A sua empresa cobra horário ou resultado do seus funcionários de TI?


O mercado brasileiro está sempre em busca de profissionais tecnicamente capacitados para fazer parte dos quadros da companhia, especificamente quando estamos tratando de vagas relacionadas à tecnologia. Os empregadores desejam que a sua equipe de profissionais de TI sejam melhores do que os profissionais do concorrente. Uma situação normal nos dias de hoje onde prevalece a livre concorrência do mercado e o direito de ir e vir dos profissionais.

Em muitas oportunidades de emprego, o filtro dos futuros profissionais de tecnologia começa nos requisitos que a vaga exige, tais como: certificação, tempo de experiência, inglês fluente, disponibilidade para viagens e outras exigências que vão diminuindo as chances dos candidatos “aventureiros” que tentam trabalhar com TI por simplesmente gostar da área.

Atualmente, a concorrência é enorme na disputa das escassas vagas para trabalhar com tecnologia (o qual me refiro as oportunidades de trabalho com maior responsabilidade como analista de sistemas, security officer, gestores de TI e demais cargos que englobam: segurança, governança, compliance e forense).

Os funcionários que atendem aos requisitos da vaga e conseguem o trabalho, ficam satisfeitos em saber que estão empregados e vão dar o melhor de si nas tarefas a eles confiados. A questão é saber se a empresa em que você conseguiu a tão sonhada vaga se contente com os sistemas funcionando e que o seu ponto esteja marcado nos horários combinados conforme o contrato de trabalho celebrado entre as partes.

Com o passar do tempo de trabalho, o profissional de TI percebe a sua importância dentro da organização que em muitos casos o empresário não tem essa visão. Tem empresa que foca em sua atividade fim que não é a tecnologia e exige o cumprimento da jornada de trabalho dos funcionários de tecnologia, pouco importando se o setor de informática tem ideias inovadoras para a companhia.

Entretanto, outras empresas buscam justamente empregados de tecnologia com o perfil empreendedor, que labuta em sua jornada mas executa as suas tarefas pensando como dono da empresa. Esse perfil é o mais procurado no mercado e o salário desse profissional é pago a peso de ouro. A tendência nesse caso é valorizar o resultado que esse empregado agrega para o empregador e não o horário de trabalho. Por isso que tem excelentes profissionais de TI que já podem aproveitar do esforço de seu trabalho e trabalhar de Home Office.

Ganha o profissional e ganha o empresário.

E a sua empresa, ainda exige simplesmente o cumprimento de horários?

Até a próxima!

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