Projeto que regulamenta profissão de analistas de sistema é aprovado

Proposta do senador Expedito Júnior (PR-RO) passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Projeto (PLS 607/07), de autoria do senador Expedito Júnior (PR-RO), que regulamenta o exercício da profissão de analista de sistemas foi aprovado na última quarta-feira (19/08) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Agora, segue para análise da Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em decisão terminativa –  tomada por uma comissão, com valor de uma decisão do Senado.

Pelo substitutivo aprovado anteriormente pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) e acolhido pelo relator na CCJ, senador Marconi Perillo (PSDB-GO), apenas profissionais com diploma superior em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados poderão exercer a profissão de analista de sistemas.

Já a profissão de Técnico de Informática poderá ser exercida por portadores de diploma de ensino médio ou equivalente com curso técnico de Informática ou de Programação de Computadores, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas.

A proposta torna privativa do analista de sistemas “a responsabilidade técnica por projetos e sistemas para processamento de dados, informática e automação, assim como a emissão de laudos, relatórios ou pareceres técnicos”.

* com informações da Agência Senado

Fonte: ComputerWorld (http://computerworld.uol.com.br/carreira/2009/08/21/projeto-que-regulamenta-profissao-de-analistas-de-sistema-e-aprovado/)

Polícia abre inquérito contra hacker

São Paulo

A polícia abriu inquérito na quarta-feira contra o programador que invadiu o banco de dados do Speedy, da Telefônica, e expôs num site as informações cadastrais de parte dos clientes, como o número do CPF. Vinicius Camacho Pinto, de 28 anos, corre o risco de ser denunciado pelo Ministério Público à Justiça por violação de sigilo, cuja pena pode chegar a 4 anos de prisão.

A Telefônica procurou a polícia após Camacho, que se identifica como o hacker K-Max, revelar, no mês passado, que encontrou uma falha no sistema de segurança do banco. No documento encaminhado à delegacia, em 14 de julho, o advogado da companhia definiu o ato como “ação intencional de um expert imbuído do sentimento de expor os usuários” do serviço de banda larga Speedy.

O Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic) obteve mandado de busca e apreensão e, ontem, vasculhou a casa do suspeito, em Itapevi, na Grande São Paulo. Foram apreendidos dois notebooks, três CPUs e livros sobre hackers. A polícia examinará os computadores para verificar se alguém foi lesado pela ação de Camacho. “Você entrava com o nome completo ou parcial da pessoa ou com o número do CPF e via os dados dela”, explicou o delegado José Mariano de Araújo Filho, do Deic.

Fonte: A Gazeta (http://gazetaonline.globo.com/index.php?id=/local/a_gazeta/materia.php&cd_matia=525891)