O Grupo Pericia Forense precisa de sua ajuda.

O grupo Pericia Forense foi fundado em 08 de agosto de 2003 e hoje conta com 4.846 associados, que debatem assuntos diversos como:

* Análise de invasão em sistemas;
* Análise de arquivos de logs;
* Ferramentas (software/hardware) utilizados na perícia;
* Cyber Crimes/Delitos Informáticos/Computer Crimes;
* Cursos, seminários, livros, documentos;
* Testes de conhecimentos;
* Leis, cases, Etc…

Estamos solicitando uma ajuda de custo para continuarmos a manter a nossa sala virtual com capacidade para 100 pessoas onde iremos no Grupo Pericia Forense realizar palestras, debates e reuniões virtuais.

Estamos solicitando a contribuição de R$ 15,00 para manter essa sala durante 2 anos.

Já temos um site sobre o assunto: http://www.guiatecnico.com.br

Se deseja contribuir, preencha os dados abaixo e receberá o boleto em seu e-mail para pagamento:

Contamos com a sua ajuda!

Abraços,

Roney Medice

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O evento RoadSec passou por mais uma cidade – Vitória-ES

Nesse sábado, dia 16 de agosto de 2014, o RoadSec aconteceu na cidade de Vitória-ES com o apoio da UVV – Universidade de Vila Velha que disponibilizou as suas dependências para a realização desse evento tão importante sobre Segurança da Informação.

Anderson Ramos

Anderson Ramos

A abertura do evento foi oficializado em Vitória-ES pelo coordenador do RoadSec, Anderson Ramos, salientando a importância do Estado do Espírito Santo fomentar o assunto sobre Segurança da Informação e a necessidade dos profissionais de informática em participar mais ativamente dos eventos nessa área.

Agradeceu a presença de todos e deu início aos trabalhos apresentando o primeiro palestrante do evento.

Carolina Bozza

Carolina Bozza

A primeira palestra do RoadSec foi comandada por Carolina Bozza, da CyberArk onde comentou sobre dispositivos de segurança, dentre eles o “cofre” de senhas para os ativos de rede.

A palestrante abordou a dificuldade de se criar uma senha segura e ao mesmo tempo, que não seja tão difícil ao ponto do usuário esquecê-la.

Exemplificou casos de usuários de informática que tem por hábito, anotar a senha em diversos locais como monitor, embaixo do teclado e outros lugares inapropriados.

Com um auditório lotado, os participantes puderam observar atentamente como estão as novidades do mercado de tecnologia, absorvendo conhecimento técnico e de gestão, ampliando o networking e fazendo novas amizades durante a realização das oficinas de desafios.

Participantes no auditório.

Participantes no auditório.

Um ponto que chamou bastante a atenção foi a grande participação efetiva dos presentes ao evento que não economizaram nas perguntas, sugestões ou críticas nos diversos assuntos abordados nas palestras durante o RoadSec em Vitória-ES.

Participação dos presentes durante o evento.

Participação dos presentes durante o evento.

Alan Castro

Alan Castro

O segundo palestrante do dia foi Alan Castro, da Symantec, o qual relatou uma pesquisa da Symantec referente aos tipos de riscos corporativos e as necessidades das pessoas em proteger os ativos de rede.

No ranking de riscos, estão os problemas com “hackers”, vírus, pessoas mal intencionadas e as vulnerabilidades de softwares.

Após um rápido coffe-break, o evento continuou com o palestrante da Actantes, Rodolfo Avelino que trouxe para o RoadSec assuntos como o cenário dos malwares no Brasil e os desafios para a privacidade e o anonimato na internet.

Um bate-papo descontraído e que gerou várias risadas ao público presente com exemplos e situações que vivemos em nosso cotidiano.

Rodolfo Avelino

Rodolfo Avelino

Fechando a programação da parte da manhã no RoadSec em Vitória-ES, foi a vez de falar sobre um tema bem interessante e empolgante que é a Rede Tor e a Deep Web, os palestrantes Gilberto Sudré, Gustavo Martinelli e Gustavo Roberto.

Gilberto Sudré

Gilberto Sudré

Gustavo Martinelli e Gustavo Roberto

Gustavo Martinelli e Gustavo Roberto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Após o intervalo de almoço, ocorreram as oficinas de desafios e as demais palestras conforme a programação do evento.

Fotos do evento:

Ulysses  Monteiro

Ulysses Monteiro

Leomar Viegas

Leomar Viegas

Ganhador do desafio  H4c4FL4G

Ganhador do desafio H4ck4FL4G

Oficina de Robótica - Lego

Oficina de Robótica – Lego

Oficina - Lock Picking

Oficina – Lock Picking

Oficina - Lock Picking - Ferramentas

Oficina – Lock Picking – Ferramentas

De quem é a culpa da lentidão do ERP: da equipe de infra ou sistema?

O uso de um sistema informatizado dentro de uma empresa traz enormes benefícios tanto para o empresário, que tem o seu controle financeiro e administrativo de forma organizada e otimizada, quanto o governo, que acompanha o movimento contábil e fiscal das empresas através da escrituração digital.

Esse processo é resultado da evolução da tecnologia combinado com a necessidade de se ter um maior controle das informações que são repassadas aos órgãos públicos e assim, facilitar a análise desses dados pelo governo.

Antigamente, o uso dos antigos livros caixas (nem sei se ainda tem empresa que usa essa modalidade – exceto as microempresas e as quitandas), aqueles livros que continham todo o histórico de entrada e saída da empresa, era obrigatório e necessário para uma eventual fiscalização por parte do agente público.

Entretanto, era muito moroso a fiscalização e existia uma enorme dificuldade em guardar esse livros em locais seguros e longe de traças e outros tipos de “bichos”. Hoje, com o uso de software que gerenciam as informações da empresa, os conhecidos ERP, fazem todo o trabalho fiscal e contábil, até mesmo na geração de notas fiscais eletrônicas.

Tudo fica registrado eletronicamente e através do ERP, qualquer tipo de consulta o relatório é gerado em poucos minutos e até em segundos, dependendo do volume e da complexidade da informações a serem pesquisadas.

Ocasionalmente, em determinados momentos, essa pesquisa no sistema de informática da empresa ou geração de um arquivo para ser enviado ao órgão público, pode ocasionar um certo atraso devido a uma lentidão no processamento das informações, levando ao usuário do ERP a registrar um atendimento no suporte da empresa para resolver esse atraso.

Inicia-se nesse momento uma discussão entre a equipe de infraestrutura e a equipe de sistemas em que cada um joga a culpa ao outro, sobre a culpa da lentidão no processamento das informações pesquisadas por parte do usuário da empresa. O pessoal de infra acusa que o ERP está lento devido o tamanho do banco de dados, tabelas não indexadas, falta de uma manutenção preventiva e outros motivos plausíveis.

Do outro lado, o pessoal de sistema se defende colocando a culpa na infraestrutura que está deficiente como o processamento do servidor não aguenta mais as necessidades do ERP, falta memória RAM, CPU ultrapassada, cabeamento de rede inadequado e outras desculpas que merecem atenção no caso concreto.

Contudo, o que precisa ser analisado é que tanto a equipe de sistemas como a de infra precisam arranjar uma solução pois o sistema ERP não roda sem a infra e não adianta ter a infra sem o sistema funcionando. Encontrar a solução em conjunto, nesse caso, ganha os profissionais de TI (pela proatividade em resolver) e ganha a empresa (que sabe que possui bons profissionais que resolvem os seus problemas de tecnologia).

Até a próxima!

Segurança da Informação: Como evitar uma enorme dor de cabeça com a perda ou roubo de seu notebook?

O mundo moderno nos traz benefícios de agilidade e mobilidade, quando tratamos da evolução tecnológica nos equipamentos eletrônicos. Essa é uma realidade que também tem o seu preço a pagar, quando abordamos um assunto importante: A Segurança da Informação.

Alguns pilares da Segurança da Informação estão constituídos pela confidencialidade, o não repúdio, a disponibilidade, autenticidade e a integridade. O que vamos tratar quanto a perda de um equipamento que possui informações sigilosas ou particulares de seu dono, estamos tratando da confidencialidade.

Nesse pilar da segurança da informação, precisamos manter confidencial algo que só diz respeito ao seu próprio proprietário, nenhuma outra pessoa precisa e não pode ter acesso as informações sem o aval do dono das informações. Mas como manter a confidencialidade dos dados armazenados em um HD (disco rígido) de um notebook de forma a garantir essa máxima da informática: a confidencialidade?

Algumas pessoas podem acreditar que basta colocar uma senha de login no início do sistema operacional e pronto, os seus dados estarão seguros de acesso não autorizado. Infelizmente não é tão simples assim essa ideia de que somente uma senha de acesso ao sistema vai impedir o acesso as informações. Para burlar esse “obstáculo”, o modo mais fácil e menos oneroso seria pegar o hd do notebook e colocar em outro equipamento de forma que o disco rígido fique como um disco secundário em outra máquina (os velhos conhecidos slaves).

Claro que tem outra forma que nem precisa remover o disco rígido do notebook para ter acesso as informações sem precisar da senha de login. Basta você efetuar o boot no equipamento utilizando um Live CD, por exemplo. É uma forma de carregar a máquina com um sistema operacional existente no CD que não faz nenhuma alteração nas configurações do computador mas permite ter acesso ao disco da máquina de forma mais simples, sem carregar o sistema operacional existente no hd em questão.

Enfim, mas como evitar esse tipo de acesso não autorizado às informações confidenciais, mesmo usando o CD Live?

A resposta para essa pergunta é muito simples: use a criptografia! Isso mesmo, a tecnologia que “embaralha” as informações e torna as mensagens indecifráveis, evitando que pessoas alheias tenham acesso a coisas que não deveriam ter.

Eu recomendo um software que roda nas plataformas Windows, Linux e Mac OS que é o TrueCrypt. A ideia é pegar todas as pastas e arquivos que estão em “meus documentos” (no windows) ou em “/home” (no linux) e colocar em um único arquivo criptografado. Desde modo, toda vez que ligar o seu computador, o único arquivo existente no diretório do seus documentos será o arquivo criptografado. Dentro dele é que estão os seus arquivos, imagens, fotos, vídeos, etc.

Para ter o acesso a essas informações criptografadas, você terá que usar o TrueCrypt e digitar uma senha para que o programa permita o acesso ao conteúdo interno desse arquivo criptografado e ele gera uma unidade de disco, apontando para os arquivos. Com isso, toda vez que for desligar o sistema operacional, você desconecta a unidade de disco com o conteúdo criptografado e ao religar o computador, mesmo usando um Live CD, só vai existir um arquivo dentro de “meus documentos”. Justamente o arquivo criptografado que precisa de senha para abri-lo, nada mais do que isso.

Com isso, você evitar uma enorme dor de cabeça ao perder ou ter o equipamento roubado. Pelo menos as suas informações não serão acessadas por estranhos.

Mas se esquecer a senha que abre o arquivo criptografado, aí sim, você vai ter uma baita dor de cabeça.

Até a próxima!

O uso de software proprietário pela Administração Pública: uma decisão de retrocesso a sustentabilidade e a economia

Eu tive a oportunidade de publicar mais um artigo na Revista Espírito Livre e dessa vez o tema é sobre o uso de software livre pela administração pública, levantando o viés sobre a relação entre determinados fabricantes de software proprietário com órgãos públicos que impedem o uso de software livre.

O artigo completo você lê na página 26 da revista no link:

http://www.revista.espiritolivre.org/lancada-edicao-n-50-da-revista-espirito-livre

Ou o link direto para download:

Revista Espírito Livre – Roney Medice

Boa leitura.

Até a próxima!

O desafio do profissional de TI em gerar conhecimento

Após anos de estudos e de especialização, muitos profissionais de TI continuam a estudar e a aprender sobre determinados assuntos que são de pouco conhecimento entre eles. E isso não poderia ser diferente até porque na informática, a tecnologia fica obsoleta rapidamente.

Logicamente que ainda persiste algumas tecnologias que foram novidades no passado que ainda não ficaram obsoleta mas a questão é até quando eles continuarão a ser utilizados.

Com o crescimento tanto em volume quanto em qualidade, obriga ao profissional de TI vasculhar zilhões de dados, transformando em informação e tentando gerar conhecimento na velocidade que se consegue entender e aprender as novidades dessa área tão concorrida e desleal.

Algumas empresas contratam estagiários, engenheiros, administradores para gerir o parque tecnológico corporativo. O salário muita das vezes fica a desejar devido a essa promiscuidade das pessoas em aceitar por qualquer salário uma responsabilidade que deveria ser de profissionais formados em sua base educacional, com tecnologia.

O profissional de TI formado em outras áreas como Direito, Administração, Contabilidade, vai ter uma visão mais abrangente e interdisciplinar que outros profissionais que meramente são formados em tecnologia.

É comum ocorrer algumas “perseguições” virtuais de profissionais mal qualificados ou com pouca experiência na área tecnológica para tentar induzir que você não é um bom profissional. Como todos, uma vez ou outra, na vontade de passar conhecimento para as demais pessoas da área, cometemos algumas gafes como não informar de quem é o verdadeiro proprietário do conhecimento.

Diga-se de passagem que mesmo após uma centenas de publicações em sites e em várias revistas de renome (incluindo Revista Espírito Livre e ISSA Brasil) e participação em podcast (Como o StaySafe Poscast – http://www.staysafepodcast.com.br/edicoes/24-StaySafe-02-2011.mp3 , o que poucos tem esse privilégio de serem convidados para demonstrar o seu conhecimento) basta um pequeno descuido e pronto, tem alguém no seu calcanhar para tentar de derrubar.

Normal, esse é o nosso mundo. Principalmente quando as pessoas aceitam seus cargos e muitas responsabilidades em troca de um “pão”, mas não contribuem com nada na sociedade acadêmica com nenhum artigo, aula, podcast e vídeos.

O profissional de TI gosta de gerar conteúdo e também repassar outros, mas geralmente não se preocupa (mas deveria) em informar de onde o seu conhecimento está sendo repassado, quando não é gerado por si.

Diante do exposto, acredito que é um grande desafio para nós de TI gerar conhecimento e replicar para aqueles que vão aprender algo ou que querem aprender, e não para aqueles que estão dispostos a “derrubar” outros profissionais.

ATÉ A PRÓXIMA!

Alguns Desafios da Computação Forense

Com o avanço da tecnologia, novos conhecimentos vão surgindo nos diversos países do Mundo e essa informação é recebida por nós, agora com o advento da Internet, em um espaço de tempo muito pequeno.

A internet encurtou esse caminho e traz novos desafios para os profissionais da área de segurança da informação e da computação forense, que precisam está atualizados cada vez mais rápido e com eficiência para suprir essa demanda de perícias em equipamentos eletrônicos modernos e sofisticados. Precisamos entender perfeitamente que o Mundo é realmente globalizado e analisar o comportamento da sociedade perante as novas tecnologias, principalmente as mídias sociais, como o Facebook, Orkut e Twitter.

O desafio da Computação Forense é justamente acompanhar no mesmo ritmo do desenvolvimento tecnológico para permitir que evidências e informações sejam recuperadas de forma segura e otimizada, respeitando as técnicas e metodologias forenses. Os criminosos procuram brechas a todo o momento nas novidades que são “jogadas” no mercado e objetivam explorar as falhas para invadir computadores ou sistemas alheios, que muita das vezes, ocasiona em dano material ou financeiro às vítimas.

A falta de pessoal qualificado para investigar os crimes eletrônicos tem preocupado as autoridades policiais, pois o desconhecimento de novas tecnologias por parte dos peritos, falta de investimento e recursos para a área da computação forense ocasionam em investigações falhas, manipulação das provas e confecção de laudos periciais suscetíveis a impugnações ou até mesmo na anulação total de todo o trabalho de investigação realizado por falta de uso das técnicas forense ou da tecnologia a ser empregada para encontrar as evidências digitais no equipamento periciado.

Um dos problemas encontrados na computação forense é a fase de desenvolvimento que ainda se apresenta sobre a normatização das técnicas forenses que devem ser seguidas por qualquer perito forense. Na falta da norma, muitos utilizam as boas práticas encontradas na literatura, de acordo com as perícias realizadas por peritos federais ou criminais e acabam escrevendo livros sobre a experiência da diligência pericial, sempre pautado nas técnicas forenses internacionais.

Outro problema muito encontrado no Brasil é a questão da nomeação do perito judicial para responder aos quesitos (perguntas) formulados pelas partes de um processo e as perguntas do próprio juízo. Nem sempre os peritos nomeados possuem um conhecimento específico na computação forense. Existem nomeações em que a diligência pericial em equipamento eletrônico é realizada por um administrador de empresas ou um engenheiro civil, pois além da falta de profissionais especializados em forense, existe a questão da indicação por amizade, o que temos que iniciar essa mudança drástica no Judiciário e mostrar que as perícias em equipamentos eletrônicos devem ser realizadas por peritos formados e competentes da área.

Todavia, existe uma carência no mercado de cursos especializados em computação forense, com o objetivo de preparar o aluno não somente para atuar como perito judicial, mas capacitar o profissional para atuar em qualquer área que envolva segurança da informação e investigação digital, podendo o perito atuar nas empresas, em consultorias e em outras frentes de trabalho.

A falta de padronização de ferramentas forenses ocasiona em investigações realizadas sem uma metodologia, onde cada perito utiliza a ferramenta que acredita ser a ideal para o determinado caso e muita das vezes, pode ser fatal para o resultado da perícia. Na falta de conhecimento de determinadas ferramentas no mercado, principalmente as de software livre, o perito pode deixar de realizar uma perícia com a desculpa que as evidências só poderão ser encontradas mediante a compra de uma determinada ferramenta, que sem saber, pode está disponível na versão gratuita em outro sistema operacional.

Em muitos casos, mesmo empregando a metodologia tradicional de duplicar a mídia original, realizando cópias bit-a-bit (método esse explicado em módulo específico do curso), pode resultar em frustração quando se depara com arquivos criptografados, tornando-se difícil o acesso aos dados.

A Computação nas Nuvens (Cloud Computing) é outro desafio da Computação Forense pois as informações não estão armazenadas em um determinado servidor físico conhecido do perito. Muitas das vezes, nem o próprio cliente sabe da existência física do servidor nas nuvens que ele contrata. Esse é um problema dos mais complexos que um perito pode encontrar que envolve não somente a metodologia a ser empregada, mas existe também a questão legal e jurisdicional para permitir a investigação das informações nas nuvens.

Não se pode ignorar o fato que a tecnologia está evoluindo cada vez mais e estamos chegando ao ponto de encontrar discos rígidos com tamanhos passando da ordem de grandeza dos Terabytes (TB). Quanto maior for a capacidade de armazenamento de um dispositivo eletrônico, mais volume de dados encontraremos e consequentemente, maior será o tempo para analisar a mídia e procurar por evidências.

Contudo, o conhecimento leva a encurtar o tempo e o caminho a ser trilhado em busca das provas. O perito especializado irá utilizar as ferramentas apropriadas, os filtros necessários e as técnicas forenses baseado no equipamento alvo da investigação, permitindo garimpar a informação e realizar a triagem dos dados para coletar somente o que for realmente interessante à perícia.

Até a próxima!