia um pacote de dados e quando esse pacote chega no hub, a informação é transmitido para todas as portas do hub, ficando o computador destino com a obrigação de responder ao computador origem que a informação chegou até ele.

Dessa forma, se existirem outros computadores conectados em outras portas do hub, “escutarão” o pacote do computador origem para não responderão pois as informações não são destinados a eles. Com isso, existia um problema de captura de dados em rede utilizando programas de computador do tipo “sniffer” que capturava todos os pacotes de dados que passavam pelas portas do hub, ficando a comunicação entre os computadores envolvidos na comunicação (origem e destino) vulneráveis quanto à privacidade.

Com o advento do switch, a comutação entre as portas fez com que os pacotes de dados vindo de um computador de origem não mais são replicados em todas as portas do switch em busca do computador destino e sim, somente é transmitido para a porta específica onde o computador destino está conectado fisicamente no switch, evitando assim, uma “escuta” clandestina dos fuçadores de informação nas demais portas do equipamento.

Contudo, no switch gerenciável, é possível realizar um monitoramento do tráfego de dados que esteja passando em uma determinada porta do switch, utilizando o recurso disponível conhecido como mirror. É a possibilidade de se “espelhar” os dados que passam por uma porta e copiar as informações, transmitindo uma cópia de todas as informações de uma porta para outra porta determinada pelo administrador do switch.

Dessa forma, por exemplo, quando um administrador de rede necessitar monitorar um tráfego de dados em uma determinada porta, ele faz o mirror da porta 1 do switch para a porta 2 e assim, rodando um sniffer (como o wireshark – aplicativo modo gráfico ou um simples tcpdump – ferramenta modo texto) obter as informações de tudo o que se passa na porta 1 do ativo de rede.

Em um ambiente corporativo, esse recurso disponível no switch gerenciável pode ajudar ao especialista em TI a resolver alguns problemas relacionado ao tráfego em si ou até mesmo servir como um recurso para monitoramento dos empregados dentro da empresa pois como todo o tráfego de dados será recebido pela porta espelhada (mirror), as conversas de chat, msn, navegação na internet, envio de e-mails e vários outras informações serão conhecidas pelo gestor de TI, a exceção daquelas informações que trafegam pela rede de forma criptografada (o que ainda é uma exceção em nosso cotidiano).

Outros benefícios também pode ser utilizados com um switch gerenciável dentro de uma empresa, como por exemplo, a criação e o roteamento entre VLAN’s, verificação de throughput, consulta de tabela ARP e muito mais.

Até a próxima!

Segurança da Informação: Eu odeio a Segurança!!

O papel do especialista em segurança da informação é fazer, entre outras tarefas, com que as informações sigilosas e confidenciais sejam acessadas somente pelas pessoas autorizadas dentro de uma empresa. Para tanto, atingir esse objetivo pode demandar algumas atitudes que algumas pessoas não concordam ou acreditam que é muita preocupação para pouca coisa.

As informações possuem, dependendo do ramo de atividade da empresa dentro da economia, um valor considerável cujo o custo de se manter uma certa proteção tem o seu retorno garantido. O empresário não pode correr o risco no seu negócio, acreditando que todas as pessoas que tem algum tipo de contato com informações privilegiadas não sofrerão assédios financeiros para vender algum tipo de documento restrito da empresa.

A cada dia que passa, quadrilhas especializadas em furtar informações empresariais estão recrutando pessoas para obterem informações de concorrentes e assim, antecipar as decisões de investimento e lançamento de novos produtos no mercado.

Todavia, para evitar um acesso não autorizado, as empresas estão criando diversos controles que inibem ou pelo menos tentam amenizar as consequências de um vazamento de informação não autorizado, criando regras e controles de acesso à determinadas áreas dentro da empresa.

Entretanto, sabemos que a maioria das pessoas possuem um ódio às regras de restrição impostas dentro da empresa para realizar o controle de segurança da informação que, em muitos casos, interferem na nossa liberdade de ir e vir, ler, escrever e falar. Só de imaginar que os e-mails da empresa podem ser monitorados, deixam o funcionário sempre em alerta sobre o que anda lendo e escrevendo nas mensagens eletrônicas, geram um pouco de stress no trabalho.

Levando essa questão um pouco para o nosso dia a dia, realmente ninguém gosta de ficar carregando um molho de chaves da casa, do carro, do escritório, etc. Muito menos ter que ficar lembrando de centenas de senhas que precisamos decorar: senha do cartão do banco, cartão de crédito, e-mail, compras on-line e tantas outras.

Essa irritação já é percebida quando vamos, por exemplo, entrar em um prédio público e precisamos passar pelo procedimento de cadastro de visitantes. É um tempo enorme ali dispensado para informar o nome completo, RG, CPF, endereço, o andar que vai visitar, falar com quem e, para piorar a situação, tirar aquela bendita foto justamente no dia que você não fez a barba ou não cortou o cabelo. Nem vou citar as condições femininas que dependendo do caso, desistem de entrar no prédio e retornam em outro dia com uns ajustes na maquiagem.

Reclamamos constantemente do processo de verificação de segurança nas portas giratórias dos bancos, isso quando não somos “travados” pela porta e temos que demonstrar que não somos criminosos e nem portamos armas de fogo. E para que isso? É a tal Segurança da Informação.

Em todo o momento nos é pedido uma confirmação se nós somos nós mesmos. Incrível! Ao longo do dia, quantas vezes você tem que se identificar e provar que você é você?! Mas tudo tem o seu preço, afinal, é a segurança da informação.

Afinal, se não fosse assim, estaríamos vivendo em uma sociedade em que não teríamos identidade, seríamos mais um na contagem geral da população com acesso a tudo e a todos, ficando sem sentido a própria existência. Exagerado essa afirmação? Não sei, só sei que existe uma tal de Segurança da Informação e pela quantidade de vezes que tenho que me identificar que eu sou eu mesmo, as vezes fico me imaginando se eu também não…. odeio a segurança?!

Até a próxima!

A importância de se realizar com qualidade a fase de análise dos requisitos dentro de um projeto de desenvolvimento de sistema

Desenvolver um sistema de computador não é uma atividade tão simples como pode parecer, até mesmo para os programadores mais experientes do mercado. É necessário se manter atualizado com as novas tecnologias na área, saber lidar com o cliente e acima de tudo, entender o que o seu cliente necessita e colocar em forma de um programa de computador tudo aqui se seja pedido (dentro os limites tecnológicos viáveis atuais).

A cada novo sistema de computador criado é um novo projeto a ser desenvolvido e executado pelo profissional de tecnologia. É fundamental para quem vai desempenhar o papel de analista de sistemas, dentro de um projeto, descobrir realmente o que o usuário final do programa quer com o sistema.

Durante a fase de análise do projeto é crucial investigar o problema a ser resolvido e fazer com que o programa a ser criado possa atender as necessidades pontuais do empresário, que vão desde as telas básicas de cadastros até a emissão de relatórios gerenciais que vão auxiliar o cliente nas decisões estratégicas da empresa.

Para que a etapa de análise dos requisitos seja realizada em um menor tempo possível e com uma maior precisão, deve-se ter um bom método de trabalho para evitar algum tipo de problema nessa fase que, no futuro, possa impactar na qualidade e no funcionamento do sistema quando colocado em produção dentro do ambiente corporativo do cliente.

A qualidade do processo de análise do levantamento dos requisitos é importante porque se existir um erro na concepção da ideia em que o cliente relata e o desenvolvimento do sistema seguir um rumo diferente que não vá suprir uma necessidade relatada, esse erro não detectado nessa etapa terá um custo não planejado para realizar as devidas correções no sistema no final do projeto.

A diferença entre o sucesso de um projeto e o fracasso de um projeto está no momento de se detectar a disparidade entre o que se pediu e o que se fez. Ou seja, quanto mais rápido for detectado um entendimento equivocado pelos responsáveis pelo projeto sobre a necessidade que um cliente precisa e não foi bem entendido, menor será o custo de reparação no projeto. Com isso, realizar com qualidade a fase de análise dos requisitos evita-se um custo desnecessário na fase de implantação do sistema.

O momento de se levantar os requisitos está associado ao processo de descobrir quais são as operações que o sistema deve realizar para atender as necessidades da empresa cliente, quais as restrições que o programa deve ter e nas fases seguintes, garantir que essas premissas sejam verdadeiras e testadas durante o processo de desenvolvimento do sistema.

É importante salientar que diversos tipos de requisitos devem ser levados em conta nessa fase de análise como, por exemplo, descobrir quais são os requisitos de usuários necessários para possibilitar a criação do programa. Nesse tipo de requisito estão as declarações, em linguagem natural, de quais serviços são esperados do sistema e as restrições sob qual ele deve operar (usuário).

Contudo, para que o projeto possa caminhar respeitando o cronograma planejado, é importante escolher os profissionais que estarão empenhados no projeto e a responsabilidade de cada um nas diversas etapas do processo de desenvolvimento do sistema, garantindo assim um certo controle nas ações desenvolvidas em cada fase do projeto e a qualidade final do programa que será entregue ao cliente.

Até a próxima!

A Internet como fonte primária para a realização de investigações sociais

O processo de aquisição de um novo funcionário em uma empresa privada ou pública é caracterizado por diversas etapas necessárias para que um candidato a uma vaga em aberto possa ser avaliado e, se aprovado, conquistar o seu espaço no mercado de trabalho.

Os documentos necessários para se candidatar a uma oportunidade de emprego, os requisitos básicos ou outras exigências são ditadas pelas empresas e cada uma segue o roteiro de ações a serem praticadas da forma que bem entender.

Não é necessário lembrar que a cada ano que passa, o número de candidatos por vaga tem crescido vertiginosamente e isso tende a ser ainda maior a partir do momento que a cada ano, novos profissionais são formados nas diversas áreas de atuação e que a demanda de vagas abertas não acompanha o número de novos profissionais formados pelas faculdades brasileiras.

Entretanto, ignorando o fator candidato x vaga, observamos um aumento do uso da internet por parte dos empresários (recrutadores) para fins de pesquisa social sobre os interessados nas vagas abertas. Com o passar do tempo e com a popularização da grande rede de computadores, é possível imaginar que a grande maioria dos futuros empregados estejam de alguma forma conectados na internet, e assim, é um caminho fundamental para se levantar determinadas informações pessoais que poderão ser a chave final para o tão sonhado emprego.

Nas oportunidades de trabalho em que se oferece um cargo estratégico e, principalmente os de confiança, em que algumas atividades centrais da jornada de trabalho é gerenciar pessoas e processos internos, é fundamental uma pesquisa mais profunda nos meios sociais sobre a pessoa que se interessou pela vaga. Essa busca pela informação deve priorizar, no primeiro momento, aprofundar nos antecedentes profissionais do candidato para traçar em quais empresas ele trabalhou e confirmar se as informações inseridas no currículo, entregue durante o processo de seleção, são realmente verdadeiras.

No segundo momento, é prudente que se levante o perfil social do candidato nas redes sociais e fazer um comparativo com o perfil social que a empresa busca no processo de recrutamento. Em determinadas ocasiões, é nessa hora de se utilizar a internet como fonte primária da investigação social é que a empresa descobre certos fatos que foram omitidos pelo candidato que já poderia ter o eliminado no processo de seleção.

Todavia, checar o resultado das informações obtidas por uma consulta nas redes sociais ainda é o melhor caminho para se evitar problemas ou enganos sobre uma conduta realizada na internet e que pode ser muito bem explicado pelo candidato.

Contudo, as pessoas que buscam uma oportunidade de emprego devem ficar cientes que cada vez mais, a internet está fazendo parte do processo seletivo dos futuros empregados de uma empresa ou instituição. Deve-se efetivamente separar o perfil pessoal do perfil profissional nas redes sociais e sempre pensar antes de publicar uma nova foto ou um pensamento, se aquilo pode influenciar no futuro quando tentar uma vaga de emprego.

Geralmente, os jovens de hoje não estão pensando no amanhã (momento de se procurar uma vaga de trabalho e no processo de seleção) e sim, só querem saber do dia de hoje (tentando emplacar um vídeo engraçado na internet dançando o “quadradinho de oito” e virar um sucesso na internet).

Até a próxima!