Precisa monitorar alguém? Dê como presente um smartphone e seja feliz!

A sociedade busca por tecnologia para atender as suas necessidades diárias e realizar tarefas com o menor esforço possível. Essa é uma consequência do mundo moderno em que vivemos, muita tecnologia que agrega muito custo para manter e ter esse tipo de benefício tecnológico.

Alguns segmentos da economia conseguem desfrutar desse momento de evolução dos equipamentos eletrônicos para ganhar dinheiro. Os empresários gostam de tecnologia e estão sempre pensando em um jeito de ganhar dinheiro com ela. Muitos se especializam e conseguem a satisfação profissional com ideias boas e eficientes.

A população nem sempre pensa em ganhar dinheiro com a tecnologia e sim, como utilizá-la a seu favor. Escutamos amigos reclamarem que não sabem se estão sendo traídos pois a parceira chega tarde em casa, fica desanimada, não liga mais para eles… enfim, a preocupação e o medo tomam conta do sujeito que ele só enxerga uma solução: contratar um especialista (detetive particular) para monitorar e confirmar as possíveis suspeitas que nem sempre são verdadeiras.

Resultado desse investimento desnecessário e com um alto custo financeiro: fica com cara de bobo e pior, sem dinheiro no bolso. Situações essa que milhares de pessoas recorrem para ter a certeza se tem algo estranho no ar e querem descobrir de alguma forma o que está acontecendo. A mente humana é cruel, perversa e se não tiver controle, os pensamentos tomam um rumo inesperado e determinadas ações poderão ter um fim trágico, mesmo sem nenhum tipo de prova existir a respeito do possível fato da traição.

Mas nem tudo está perdido e também não necessariamente você precisa monitorar uma pessoa por supor uma traição. As vezes a mãe ou o pai preocupado com a mudança repentina dos filhos, quer saber se eles estão usando algum tipo de entorpecente, se estão frequentando boca de fumo ou simplesmente verificar se o adolescente foi mesmo realizar o trabalho escolar na casa do amigo na localidade informada aos pais antes de sair de casa.

Com a chegada dos smartphones no mercado, tornou-se possível monitorar os passos da pessoa querida através desses celulares modernos. E não só para isso. Quantos casos na televisão e no jornal que são noticiados de sequestro relâmpago ou até mesmo de roubo de carro mediante violência aos seus ocupantes, que precisam entregar todos os seus pertences aos criminosos, inclusive o seu moderno aparelho smartphone.

Ficou fácil monitorar as pessoas ou carro com um aparelho desse. Basta instalar um aplicativo no celular e pronto, seu celular já será possível ser rastreado. Se for um Iphone, celular da Apple, é mais fácil ainda. Não precisa instalar app nenhum, basta realizar o login na opção de Cloud no aparelho com a sua conta do App Store e habilitar o uso do iCloud e da opção de localização do celular.

Pronto, qualquer necessidade de se rastrear o aparelho, você pode realizar a busca por um Ipad ou pelo site da Apple. Em instantes, aparecerá em sua tela a localização do aparelho e aí, é só informar as autoridades e aguardar o desfecho final.

As pessoas agora não precisam mais pensar em como monitorar seus entes queridos sem ter que gastar muito. Dê a ela um smartphone! Com o serviço de localização ativado antes da entrega do aparelho, a sua preocupação em desconfiar se tornará em certeza, ou não. A questão que poderemos detalhar em outro momento é quanto a moralidade em realizar esse ato, afinal, a pessoa acredita que está recebendo um presente (e está mesmo) mas não sabe que por trás há uma “troca” não negociada: a divulgação de sua localização para a pessoa que te deu o smartphone.

Não tenha dúvida que é um tipo de controle, como se as pessoas fossem “posse” mas no fundo, é menos custoso que contratar um serviço de detetive particular e no final da investigação descobrir que ela ou ele não está te traindo. Somente estava reformando um apartamento as escondidas para depois te pedir em casamento e morar nesse local! Simples assim.

E mais, pelo menos se não encontrar nada de anormal monitorando a pessoa, poderá utilizar o presente dado realizando uma ligação e declarando em alto e bom tom: EU TE AMO!

Quer ser feliz e com dinheiro no bolso? Dê um smartphone!

Até a próxima!

A Internet mata!

Assaltos, roubos, sequestros…. crimes que acontecem cada vez mais em nossa sociedade e que não aguentamos mais escutar. Todos os dias nos jornais, revistas e na televisão, sempre tem uma notícia que revela a crueldade do ser humano, por mais simples que seja a ação.

As pessoas buscam evitar sair de casa, andar em lugares escuros e tentam não sair de casa por motivos banais, uma situação que na década passada não era concebida essa situação.

Nossa geração de pais e avós eram acostumados a brincar na rua e andar pela cidade nas noites boêmias sem ter a menor preocupação com a violência. Estamos cada vez mais aprisionados em nossos lares em busca de uma segurança que deveria ser de responsabilidade do Estado enquanto estivermos nas vias públicas. Assim, o cidadão que paga os seus impostos fica “preso” em sua casa enquanto que os criminosos ficam soltos andando pelas ruas escolhendo a próxima vítima.

A internet acaba sendo um refúgio para muitas dessas pessoas que preferem ficar em casa a correr o risco de se expor na rua e ser alvo de um “sequestro relâmpago” ou um simples assalto. O temor é pela violência em si, independente do resultado do crime se for patrimonial ou pagar com a sua própria vida.

Entretanto, se você acha que ficar em casa navegando na internet a sua família está segura, cuidado, você está correndo o mesmo risco que um assalto na rua com resultado morte.

Os jovens de hoje buscam adrenalina, gostam de desafiar os seus próprios pais, em muitos casos dão mais ouvidos aos “amigos” que aos próprios pais. É uma consequência da evolução tecnológica em que vivemos. Infelizmente, existem temas na internet que não agradam a todos mas se uma família não estiver estruturada emocionalmente, tudo o que o adolescente ler na internet, achará que é uma verdade.

Ultimamente, tivemos notícias de adolescentes que cometeram suicídio em acreditar em uma seita virtual que banalizava Deus e glorificava o diabo. Percebe-se que nas famílias não há mais o diálogo, aquele ritual de todos sentarem juntos à mesa para almoçar, jantar…. Cada um no seu horário e no seu momento.

Um exemplo é de um adolescente de 16 anos que trocou a escola e os amigos pela internet. Navegava horas e mais horas na grande rede e virava madrugadas pesquisando diversos assuntos até chegar em um que a curiosidade pelo tema virou algo doentio: Satanismo. O menino encontrou uma seita virtual que pregava o pacto com o diabo e a oferenda de sua alma em troca de paz e harmonia após a morte.

O resultado foi uma repentina mudança no seu jeito de agir, da forma como tratava os pais que quase já não se conversavam entre eles dentro de casa, não frequentava a igreja e avisou que tinha feito um pacto com o diabo: não passaria dos 18 anos!

Seus pais, ao voltarem da igreja, encontraram o filho enforcado dentro de casa e viram que o filho deles antecipou o pacto com o diabo. Se enforcou no quarto com 17 anos, deixando uma vida longa pela frente que poderia ter aproveitado e preferiu a escolha de algumas palavras que leu na internet, trazendo para si a verdade “absoluta”.

Normalmente os nosso jovens não possuem senso crítico e estamos perdendo futuros formadores de opinião para a Internet sem fronteiras e sem limite. Só posso confirmar uma situação que venho meditando nesses dias: A internet mata!

Até a próxima!