Burger King troca hambúrguer por ‘sacrifício’ de 10 amigos do Facebook

Veja como o Mundo virtual se vincula ao Mundo real. Estava lendo os principais sites de notícias e me deparei com uma promoção esquisita de um fornecedor de sanduíches fast food, o Burger King. Eles estão oferecendo um hambúrguer para quem remover 10 amigos da lista do facebook.

Você entenderia essa lógica? Eu na minha ignorância virtual, não sei qual é o objetivo do Burger King promover essa promoção, diga-se de passagem, somente válida nos EUA. Será que eles não suportam a rede social Facebook? Estranho… Leia abaixo a matéria na íntegra de um dos sites com a notícia publicada:

São Paulo – Por meio do aplicativo Whopper Sacrifice, se usuário apagar 10 amigos na rede social, pode trocar por um sanduíche na rede.

Esta semana, o Burger King lançou uma campanha que oferece o sanduíche Whopper se o usuário apagar 10 amigos de seu perfil no Facebook.

Por meio do aplicativo Whopper Sacrifice, se os usuários eliminarem dez amizades na rede social, ganham um cupom que pode ser trocado pelo Whopper em uma loja do Burguer King.

O download do aplicativo pode ser feito pelo Facebook ou no site oficial da campanha. A promoção é válida apenas nos Estados Unidos.

Fonte: IDG Now

Roney Médice

Analista de Sistemas e Bacharem em Direito

Diferença entre MP3, MP4, MP5 e até MP10


Os fabricantes não param de inovar. A cada dia temos novos equipamentos com características diferentes. Um bom exemplo disso são os dispositivos de reprodução de música, como o MP3. Hoje temos vários tipos dispositivos e modelos que vão do MP3 ao MP10. Você, sabe diferencia-los?

Pois então vamos acabar de vez com essa confusão. Anote: o MP3 é um aparelho já conhecido. Sua função é a de reproduzir arquivos de músicas no formato digital de mesmo nome. Alguns também incluem funções de pendrive, gravador de áudio e rádio FM.

O MP4 é uma evolução do modelo anterior, que inclui a reprodução de arquivos de vídeo no formato MPEG-4 ou abreviadamente MP4. Alguns modelos também podem exibir outros formatos de vídeo, como WMV ou AVI.

Apesar de não termos nenhum arquivo digital do tipo MP5, os fabricantes utilizaram essa sigla para diferenciar seus produtos. Esses dispositivos fazem tudo que o MP4 faz e também servem como câmera digital, webcam, filmadora e são jogos eletrônicos.

Os MP6 são equipamentos MP5 que também funcionam como celular, com recursos como acesso à internet e a comunicação sem fio via Bluetooth ou Wi-fi. Um bom exemplo de um equipamento MP6 é o iPhone da Apple.

A sigla MP7 foi utilizada para indicar que temos novas funções no dispositivo. O aparelho nada mais é do que um MP6 com a função de recepção de TV convencional.

Finalmente os equipamentos MP8, MP9 e MP10. Agora temos uma verdadeira confusão. Para esses dispositivos não existe um padrão seguido pelos fabricantes. Assim cada um opta por características que acha mais interessante e nem sempre iguais.

Essas diferenças podem ser o sistema operacional utilizado, possuir ou não tela sensível ao toque (touch screen), GPS ou a compatibilidade com a TV digital.

Na hora da compra você deve analisar com cuidado a configuração dos equipamentos para escolher aquele que melhor atenda a suas necessidades.

Fonte: Gazeta On Line

Roney Médice

Analista de Sistemas e Bacharel em Direito

Resolvendo o problema das setas do teclado na vmware no linux

Quando instalei em meu notebook a Vmware Worksation 6.5 para Linux, não sabia que ao rodar um sistema Windows XP, teria problema com o teclado, precisamente com as teclas das setas direcionais.

Fiquei muito tempo com esse problema até que resolvi pesquisar na internet sobre o assunto, e resolver de uma vez por todas esse problema. Como eu gosto do Google, ele tem tudo!

Resolvido o meu problema, bastatanto digitar o seguinte comando no Konsole (como root):

echo “xkeymap.nokeycodeMap = true” >> /etc/vmware/config

A Vmare tem que está desligada, senão, para fazer efeito, reinicie a vmware e pronto!

Roney Médice

Analista de Sistemas e Bacharel em Direito

46% das mulheres preferem web a sexo

Uma fibra óptica vale mais que um encontro? / Wikimedia Commons
Uma fibra óptica vale mais que um encontro?

Visão Corporativa da Segurança da Informação

Tem sido prática comum do mercado, as organizações passarem a considerar o ambiente externo, com suas oportunidades e ameaças assim como o ambiente interno, com as forças e fraquezas em relação à organização. Considerando todos os riscos possíveis, é necessário um planejamento estratégico de segurança para minimizar os impactos na organização.

Como resultado, estabelece-se estratégias de atuação de longo prazo que, para sua eficiente obtenção, devem ser divididos em objetivos de curto prazo e distribuídos em suas linhas de processos, como por exemplo, em desenvolvimento de sistemas, gerenciamento de operações e comunicações, segurança ambiente e física, continuidade de negócios dentre outros citados na NBR ISO/IEC 17799.

Faz-se necessário realizar ações que mapeiem e identifiquem a situação atual na instituição, seja ela pública ou privada, suas ameaças, vulnerabilidades, riscos, sensibilidades e impactos, a fim de permitir o adequado dimensionamento e modelagem da solução.

O primeiro passo a ser observado é que não existe risco zero. O que existe são vários níveis de segurança e cada nível tem que está de acordo com a informação que se quer proteger e a natureza do negócio da empresa. Um alto nível de segurança pode gerar a perda da velocidade em função da burocratização de processos, insatisfação de clientes, fornecedores e até mesmo desinteresse dos investidores.

Em qualquer empresa, isso deveria ser levado literalmente ao pé da letra, mas não é o que acontece. Desprezam, ignoram, fazem corpo mole, adiam sempre para uma data que nunca chega, esperando assim até que um incidente um transtorno ou algo parecido que traga um impacto quase que irreversível, um verdadeiro choque para que enfim, enxerguem de verdade que segurança da informação não é uma despesa e sim um investimento obrigatório.

Roney Médice

Analista de Sistemas e Bacharel em Direito

Wireless: a tecnologia que não pode ser “plug and play”

Com o passar do tempo, várias tecnologias são desenvolvidas para auxiliar os usuários e os especialistas em informática em suas atividades. Uma dessas inovações que fizeram sucesso é o wireless (rede sem fio). Quem nunca viu ou ouviu essa tecnlogia?

Acredito que nesse momento, após ler até aqui, você deve está pensando naquela rede sem fio que você acabou de instalar para um amigo e cobrou muito dinheiro, ficou até feliz pela facilidade de ganhar uns trocados com uma tecnologia que é tão fácil de instalar e rápida. Nada de ficar passando fio pra cá e pra lá, basta ligar o aparelho, e o sinal da rede sem fio está no ar, quanta praticidade.

Porêm, temos que tomar cuidado. Muitos leigos, vão nas lojas de informática e compram o access point wireless mais barato que tiver e chegam em casa rapidademente para ver o tal aparelho funcionando. Claro que nessa época em que o valor do notebook caiu muito, quase todo mundo tem um micro em casa com uma placa de rede wireless. Então, para aproveitar a mobilidade do notebook, o usuário ativa o wireless e sem nenhum esforço, bastou  ligar o aparelho wireless e pronto, rede sem fio em casa, e nem precisou chamar um técnico, isso é coisa do passado, argumenta o leigo.

Pois é, mas nem tudo são flores. Ao mesmo tempo que você bastou comprar o equipamento wireless na loja e ligou em casa, o seu vizinho agradece. Ele estava doido para acessar a internet utilizando o notebook novo que acabou de chegar, mas ele não tem rede sem fio. Agora que você instalou uma rede, sem nenhum tipo de segurança (criptografia), agora você está compartilhando com todos que estiverem ao alcance de sua rede sem fio.

A propósito, me informe onde é o seu endereço pois preciso escrever outro post através do meu notebook e quero fazer isso sem ter que pagar a conta da banda larga em casa.

Roney Médice

Analista de Sistemas e Bacharel em Direito

2009: um ano de incertezas

O ano de 2009 enfim chegou! Muitas dúvidas quanto as tecnologias para o ano, incertezas sobre a crise econômica, falta de informação sobre possíveis demissões em massa na área de TI.  Estamos vivendo um ano em que infelizmente, não podemos prever quase nada de bom, mas temos que sonhar, e acreditar que tudo vai melhorar.

No meu tempo disponível, tento ler bons livros, de variados assuntos, para ficar em dia com a cultura. Para o bom profissional, não se pode ficar parado devido as conjunturas externas, é necessário inovar, ser pro-ativo, e principalmente, querer apreder mais.

Fico imaginando o quanto vai ser difícil re-aprender a lingua portuguesa, com as aterações na escrita. Quem já não sabia escrever direito o português, agora que vai ficar mais difícil. A crise, a guerra no oriente médio, são tantos os problemas que o assunto sobre tecnologia vai ficar de lado.

Todavia, estou confiante que nos próximos dias, as coisas vão melhorar e assim, poderemos nos desenvolver melhor.

Roney Médice

Analista de Sistemas e Bacharel em Direito