A TENDÊNCIA DA VIRTUALIZAÇÃO DOS PROCESSOS NO MUNDO CORPORATIVO

A cada dia que passa, reparamos como tem mudado os hábitos de nossos habitantes em todo o Mundo. Antigamente, se você precisasse efetuar um depósito no seu banco, era de esperar que você se deslocasse até uma agência bancária mais próxima, enfrentar aquela fila prolongada, e aguardar com “paciência” o momento de depositar o dinheiro, sendo esse depósito necessário a intervenção do funcionário do banco para concretizar a operação bancária.

Mas os tempos mudaram, e não há mais aquela necessidade de ir ao banco esperar em filas enormes para depositar dinheiro, os bancos implementaram os terminais de Auto-Atendimento, em que se pode fazer as principais operações em sua conta sem precisar que um funcionários seja exclusivo para isso, umaverdareira revolução tecnológia nas operações bancárias, ou seja, uma virtualização dos processos internos do banco que foram passados para o cliente executar. Pode-se até programar um depósito após o expediente bancário, que naturalmente, será liquidado no próximo dia útel.

Assim como na rede bancária, muitas empresas estão “virtualizando” suas rotinas internas de trabalho e gerando uma grande satisfação financeira para os administradores. O objetivo é acabar com a repetição desnecessárias de certas ocasiões, e serem executadas por um sistema informatizado que, além de trazer economia no tempo, vai ocorrer um retorno financeiro muito grande, pois o tempo gasto em que um funcionário exerce um determinada função repetidamente, um programa de computador pode fazer o mesmo trabalho em um tempo muito reduzido assim, possibilitar o deslocamento desse trabalhador para um outro setor ou função que “ainda” não pode ser informatizada.

A tendência das empresas é diminuir o quadro de funcionário de modo racional, utilizando as tendências tecnológicas atuais e aumentando o seu faturamento sem onerar seus custos operacionais. O bom administrador é aquele que, mesmo não tendo vivido desde a sua infâncida no meio tecnológico, sabe o momento ideal para utilizar a tecnologia a seu favor, e principalmente, o mais imporante, gerar retorno financeiro para a empresa.

Roney Médice
Analista de Sistemas e Bacharel em Direito

SISTEMAS ‘DE GRIFE” x “OPEN SOURCE”

Seu computador possui sistema operacional “de grife” ou é um “Open Source? Posso dizer que a maioria dos internautas ainda utilizam os chamados Sistemas Operacionais de marca, ou seja, Microsoft. É impressionante como a Microsoft ao longo desses anos, sempre manteve no controle a indústria de softwares dependente do sistema operacional de Bill Gates. Na época em que se tinha condição de se comprar um computador novo, mesmo que parcelado ( aí se enquadram as pessoas que faziam consórcios, assim como se fosse para comprar um carro) e adivinha qual sistema operacional já vinha instalado no pc? Pois é, era “status” ter microcomputador com Microsoft windows 3.11, 95, despois, 98, ME, 2000, XP, Vista… qual será o próximo?
Bem, com certeza, devido a esse monopólio, a sociedade mudou e começou a exigir a quebra desse corporativismo da Microsoft, pois os produtores independentes de programas, sempre necessitavam da dependência do windows para lançar novas versões, e assim, conseguir ter um espaço no mercado. Não é a toa que algumas pessoas já estão comprando notebooks e até mesmo computadores desktop com o sistema Linux, o chamado Sistema “Open Source”.
Mas qual a vantagem de se usar o Linux? Simples, primeiro porque não há a necessidade de ter produtos windows no computador e mais, nao há custo de patente para utilizar esse tipo de sistema operacional, é gratuito! Open Source porque o seu código fonte do sistema operacional, que é o conjunto de instruções na linguagem de computador, e pode ser de conhecimento de qualquer um, sem existir o tal “mistério” que os softwares da microsoft possuem. Assim, qualquer um que quiser se aventurar em programar e criar softwares próprios, poderão rodá-los no linux.

Na visão das empresas, esse mercado é promissor utilizar sistema operacional linux, aí pouco importa a distribuição, que pode ser OpenSuse, Ubuntu, Fedora, etc. O que está sendo levando em consideração são os custos que deixarão de existir, ao escolher a plataforma “Open Source”, assim como os programas de código aberto de planilha, editor de texto, e assim por diante.

Portanto, para aqueles que querem aprender tecnologia e se atualizar no mundo da informática, uma dica valiosa: o mercado está buscando especialista em sistema operacional “Open Source”, certificado e capacitado para implantar e inovar na tecnologia, envolvendo as questões de segurança, economia e agilidade nas informações, evitando aqueles velhos “travamentos” nos computadores. Mas lembre-se, migrar o parque tecnológico de uma empresa que já está em funcionamento utilizando solução Microsoft, não se faz da noite para o dia, sem ter um planejamento, sem ter pessoas capacitadas para isso, pois senão, só restará uma consequência: o fracasso!

Roney Médice
Analista de Sistema e Bacharel em Direito

GERAÇÃO “CONTROL C” “CONTROL V”

Quantas vezes você já precisou da internet para achar ou estudar sobre algo? Se você é da geração dos anos 80, 90, posso afirmar que muito dificilmente entrou na internet para realizar pesquisas escolares, tabalhos de monografia ou simplesmente para obter informações sobre assuntos que não eram divulgados.

O caminho mais natural nessa época, para pesquisar eram as bibliotecas municipais, a dos colégios (quando tinham livros) e, as vezes, aquelas enciclopédias de nossos avós, quando eles deixavam a gente levar pra casa para fazer trabalho escolar. Mas, notadamente, naquela época, pensávamos mais quando fazíamos algum tipo de trabalho, pois a única ferramenta para constuir nossas pesquisas era um livro, um caderno e uma caneta, nada mais do que isso.

Atualmente, a geração “Hi Tech” tem disponível uma gama de ferramentas como internet, o computador, os celulales (que mais paracem um computador), os notebooks e uma infinidade de recursos tecnológicos que auxiliam nas pesquisas. Porém, essa geração ficou conhecida como a geração do “Control C” ‘Control V”, pois deixaram de pensar, de escrever com pensamento próprio e passaram a simplesmente copiar o conteúdo dos sites que possuem a informação pesquisada e colam no trabalho escolar, fazendo uma pesquisa rápida e sem reflexão sobre aquilo que se procura.

Não há mais aquela preocupação em aprender o conteúdo, e sim, como apresentar o melhor trabalho, que tenha a melhor aparência, que denote conhecimento, que no fundo, não se tem. É perigoso que essa geração não se atente para o fato que é o conhecimento que desenvolve o indivíduo, nesse caso, com conteúdo, que não apenas copiando a informação vai se obter aprendizado.

As escolas públicas estão otimistas em colocar seus alunos na internet, o chamado “alunos da era digital”, mas é necessário se preocupar com a formação do intelecto dessa geração, para que no futuro, os seus filhos não sejam uma nova geração, a geração “Memória Virtual”.

Roney Médice
Analista de Sistema e Bacharel em Direito